quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Cecília canta e dança

Os DVD's que eu comprei pra Cecília chegaram e já fizeram sucesso. Minha pequena peralta adorou os musicais e até ja temos nossas músicas favoritas.
O favorito da mamãe é o Cd + Dvd da Palavra Cantada, porque lembra minha infância e as músicas são animadas e as imagens lindas e super educativo.
A Cecília adora a turminha da fazenda Cocoricó, mas ela também gosta do dvd dos amigos do quintal, os Backyardigans.
Super recomedo esses 3 Dvd's para as crianças é um ótimo investimento e eu comprei super baratinho e com frete grátis.







 
Filha: Você adora dançar, não pode ouvir uma música que já começa se remexer toda, e agora té já tenta cantar (na sua linguagem), mamãe morre de orgulho. Acho que você vai ser artista, porque você adora tudo que é ligado a arte. Beijos...

Assaduras de bebês: como evitar e tratar

Combinar trocas frequentes de fraldas com cuidados preventivos é o melhor caminho para deixar seu filho longe das assaduras

Crescer


 Fernando Martinho
Os médicos são unânimes: para evitar dermatites no bumbum do bebê, as famosas assaduras, a receita é trocar as fraldas com frequência. São no mínimo oito trocas de fraldas por dia. "A regra é fazer as trocas após as mamadas, que ocorrem, em geral, a cada três horas, ou logo após a evacuação", afirma a pediatra Maria Aurora Brandão.
Esse primeiro cuidado é essencial para garantir a higiene e a saúde da pele do bebê, durante o período em que ele usar fralda, ou seja, até por volta dos dois anos e meio. Com a constante troca de fraldas, afastam-se os principais motivos da assadura: a umidade, o abafamento e a contaminação por fungos e bactérias presentes na urina e nas fezes.

Também é importante investir em fraldas de boa qualidade e de alta absorção, e buscar cremes eficientes na prevenção de assaduras e que tenham sido dermatologicamente testados. "E essa escolha deve ser feita em conjunto com o pediatra da criança", diz a especialista.



Quando assar...
Mesmo fazendo a higiene adequada, o bebê poderá ter assaduras, que nada mais que são do que inflamação na pele. Isso ocorre por vários motivos, mas é mais comum quando a criança está sensível, com a imunidade baixa devido a um resfriado ou virose, ou quando suas fezes estão mais ácidas, com cheiro forte, o que pode ser motivado pela troca de alimentação.
Confira algumas dicas práticas para ajudar seu filho a se livrar desse incômodo e quando é caso de procurar o médico:
- Se perceber que a pele do bebê na região das penras e do bumbum está irritada, limpe-a bem com água morna e sabonete, e faça as trocas de fraldas ainda mais frequente. . É bom deixar o bebê por alguns minutos sem fralda, em caso de tempo quente, para ventilar o local.

- Pele vermelha pede proteção extra com pomada contra assadura. Busque produtos fáceis de remover para não machucar a pele do bebê. Eles devem conter substâncias hidratantes, regeneradoras e hipoalergênicas, sem perfumes e corantes, para evitar maior agressão da pele já irritada. Mas nada de fórmulas com antibióticos e antifúngicos, a não ser com indicação médica. Já existem pomadas que previnem e tratam as assaduras.

- Não use talco na troca da fralda. Apesar de parecer adequado para manter as dobrinhas secas, o produto pode abafar a pele e irritar ainda mais.Também há risco de as partículas serem aspiradas pelo bebê;

- Nada de investir em receitas caseiras, como maisena ou outras substâncias, sem consultar o pediatra.
- Se a irritação não melhorar em 24 horas e ocorrer infecção, procure um médico. As assaduras são bastante doloridas e vão irritar o bebê. Nos casos mais graves, pode até ocorrer febre.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O Fanti que sumiu

