domingo, 7 de fevereiro de 2010
Desfraldar: e a saga continua.
Eu tentando convencer Cecília a fazer o cocôzinho no banheiro, mas dessa vez ela só me enrrolou... Mas saca só o papo da menina.
beijos
sábado, 6 de fevereiro de 2010
7 coisas que você tem de saber sobre a birra
Qual a idade da birra? Dá para evitar? Veja resposta para essas e outras dúvidas comuns sobre o assunto
• Até 2 anos: se vir que o não vai magoar a criança, em qualquer situação, mude de ambiente para distraí-lo e proponha uma brincadeira.
• Entre 2 e 5 anos: converse e prepare-o! Diga a ele para escolher para o aniversário ou para a próxima data festiva. Você também pode avisar que aquele brinquedo é muito caro e sugerir um mais barato. Se não puder comprar, é melhor falar a verdade. No caso de ter que levá-lo a um shopping ou mercado, peça a ajuda do seu filho. Pegar um produto na prateleira, segurar uma sacola bem leve, pergunte a opinião sobre uma cor de roupa. Ele precisa se sentir útil para não ficar irritado.
SEMPRE: Não esqueça que tudo deve ser dito na linguagem que a criança entenda. Usar tom “de adulto” é cansativo, difícil e chato. E, claro, sempre conversar com a criança baixando até a altura dela.
• Se a criança estiver em um lugar perigoso, retire-a de lá imediatamente, não importe a intensidade do berro dele.
• Mantenha a calma. Não esqueça que você serve de modelo para seu filho e quanto mais calmo ficar, mais rápido a situação vai se resolver.
• Não grite. Como é uma explosão dos pais, não há criança que suporte isso!
• Nunca, jamais, bata no seu filho.
• Desvie o foco da criança. Como ela está nervosa, evite conversar muito na hora. Melhor falar menos e agir mais. Até os 5 anos, a criança não consegue manter a concentração nas palavras por mais de 30 segundos.
• Quando perceber que ela se acalmou, dê um abraço bem gostoso para mostrar a ela que está tudo bem!
Para ser educativo, a criança precisa entender a relação entre o que fez e a consequência. A punição deve acontecer no mesmo momento, pois as crianças têm uma visão imediatista: ainda não aprenderam a pensar a longo prazo. Ou seja, depois de algum tempo, não sabem por que estão sendo castigados, esqueceram da birra e da importância que demos a ela.
E não é muito repetir: não estamos falando de palmada, beliscão ou tapa. Isso tudo está mesmo fora de cogitação.
Fontes: Anne Lise Scapaticci, psicanalista infantil (SP), Silvana Rabello, psicóloga e professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Simone Savaya, psicóloga infantil (SP), Dedé Ladeira, coordenadora pedagógica da Escola Santi (SP), Guillermo Ballenato, psicólogo espanhol, José Martins Filho, professor de Pediatria da Unicamp (SP), Ivan Roberto Capelatto, psicólogo e psicoterapeuta (SP), Linda Derviche Blaj, coordenadora de educação infantil do Colégio I. L. Peretz (SP), Teresa Bonumá, psicoterapeuta familiar (SP)
1. Qual é a idade da birra?
O tipo de birra clássica – aquela que a criança adora fazer no supermercado, batendo o pé, berrando, se jogando no chão e que deixa a gente morrendo de vergonha – acontece com mais frequência entre 2 e 5 anos, mas pode começar a partir dos 6 meses e só terminar aos 8! Muito depende do tipo de criação que a família vai dar e outro tanto da personalidade da criança. Caso seu filho ultrapasse os 6 anos ainda tendo ataques de birra constantes, é melhor procurar a ajuda de um especialista. Pode ser que ele esteja sofrendo com algum problema ou acontecimento recente. Mudança de casa, de escola, a morte de um parente querido ou de animal de estimação, a separação dos pais e até mesmo a falta de diálogo em casa podem atrasar o desenvolvimento da criança. Essa é uma das formas de ele pedir socorro. 2. Por que ela acontece?
Isso acontece porque as crianças ainda não têm maturidade suficiente para lidar com uma determinada frustração e acabam explodindo. Essa explosão vem em forma de choro incontrolável, gritos e aquela movimentação intensa difícil de conter. Na verdade, em algumas situações, as crianças estão testando o limite dos pais para descobrir até onde podem chegar. Outras vezes, a birra é apenas um pedido de ajuda inconsciente para lidar com um sentimento novo que é a frustração. 3. Dá para evitar?
Sim, porque o ataque de birra começa muito antes dos berros e do choro. É uma manha, um pedido que não pode ser realizado, um lugar muito agitado e cheio de gente ou sono, cansaço etc. Quando os primeiros sinais surgirem, é hora de negociar levando em conta a idade da criança. Se você precisa enfrentar um lugar tumultuado, converse com seu filho antes de sair de casa e deixe claro o que não será permitido. Se na hora H, uma situação fugir do controle, e a criança pedir um brinquedo, por exemplo, tente negociar. • Até 2 anos: se vir que o não vai magoar a criança, em qualquer situação, mude de ambiente para distraí-lo e proponha uma brincadeira.
• Entre 2 e 5 anos: converse e prepare-o! Diga a ele para escolher para o aniversário ou para a próxima data festiva. Você também pode avisar que aquele brinquedo é muito caro e sugerir um mais barato. Se não puder comprar, é melhor falar a verdade. No caso de ter que levá-lo a um shopping ou mercado, peça a ajuda do seu filho. Pegar um produto na prateleira, segurar uma sacola bem leve, pergunte a opinião sobre uma cor de roupa. Ele precisa se sentir útil para não ficar irritado.
SEMPRE: Não esqueça que tudo deve ser dito na linguagem que a criança entenda. Usar tom “de adulto” é cansativo, difícil e chato. E, claro, sempre conversar com a criança baixando até a altura dela.
4. Como lidar com o ataque?
Infelizmente, não existe uma fórmula infalível. Tudo depende da criança, da idade e da situação. Mas, algumas dicas podem ajudar nesse desafio. Primeiro de tudo, pense se vale a pena entrar nessa batalha com seu filho. Ele realmente está exagerando? Está pedindo algo que já tem, ou está irritado, com sono ou fome, está calor demais? Muitas vezes, eles precisam de um lugar mais tranquilo para dormir ou se alimentar, ou simplesmente estar. • Se a criança estiver em um lugar perigoso, retire-a de lá imediatamente, não importe a intensidade do berro dele.
• Mantenha a calma. Não esqueça que você serve de modelo para seu filho e quanto mais calmo ficar, mais rápido a situação vai se resolver.
• Não grite. Como é uma explosão dos pais, não há criança que suporte isso!
• Nunca, jamais, bata no seu filho.
