Encerramento do bimestre.
Algumas atividades da Cecília.
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segunda-feira, 23 de abril de 2012
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Cecília - Avaliação Escolar
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Desenvolvimento,
Escola,
História de Cecília
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Dentista
Sexta-feira passada foi a primeira ida da Cecília ao dentista.
Eu estava super apreensiva, porque não sabia como ela ia se comportar e receosa dela não deixar a doutora fazer os procedimentos. MAS...!!!
Mas eu me surpreendi com a minha pequena gigante, ela se comportou super bem! Deixou a dra. usar as 3 escovinhas e passar o remedinho. Saiu de lá com uma escova de dentes nova!
O que eu fiquei muito feliz é que a Cecília não tem nenhuma cárie e esta tudo OK com os dentinhos dela.
A dra me ensinou o jeito certo de escovar os dentinhos da Cecília e desde sexta a Cecília tem deixado eu escovar os dentes dela sem brigas! Na hora que eu falo, "Cecília escovar os dentes" ela ja está do meu lado com a boca aberta!!! #umafofa
Agora o retorno é em Fevereiro, tomara que a gente continue assim, nota 10!
Eu estava super apreensiva, porque não sabia como ela ia se comportar e receosa dela não deixar a doutora fazer os procedimentos. MAS...!!!
Mas eu me surpreendi com a minha pequena gigante, ela se comportou super bem! Deixou a dra. usar as 3 escovinhas e passar o remedinho. Saiu de lá com uma escova de dentes nova!
O que eu fiquei muito feliz é que a Cecília não tem nenhuma cárie e esta tudo OK com os dentinhos dela.
A dra me ensinou o jeito certo de escovar os dentinhos da Cecília e desde sexta a Cecília tem deixado eu escovar os dentes dela sem brigas! Na hora que eu falo, "Cecília escovar os dentes" ela ja está do meu lado com a boca aberta!!! #umafofa
Agora o retorno é em Fevereiro, tomara que a gente continue assim, nota 10!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Simplesmente não
Se o seu filho está prestes a completar 3 anos de idade, prepare-se para a fase do não. Isso mesmo, aquele pequeno ser humano que já recebeu seus aplausos por atender aos pedidos da mamãe está prestes a mudar. Mesmo assim, não há motivos para se preocupar. Como tudo na vida, essa fase passa e deixa com ela uma criança mais confiante e ciente de seus limites.
Na fase do “não” aceitar as ordens, as frases mais comuns são: “Não quero, não vou, não faço, não estou com vontade”. Tudo isso porque a criança está construindo sua identidade, quer ter controle sobre sua vidinha, determinar quando, como e aonde ela vai. Nessa idade, não é só rebeldia, como muitos pensam ser. O sentimento de ter a vontade própria é intenso a partir desse período, que vai até o final da primeira infância, quando conquistou seu espaço, e volta a se intensificar na adolescência. Em mais uma das dezenas de etapas da transição pelas quais a criança vai passar ao longo da vida, é nessa que ela deixa de ser bebê para entrar na infância, um período delicado do ponto de vista emocional.
A orientação dos especialistas para superar essa fase é que os pais ouçam os seguidos “nãos”, sem deixar que todas as vontades imperem. Pessoas muito rígidas ou pouco sensíveis para essa questão podem não notar que o maior desejo dessa criança é o de ser percebida. Nesse sentido, os pais não podem ter um comportamento rígido nem ceder à primeira manha. O segredo é ponderar, sempre.
VIA: Boletim Crescer
Na fase do “não” aceitar as ordens, as frases mais comuns são: “Não quero, não vou, não faço, não estou com vontade”. Tudo isso porque a criança está construindo sua identidade, quer ter controle sobre sua vidinha, determinar quando, como e aonde ela vai. Nessa idade, não é só rebeldia, como muitos pensam ser. O sentimento de ter a vontade própria é intenso a partir desse período, que vai até o final da primeira infância, quando conquistou seu espaço, e volta a se intensificar na adolescência. Em mais uma das dezenas de etapas da transição pelas quais a criança vai passar ao longo da vida, é nessa que ela deixa de ser bebê para entrar na infância, um período delicado do ponto de vista emocional.
A orientação dos especialistas para superar essa fase é que os pais ouçam os seguidos “nãos”, sem deixar que todas as vontades imperem. Pessoas muito rígidas ou pouco sensíveis para essa questão podem não notar que o maior desejo dessa criança é o de ser percebida. Nesse sentido, os pais não podem ter um comportamento rígido nem ceder à primeira manha. O segredo é ponderar, sempre.
VIA: Boletim Crescer
sábado, 1 de outubro de 2011
A criança de 2 anos e 9-10 meses
Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
Desenvolvimento físico: ainda os dentes...
Os últimos dentes-de-leite, quatro segundos molares, geralmente aparecem entre os 2 e quase 3 anos, e sua chegada costuma ser bastante dolorida devido ao tamanho maior e ao "estrago" para irromper a gengiva. Às vezes a criança fica até febril e volta a acordar no meio da noite, depois de já ter superado essa fase.
Felizmente, a dor não dura mais que um ou dois dias para cada dente. Enquanto o incômodo não passa, é possível que seu filho queira morder ou chupar alguma coisa em busca de alívio, então tenha à disposição mordedores gelados ou até uma toalhinha úmida congelada ou quente (não excessivamente).