Eu estou mais triste que a Cecília, afinal sou mais apegada a coisas materiais do que ela (pois ela ainda não aprendeu o que é isso, se é que isso se aprende) mas o fato é que o Fanti Nana sumiu, quer dizer Cecília perdeu ele.
Isso aconteceu semana passada a Cecília saiu de carrinho com a babá e com ele e acho que deve ter deixado cair no meio do caminho porque quando elas se encontraram comigo o Fanti não estava lá, quando chegamos em casa eu jurava que ele estava no varal. Só dei falta dele no dia seguinte, porque a Cecília estava impossivel de dormir.
Agora ela meio que já esqueceu ele, pois estou revesando com os outro amigos, mas o Fanti era o companheiro de todas as noites desde que ela tinha 2 meses! Sempre dormia eu, ela e o Fanti na cama. É triste perder um amigo assim e ele esta fazendo falta.
Agora estou pensando sériamente se substituo ele ou não, a Cecília fica passando pra minha cama de madrugada por se sentir sozinha, ela me acorda ai tenho que dormir toda espremida (porque ela é toda espaçosa e minha avó esta dividindo a cama comigo). Tenho colocado os outros ursinhos mas a Cecília não gosta muito e acaba jogando eles no chão (acho que eles não servem pra dividir os sonhos com ela).
Quero tirar a chupeta da Cecília também, mas com essa perda do Fanti acho que vai ter q ficar pra outro momento.



 

 

 

Espero que nosso amigo Fanti esteja bem onde estiver.

Beijos da mamãe.

A cólica dos recém-nascidos

Cientistas dão mais um passo para um tratamento eficaz deste desconforto, que afeta cerca de 15% dos bebês

Redação Crescer


Beto Tchernobilsky
Que mãe nunca sofreu ao presenciar uma crise de cólicas de seu filho recém-nascido? Por mais que se tenha cuidado com a alimentação - dela e do bebê - em algum momento o desconforto intestinal aparece. No entanto, uma descoberta feita por pesquisadores da University of Texas Health Science Center, em Houston, promete melhorar a situação daquelas crianças que sofrem frequentemente com este problema.

Depois de analisar o organismo de 36 bebês, o estudo descobriu na bactéria Klebsiella uma possível causa das cólicas intestinais no início da vida. Os recém-nascidos sem cólicas, apresentavam diversos tipos de “boas” bactérias, enquanto aqueles com incômodo intestinal expunham apenas uma grande quantidade da Klebsiella e inflamação intestinal. Com a pesquisa, a bactéria entra para a lista de possíveis causas de dor intestinal em crianças com menos de 1 ano. Mas, as causas anteriores ainda são levadas em consideração.

Alguns pediatras afirmam que o motivo das cólicas - que atingem cerca de 15% dos recém-nascidos e costumam se manifestar no finalzinho da tarde ou no começo da noite - é a imaturidade do sistema digestivo. "No recém-nascido, os movimentos peristálticos (contrações da musculatura do intestino) ainda não estão coordenados e são um dos fatores para as cólicas dos bebês", diz o pediatra Moisés Chencinski.

Outra hipótese para o problema é o ar deglutido pelo bebê ao mamar no peito ou na mamadeira. Esse ar passa para o intestino, causando dor e fortes contrações. Por isso, os pediatras sempre recomendam que a mãe faça o bebê arrotar depois das mamadas.

E, ainda, a alimentação da mãe pode contribuir para o desconforto do bebê. Os médicos aconselham que sejam evitados alimentos que provocam gases, como chocolate, leite de vaca e seus derivados.

Segundo o estudo da University of Texas Health Science Center, cólicas podem preceder problemas de intestino mais graves, como a síndrome do intestino irritável e a doença celíaca. Por isso, é importante tomar medidas que amenizem este desconforto. “Um paciente que tem muitas cólicas deve ser observados durante os dois primeiros anos de vida”, explica Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo, em São Paulo.

Amamentar previne cólicas
O leite materno possui lactobacillus bifidus que impedem o crescimento bacteriano no organismo da criança. “Ele também é rico em imunoglobulina A, que protege a mucosa intestinal”, diz Hamilton Robledo. Além disso, o leite estimula o funcionamento do intestino pois é rico em lactose, o que faz com que o bebê evacue várias vezes e elimine muitos gases.