• Desvie o foco da criança. Como ela está nervosa, evite conversar muito na hora. Melhor falar menos e agir mais. Até os 5 anos, a criança não consegue manter a concentração nas palavras por mais de 30 segundos.
• Quando perceber que ela se acalmou, dê um abraço bem gostoso para mostrar a ela que está tudo bem!
5. Espaço para a rotina
Criança precisa de rotina, gosta de saber o que vai acontecer, o que pode e não pode fazer. Dá segurança e é transmissão de afeto. Isso vale para as situações mais cotidianas, como tomar banho, jantar e ir para a escola. Para isso acontecer, a família toda precisa se organizar. É como confundir a criança quanto aos valores da família: consegue imaginar como seria caótico um lar em que o certo e o errado se misturam? Para manter as regras é fundamental também facilitar para que elas sejam cumpridas: se você quer que ele sempre se comporte em um lugar público, não vai deixá-lo horas sentado em um restaurante cheio ou esperar que ele fique calminho em uma fila de banco, não? 6. Valorize o não
OK, você já sabe a importância de falar não para que seu filho aprenda a amadurecer e perceba que não terá tudo sempre à mão quando pedir. “Crianças que nunca são contrariadas acabam se tornando adultos irritados, agressivos e até infelizes. Afinal o mundo não dará somente o sim incondicional que os pais sempre disseram”, explica a psicanalista infantil e colunista do site CRESCER Anne Lise Scapaticci. E justamente por seus bons efeitos, a palavrinha não deve ser desperdiçada em situações completamente desnecessárias. Quando usado sem moderação, o não perde força e convida à desobediência. 7. Acerte no castigo
Não adianta punir crianças menores de 2 anos. Elas não têm maturidade suficiente para perceber que fizeram uma coisa errada, muito menos que estão pagando por isso. Mas, por exemplo, se ela joga um brinquedo no chão ou em alguém e você tira o brinquedo, já pode ser um castigo para ela. Quando a criança é maior, vale excluir algo importante para a criança, como o clássico “ficar sem TV”. “Castigos, quando bem aplicados, atendem ao senso de justiça que todas as crianças têm. A falta de punição, pelo contrário, as desorienta. Um olhar quieto e sério para um filho é um tipo de punição particularmente eficaz. O objetivo da punição é incomodar”, afirma o psicanalista Francisco Daudt da Veiga, em seu livro recém-lançado Onde Foi que Eu Acertei (Ed. Casa da Palavra). Para ser educativo, a criança precisa entender a relação entre o que fez e a consequência. A punição deve acontecer no mesmo momento, pois as crianças têm uma visão imediatista: ainda não aprenderam a pensar a longo prazo. Ou seja, depois de algum tempo, não sabem por que estão sendo castigados, esqueceram da birra e da importância que demos a ela.
E não é muito repetir: não estamos falando de palmada, beliscão ou tapa. Isso tudo está mesmo fora de cogitação.
Fontes: Anne Lise Scapaticci, psicanalista infantil (SP), Silvana Rabello, psicóloga e professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Simone Savaya, psicóloga infantil (SP), Dedé Ladeira, coordenadora pedagógica da Escola Santi (SP), Guillermo Ballenato, psicólogo espanhol, José Martins Filho, professor de Pediatria da Unicamp (SP), Ivan Roberto Capelatto, psicólogo e psicoterapeuta (SP), Linda Derviche Blaj, coordenadora de educação infantil do Colégio I. L. Peretz (SP), Teresa Bonumá, psicoterapeuta familiar (SP)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Papinha de carne com feijão
Ingredientes:
300 g de carne de boi (músculo, peito, braço)
1 cenoura grande
2 abobrinhas pequenas
1 1/2 xícara de couve picada
1 1/2 colher (sopa) de salsa picada
1 1/2 xícara de feijão cozido
1 colher (sopa) de óleo ou margarina
300 g de carne de boi (músculo, peito, braço)
1 cenoura grande
2 abobrinhas pequenas
1 1/2 xícara de couve picada
1 1/2 colher (sopa) de salsa picada
1 1/2 xícara de feijão cozido
1 colher (sopa) de óleo ou margarina
Preparo:
Não descasque a cenoura e as abobrinhas, apenas raspe a casca da cenoura delicadamente com uma faca, e escove bem as abobrinhas.
Pique bem miúdo a carne, os legumes, as verduras, a salsa e rale a cebola.
Em uma panela grande com 3 litros de água fria, leve ao fogo brando todos os ingredientes, com exceção da margarina ou do óleo.
Tampe a panela e deixe cozinhar por cerca de 3 horas ou até que todos os ingredientes fiquem bem macios e praticamente desmanchados.
Desligue e junte a margarina ou o óleo.
Dica: O sal deve ser utilizado na menor quantidade possível, para que a criança aprenda a identificar o sabor dos alimentos.
Rendimento: 12 porções
Essa receita é bem grande (12 porções), mas se você preferir pode reduzir na quantidade dos alimentos pra fazer apenas 1 porção. Assim o bebê come a comida sempre fresquinha.
Eu recomendo amassar apenas no garfo, assim a criança aprende a sentir os varios sabores e acostuma a mastigar (mesmo sem dentes). Fiz assim com minha filha e nunca tive problemas. Outra dica é substituir a margarina/óleo por azeite, pois o este ajuda na digestão e prisão de ventre.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Banner da Steph
Quero agradecer de coração a linda e fofissíma Stephanie (@enjoyafanta) minha amiga da twitterland, pelo lindissímo banner que ela me deu de presente.
Eu amei!!! E nem tenho palavras agora (sem exagero).
A Steph é a futura mamãe da Valentina, e faz parte da minha tchurma da barriga. Eu gostei dela desde a primeira vez que falei com ela, ainda mais que ela lembra muito uma moça que foi minha amiga na infancia. rsrs
Se quiserem encomendar um layout ou saber mais das coisinhas que a Steph faz, vai lá no blog dela dar uma espiada, essa menina faz tudo bonitinho e de primeira! A grande diferença
Beijos pra Steph e pra linda Valentina!
Eu amei!!! E nem tenho palavras agora (sem exagero).
A Steph é a futura mamãe da Valentina, e faz parte da minha tchurma da barriga. Eu gostei dela desde a primeira vez que falei com ela, ainda mais que ela lembra muito uma moça que foi minha amiga na infancia. rsrs
Se quiserem encomendar um layout ou saber mais das coisinhas que a Steph faz, vai lá no blog dela dar uma espiada, essa menina faz tudo bonitinho e de primeira! A grande diferença
Beijos pra Steph e pra linda Valentina!
Tirar leite com bombinha e armazenar
NO COMEÇO É DIFÍCIL, ATÉ MEIO ESTRANHO, MAS DEPOIS QUE VOCÊ SE ACOSTUMA, PODE GARANTIR QUE SEU FILHO RECEBA O INSUBSTITUÍVEL LEITE MATERNO MESMO QUANDO VOCÊ TIVER QUE CHEGAR TARDE EM CASA OU VOLTAR A TRABALHAR