Na hora da dor
•Nunca deixe seu bebê chorando sozinho no berço. Pegue-o no colo e acalente-o, cantando músicas de ninar e fazendo movimentos suaves e ritmados.
•Ande pela casa, afague sua cabeça e faça massagens com uma leve pressão em sua barriguinha.
•Coloque-o de bruços sobre um lugar quentinho, que pode ser sua barriga ou um saco de água morna envolto numa fraldinha.
•Experimente dar um chá morno de erva-doce, sem açúcar. Ele quebra as moléculas dos gases e facilita a eliminação.
•Não perca a calma. Tenha em mente que seu bebê não está doente e que esse desconforto passará em pouco tempo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Mães - Filtro Solar

Sabe aquele CD que o Pedro Bial fez a alguns anos atras. um que ele narra alguns textos e que alguns amigos famosos fizeram parte também, Filtro Solar,então nesse CD tem um texto/música muito lindo narrado pela Fernanda Montenegro que fala sobre as mães.
É um texto bem divertido e faz nós mães reflertirmos sobre nós e nossos filhos e a grande batalha da criação.

Segue texto e video.
Beijos Tenikey



Fernanda Montenegro - Mães 

Mães, geralmente é a vocês que cabe a educação dos filhos, sobretudo no capítulo modos à mesa, arrumação do quarto etc. 
Não sejam preguiçosas! É mais fácil fazer que ensinar.
Mas tenham coragem, ensinem.
E comecem cedo para que os bons hábitos se tornem
uma segunda natureza e não um procedimento
para se ter na frente das visitas.

Seja rigorosa! Eles vão te odiar às vezes.
Você vai querer esganá-los freqüentemente.
Faz parte entre as pessoas que se amam.
Mas um belo dia alguém vai dizer o quanto seu filho é educado, prestativo, gentil, querido. Você vai desmaiar de surpresa e felicidade.

Eu nunca me esqueço daquela história da mãe que
se dirigiu a uma especialista em boas maneiras para saber com que idade ela deveria colocar seu filho no curso. Ao saber que o filho estava com três meses de idade ela respondeu: "Mas talvez seja muito tarde!".

Não morra de vergonha se seu filho der um vexame
na frente dos seus amigos.
Não valorize os erros nem bronca em público.
Nunca trate a criança com se ela fosse uma débil mental,
elas entendem tudo!

Use sempre um bom vocabulário.
Isso aumenta a capacidade lingüística das crianças
e não fique para morrer de culpa se algum dia precisar
frustrar seu filho, tipo promessa que não pode ser cumprida, etc.
Apesar do que dizem os especialistas, uma frustraçãozinha de vez em quando prepara a criança
para aprender a suportá-las quando no decorrer da vida elas infelizmente acontecerem.

O palavrão. É dito por todos.
Até em televisão, escrito nos jornais, etc.
Pretender que uma criança não repita é puro delírio.
Vamos moderar.
Mas a regra de ouro seria:
palavrão na linguagem corriqueira uma coisa,
mas não pode ser usado jamais na hora da raiva, da briga.
Isso vale também para os adultos.

Ensinem, obriguem seus filhos a cuidarem da bagunça que fazem.
O copo de Coca-Cola? De volta pra cozinha.
A revistinha que acabou de ler? Para o quarto.
Os milhares de papeizinhos de Bis? Amassar e jogar no cinzeiro.
A lista não tem fim porque a imaginação de uma criança para instalar o caos onde quer que esteja é também infinita.

Alguns mandamentos:
Não sair pra se servir correndo na frente dos outros.
O ideal, aliás, seria que as crianças até certa idade fizessem as refeições antes dos adultos, com as mães ali ao lado, patrulhando as boas maneiras.
Não deixar cair um grão sequer na mesa.
Não encher demais o prato. fome no mundo, etc, etc...
Se encher que coma tudo.
A partir dos cinco anos, não cortar a carne toda de uma vez. Cinco? Talvez eu tenho exagerado. Sete.
Não misturar carne com peixe.
Macarrão com farofa, etc. isso é cultura.
Pedir licença pra se levantar quando a refeição terminar,
pode alegar que precisa estudar, para evitar aquela tortura de ficar na mesa até a hora do café.
Um suplício.
Não bater a porta do quarto com estrondo nem quando brigar com o irmão.
gritar se for por mordida de cobra.
Ou ficar mudo ou estático dentro do elevador.
Não chamar a amiga da mãe de tia.
Alias não chamar ninguém de tia a não ser
as tias de verdade.
E pra deixar bem claro: tia Rosina, tia Helena, nunca tia .
Eu adoro bebes! Quando começa a idade da correria,
eu confesso que adoro um pouco menos.
Eu tenho que dizer isso bem baixinho pra não ofender as mães.
Vamos então falar dessa fase sublime:
Elas gostam de passar no espaço de quinze centímetros que existe entre o sofá e a mesa, brincam de pique numa sala de dois por três.
Colocam a cadeira na frente da televisão,
se penduram nos lustres, pintam as paredes da sala,
o teto e etc, etc e tudo aos gritos.
Eu penso que esta talvez seja a fase de maior energia do ser humano.
Ah, é a idade das guerras de travesseiros, das almofadas que voam pela janela.
Jovens pais adoram essas traquinagens.
Tudo bem.
Mas não ache tão estranho se alguns de seus amigos
não curtirem tanto quanto você essa fase tão adorável dos seus filhotes.
Crianças são difíceis mesmo, é preciso muita paciência pra agüentar o que elas freqüentemente aprontam.

Mas as crianças crescem, e um dia querem trazer
a namorada pra dormir em casa.
Dinheiro para o Motel se você der.
Então o que fazer?
Claro, a gente compreende a situação mas francamente,
ter que cruzar no corredor com a gatona despenteada
de camiseta e escova de dente na mão talvez perguntando:
"Tia, pra me emprestar uma escova de cabelo?"
OK, . Mas e se você tem três filhos?
Vão ser três gatonas?
Acho que eu liberaria a casa nos fins de semana
e iria dormir no sofá da casa da minha mãe,
de um amigo, no banco da praia, deixando a garotada à vontade.
Eles e eu numa boa.
Mas ate domingo às dezenove horas, nem um minuto a mais.

Mesmo os filhos mais modernos costumam ser caretésemos em relação as suas próprias mães.
Portanto, anotando, na frente dos filhos:
Mãe não namora, não toma mais de um drink,
não fala que acha o Jeff Bridge um tesão.
Perdão! Mãe não pronuncia essa palavra.
Nem sabe o que quer dizer.
Não usa mini-saia, não pode adorar Madona,
pode gostar de Roberto Carlos, Julio Iglesias.
Eles te amam, mas essas preferências sempre incomodam.

Nem amigos comuns se deve ter por precaução.
Portanto quando o destino colocar vocês na mesma festa,
pareça o que eles querem que você seja, anule-se.
Tenha pouca, pouquíssima personalidade.
Faça o tipo distinto e alegre, se possível, use uma peruca grisalha. Seja discreta e assexuada, tenha poucas opiniões, se enturme com os mais velhos e trate os mais jovens como se fosse assim uma tia simpaticona, nada mais. Ria das historias deles e não conte nenhuma sua.
Mãe não tem passado.
fale de receitas, crianças, se ofereça pra levar um vestido na costureira pra consertar, tenha bons endereços pra fornecer.
Dicas de cozinha, conte como era o mundo do seu tempo,
seus filhos vão adorar e depois dessa festa, correndo tomar um whisk duplo no bar do Bonju pra não ter um enfarte.

Em compensação, na frente dos netos, faça tudo que não deve e muito mais!
Netos costumam adorar avós, digamos, fora dos padrões.
É que eles sabem que vão poder contar com elas
como fortes aliadas nas crises de caretice dos pais.

Cruel? Não... apenas verdade.
E mais: Isso é que faz o Equilíbrio da Vida.

Dúvidas frequentes sobre cólicas em bebês

Elas são comuns até o terceiro mês de vida. O segredo é manter a calma

Cristiane Rogerio


 Fernando Martinho
1 - É comum o bebê ter cólicas?
É comum e esperado. O período mais crítico é entre os 15 e os 45 dias, mas pode acontecer até o terceiro mês de vida do recém-nascido. Em geral, as cólicas aparecem sempre no mesmo horário.

2 - O que fazer quando o bebê começa a chorar?
Para o pediatra Glaucio José Granja de Abreu, a primeira coisa a fazer é observar. "O choro é uma forma de comunicação do bebê. Reflete também uma questão comportamental. Muitas vezes os recém-nascidos choram porque se sentem inseguros no ambiente que estão apenas começando a conhecer. Os pais precisam lembrar disso na hora do choro e devem tentar se acalmar. A tranqüilidade deles é benéfica para o bebê."