Tirar o seu próprio leite e armazená-lo para que seu bebê continue amamentado na sua ausência exige paciência e persistência. O corpo produz exatamente a quantidade que o bebê consome. Então, nas primeiras vezes, não se assuste se sair pouquinho leite. Com o passar dos dias, seu organismo vai 'pensar' que o bebê está mamando mais e produzirá de acordo.Para evitar contaminação, alguns cuidados especiais são necessários, a começar pela escolha do local em que será feita a coleta. Evite banheiro e cozinha, as áreas mais contaminadas da casa. O melhor mesmo é usar o quarto ou a sala para recolher o leite.Retire pulseiras, anéis e relógio e prenda os cabelos. Se possível, coloque uma touca ou lenço para tirá-los de circulação. Lave as mãos até a altura do cotovelo com água e sabão, enxágüe bem e depois as seque com uma toalha limpa ou papel descartável.Pronto, agora é só seguir as nossas instruções. E cuidado: geralmente você não deve ultrapassar dez minutos em cada mama com a bomba elétrica, para não ferir os
mamilos. A coleta com bomba elétrica leva cerca de 15 minutos. Com uma bomba manual, pode chegar a 45 minutos.Com um pouco de prática, seu filho vai continuar desfrutando das vantagens do leite materno. Vale ou não vale muito a pena?
Você vai precisar de:
fralda ou máscara para a boca
+ kit bomba tira-leite
+frasco de vidro com tampa plástica para o armazenamento
+panela
+pano para o escorrimento
+bacia para o descongelamento
Preparativos:

1. Coloque uma fralda ou máscara (como aquelas de médico) sobre o nariz e a boca e evite conversar durante a coleta. Assim, não há risco de a saliva contaminar o leite.

2. Sente-se com a postura correta em poltrona confortável. Pode ser a que você usa para amamentar.

3. Abra o sutiã de amamentação, massageie as mamas utilizando os dedos (indicador e médio) e faça movimentos circulares da aréola (parte mais escura da mama) para o corpo.

4. Com a palma da mão, massageie a mama em movimentos circulares em direção ao tronco.
Retirada:

5. Coloque o funil da bomba tira-leite com o mamilo bem centralizado. Relaxe e pense no seu filho. Deixar uma foto dele à vista pode ajudar.

6. Acoplada ao bico do seio, a bomba exerce uma pressão negativa (vácuo), extraindo o leite.

7. Deixe a bomba na velocidade mais baixa e vá aumentando aos poucos para que seus seios se acostumem e não fiquem machucados.

8. Algumas bombas têm um botão que, pressionado, interrompe brevemente a sucção, imitando o modo de o bebê mamar.
Armazenamento:

1. Para armazenar o leite, utilize um frasco de vidro com tampa plástica (exemplo: frasco de café solúvel ou maionese).

2. Ferva frascos e tampas (sem o papel interno da tampa) por 15 minutos após a água levantar fervura (a água deve cobrir todos os frascos).

3. Deixe-os escorrer em um pano limpo e seco e tampe-os sem tocar na parte interna das tampas.

4. Identifique o frasco com data e horário da coleta. O leite dura 24 horas na geladeira e 15 dias no freezer.

5. Guarde na geladeira, se for usar em até 24 horas, ou no congelador. O descongelamento do frasco pode ser feito em uma bacia com água em temperatura ambiente.

6. Aqueça em água quente (banho-maria desligado). Mantenha o frasco por alguns segundos e agite. Repita até amornar o leite, que deve ser oferecido ao bebê em até 24 horas após descongelado.
HORÁRIO:
O momento mais adequado para a coleta é após as mamadas ou quando as mamas estiverem muito cheias. Se você já voltou ao trabalho, retire o leite nos momentos em que seu filho mamaria caso você estivesse em casa. Assim, você evita que sua produção de leite diminua.
SEM SOFRIMENTONo:
Caso de o mamilo estar machucado (fissura) a coleta não deve ser feita com a bomba. Espere o seio se recuperar ou você pode piorar ainda mais a situação.
DOAÇÃO:
Se você tem leite sobrando, não desperdice. Doe aos bancos de leite, assim você ajuda a recuperação de bebês prematuros. Para saber como doar, acesse o site www.fiocruz.br/redeblh, que traz endereços de bancos de leite
BOMBA DE ALUGUEL:
Como o preço é alto, nem sempre é possível comprar uma bomba elétrica. Não desista: algumas empresas alugam bombas, como a Leite Fácil: SAC (11) 3285-6583. Site: www.leitefacil.com.br
* CONSULTORIA: Banco de Leite – Hospital Albert Einstein
* AGRADECIMENTO: Taís de Carvalho Pinto e sua filha Luana, pelo passo-a-passo.
FONTE: Pais e Filhos
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