3 - Como saber se o choro é por cólica?
A descoberta é por eliminação. Os especialistas são unânimes: se o bebê chora, a primeira opção a ser considerada é fome. A segunda e a terceira também. Depois, a indicação é verificar se ele está com calor, frio ou se fez cocô ou xixi. Cólica vai para o fim da lista.

4 - Por que ocorrem as cólicas?
A imaturidade do sistema digestivo é a explicação fisiológica dada pelos médicos. Essa condição implica movimentos reflexos (sem controle) de contração e relaxamento, que podem resultar em gases e levar à cólica. A tensão ou o estresse do ambiente podem ter influência, acentuando o sintoma. Aos poucos o organismo da criança vai regularizando o mecanismo, assim como acontece quando ela aprende a andar ou a falar. O movimento do intestino também precisa de um tempo para se coordenar. Para o bebê, tudo é novidade. Nem eliminar gases ele sabe. Apenas sente o incômodo e chora.

5 - É recomendado o uso de chás ou remédios fitoterápicos como a funchicória? Segundo os especialistas, não há qualquer comprovação científica de que os chás ou a popular funchicória tenham eficácia no combate às cólicas. Eles podem até fazer o bebê parar de chorar, mas é porque a atenção dele foi desviada para uma sensação nova no paladar. Esse seria, como dizem os médicos, um efeito placebo. "No caso da funchicória, o fato de ser doce pode ajudar a acalmar a criança", diz o pediatra Ricardo Toma. Ele ressalta que, de qualquer forma, a indicação de qualquer medicamento para cólicas só pode vir do pediatra.

6 - As massagens e o uso de bolsa de água quente funcionam?
A "ginástica" de esticar e encolher as perninhas favorece a eliminação dos gases. Fazer massagens, esquentar a barriga do bebê com bolsa de água quente ou com uma fralda quente ajuda a acalmar. Mudá-lo de posição também. Na hora da cólica, os bebês costumam sentir mais conforto quando carregados de barriga para baixo. Como a barriguinha fica pressionada contra o braço do adulto, o efeito é o mesmo da massagem ou da fralda quente. E idem se a mãe deitar o bebê de bruços sobre a sua barriga.

7 - Colocar o bebê para arrotar pode evitar cólicas?
Evita outro desconforto para o bebê, semelhante à cólica, que é a retenção daquele ar deglutido na amamentação. Mas a cólica tem origem na ação intestinal.

8 - A alimentação da mãe tem influência?
Segundo os especialistas, não há estudos científicos que comprovem esse efeito. Como acontece com qualquer pessoa e em qualquer fase da vida, a alimentação deve ser pautada pelo bom senso. "A mãe não deve deixar de se alimentar bem por medo de provocar cólicas na criança", alerta o pediatra Antonio Carlos Marcelo, de Brasília.

9 - A ansiedade dos pais piora o problema?
Com certeza, pois deixará o bebê mais agitado, tenso, desconfortável. Certa ansiedade, no entanto, é inevitável, lembra Sandra de Oliveira Campos, professora do Departamento de Pediatria da Unifesp. "Um bebê novo em casa provoca muitas mudanças. Os pais estão conhecendo o filho e aflições e dúvidas são naturais. Ter consciência disso e de que o choro do bebê é o único recurso de comunicação, e não um problema, já é um primeiro passo para aliviar a ansiedade", afirma.

10 - O que pode ser feito para manter a tranqüilidade?
Os pais perceberão que a cólica tem horário certo. Assim, a dica é fazer com que o ambiente esteja o mais tranqüilo possível nesse momento. Evitar que muitas pessoas estejam no local e colocar uma música suave pode ajudar a criar um clima mais relaxado. "Isso favorece a proximidade com a criança. O aconchego é mais importante para o bebê que qualquer receita milagrosa", conclui o pediatra Ricardo Toma.

Receitas gostosas para seu filho comer.

Seu bebê já come papinha? Não sabe o que fazer pra ele comer?  Quer fazer uma comidinha diferente?
Uma parceria do site do Bebê com a Nestlé você vai encontrar várias receitas gostosas, de sucos, sopas e papinhas, com muitas dicas saborosas.
Segue abaixo duas receitas deliciosas, essas e outras você encontra aqui.


Creminho de abóbora
Rendimento: 1 porção
Ingredientes:
meia xícara (chá) de abóbora
1 pitada de sal
3 colheres (sopa) de MUCILON Multicereais
Modo de preparo:
Em uma panela, cozinhe a abóbora com uma xícara (chá) de água por cerca de15 minutos em fogo baixo. Desligue e misture o sal e o MUCILON. Sirva.

Sopa suculenta de músculo, abóbora, agrião, ervilha e macarrão
Rende 1 porção
Ingredientes:
1 pedaço de músculo cortado em cubinhos
1 colher de sobremesa de óleo
1 colher de sopa de cebola ralada
1 xícara de chá de abóbora picada
1 colher de sopa de ervilha cozida
6 folhinhas de agrião
½ colher de café de sal
1 colher de sopa de macarrão conchinha
1 e ½ copo de água filtrada

Para bebês de 6 a 12 meses, a sopa não deve ficar na geladeira por mais de 24 horas. Se a idéia é guardá-la por mais tempo, é melhor congelar.
Modo de preparo:
Coloque todos os ingredientes, menos o macarrão, numa panela e cubra com água. Deixe cozinhar até que a carne fique macia. Coloque o macarrão e espere até que esteja cozido.
Dica:
Para bebês de 6 a 12 meses, a sopa não deve ficar na geladeira por mais de 24 horas. Se a idéia é guardá-la por mais tempo, é melhor congelar.

(O Menestrel - William Shakespeare)

Depois de algum tempo você aprende a diferença,
a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se.
E que companhia nem sempre significa segurança.
Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante,
com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprende a construir todas as suas estradas no hoje,
porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos,
e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que, não importa o quanto você se importe,
algumas pessoas simplesmente não se importam…

E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa,
ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…
E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida,
mas quem você tem na vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa,
ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa…
por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas;
pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós,
mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros,
mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser,
e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo…
mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão…
e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade,
pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação,
sempre existem, pelo menos, dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer,
enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai
é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve
e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens…
Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva,
mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame
não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode,
pois existem pessoas que nos amam,
mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…
Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga,
você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,
o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma,
em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar…
que realmente é forte,
e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem
que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Dedo, chupeta e os problemas para os dentes das crianças

Com a chegada dos primeiros dentes, o ideal é que a criança pare de chupar o dedo ou a chupeta
Iara Biderman

Nilson Cardoso
Na fase dos dentes de leite, uma das preocupações dos odontopediatras e dos pais é o hábito de usar chupeta ou chupar o dedo. Esses hábitos correspondem a um instinto natural dos bebês, o da sucção, e, principalmente para os que não mamam no peito, são uma espécie de mal necessário – o bebê precisa mesmo sugar e não se deve privá-lo disso.

Porém, os movimentos de sucção realizados para chupar o dedo ou a chupeta estão longe de ser os ideais para a dentição do bebê. Diferentemente dos movimentos para sugar o peito, não favorecem de forma correta o desenvolvimento da musculatura e dos ossos faciais, prejudicando assim a deglutição, a mastigação e a fala. A freqüência, a intensidade e a duração desses hábitos podem determinar problemas ortodônticos nos dentes permanentes.

É mais fácil controlar esses três fatores (freqüência, intensidade e duração) com a chupeta do que com o dedo. A primeira pode ser retirada em momentos estratégicos (assim que o bebê adormece, por exemplo) e o dedo está, literalmente, "sempre à mão". É mais fácil, também, tirar a chupeta na época necessária – sendo o ideal até os 2 anos, segundo os dentistas. Mas eles também acreditam que, se o hábito for removido até os 3 ou 4 anos, eventuais problemas ortodônticos podem ser revertidos.

O que o hábito pode causar

- Deixar a arcada muito estreita ou muito aberta.
- Favorecer a mordida cruzada.
- Empurrar os incisivos superiores para frente.
- Prejudicar o formato do palato (céu da boca).

Como minimizar esses efeitos

- Use chupetas ortodônticas.
- Não ofereça a chupeta a todo momento nem ao menor sinal de choro do bebê.
- Não deixe a chupeta pendurada na roupa ou em correntinhas, sempre à disposição.
- Assim que a criança adormecer, retire a chupeta.
- Se o bebê chupa o dedo, tente substituir pela chupeta ortodôntica.
- Quando a criança estiver com o dedo na boca, atraia sua atenção para atividades que ocupem as mãozinhas.