Se os sintomas estiverem muito ruins, converse com seu pediatra sobre o uso de alguma pomada tópica para ajudar. Felizmente, na maioria das crianças a fase chata passa logo.
Felizmente, a dor não dura mais que um ou dois dias para cada dente. Enquanto o incômodo não passa, é possível que seu filho queira morder ou chupar alguma coisa em busca de alívio, então tenha à disposição mordedores gelados ou até uma toalhinha úmida congelada ou quente (não excessivamente).
Se os sintomas estiverem muito ruins, converse com seu pediatra sobre o uso de alguma pomada tópica para ajudar. Felizmente, na maioria das crianças a fase chata passa logo.
Peso e altura
Com a aproximação dos 3 anos, o corpo da maioria das crianças já não tem mais aquela aparência gordinha e o tronco fica mais longilíneo, "fininho". Com isso, dá para saber se o peso do seu filho está adequado? Provavelmente, o pediatra terá como mostrar a você uma tabela ou um gráfico com o progresso do peso e da altura ao longo dos anos e comparado à média das outras crianças. Outro fator que levará em conta é a herança genética da família.
Mesmo assim ainda é cedo para se preocupar demais com excesso ou falta de gordura. Uma criança gordinha ou magrinha não necessariamente indica que tipo de corpo terá quando adulta. O mais importante é se certificar que a alimentação do seu filho seja saudável e variada e que ele tenha oportunidade de correr e brincar bastante.
É verdade que, dada a crescente taxa de obesidade infantil no mundo, mesmo em países antes mais marcados pela desnutrição, como o Brasil, os médicos têm buscado identificar cada vez mais cedo crianças em risco e realizar intervenções no estilo de vida para evitar o ganho de peso além da conta.
Um dos vilões do sobrepeso nesta idade geralmente é o acesso irrestrito a leite, sucos e refrigerantes. Crianças de 2 anos não precisam de mais que 500 ml de leite e 250 ml de suco (de preferência natural) por dia -- e, quanto aos refrigerantes, eles não trazem nenhum benefício à saúde.
Doces e salgadinhos também têm de ser limitados. Além de contribuir para o aumento de peso, acabam "deseducando" a criança em termos alimentares.
Mesmo assim ainda é cedo para se preocupar demais com excesso ou falta de gordura. Uma criança gordinha ou magrinha não necessariamente indica que tipo de corpo terá quando adulta. O mais importante é se certificar que a alimentação do seu filho seja saudável e variada e que ele tenha oportunidade de correr e brincar bastante.
É verdade que, dada a crescente taxa de obesidade infantil no mundo, mesmo em países antes mais marcados pela desnutrição, como o Brasil, os médicos têm buscado identificar cada vez mais cedo crianças em risco e realizar intervenções no estilo de vida para evitar o ganho de peso além da conta.
Um dos vilões do sobrepeso nesta idade geralmente é o acesso irrestrito a leite, sucos e refrigerantes. Crianças de 2 anos não precisam de mais que 500 ml de leite e 250 ml de suco (de preferência natural) por dia -- e, quanto aos refrigerantes, eles não trazem nenhum benefício à saúde.
Doces e salgadinhos também têm de ser limitados. Além de contribuir para o aumento de peso, acabam "deseducando" a criança em termos alimentares.
Desenvolvimento emocional e social: medos
Uma imaginação fértil, marco de crianças desta idade, é terreno ideal para criar monstros, fantasmas, dragões e outras criaturas misteriosas que costumam aparecer na calada da noite. O medo do escuro é também comum de ocorrer quando a mente de uma criança se torna capaz de inventar suas próprias histórias. Dá pena de ver seu filho tão assustado, mas saiba que esses medos são na verdade sinal de um sofisticado desenvolvimento cognitivo.
Procure acalmá-lo sem fazer pouco do que ele está sentindo ou contando. Não há nenhuma lógica, então embarque na fantasia dele e vá para o quarto em busca de algum objeto real que possa estar fomentando o medo. Às vezes uma sombra esquisita fica com cara de monstro e uma pequena fonte de luz no quarto ou corredor já resolve o problema.
Além de muito carinho e atenção, uma boa rotina da hora do sono ajudará seu filho a se desligar mais facilmente de todas as emoções do dia.
Procure acalmá-lo sem fazer pouco do que ele está sentindo ou contando. Não há nenhuma lógica, então embarque na fantasia dele e vá para o quarto em busca de algum objeto real que possa estar fomentando o medo. Às vezes uma sombra esquisita fica com cara de monstro e uma pequena fonte de luz no quarto ou corredor já resolve o problema.
Além de muito carinho e atenção, uma boa rotina da hora do sono ajudará seu filho a se desligar mais facilmente de todas as emoções do dia.
Quem manda aqui sou eu!
De repente, junto com todas aquelas novas palavras tão engraçadinhas pode aparecer também um novo traço de personalidade: a criança mandona! "Limpa aqui, mamãe!" ou "Papai, senta" são frases típicas.
A criança tem a percepção de que é o centro do universo, então nada mais natural do que acreditar que todos vivem em função dela. Embora não dê para argumentar contra isso neste momento, você pode e deve mostrar como é o jeito educado de tratar as pessoas, sempre incentivando seu filho a dizer "por favor", em um tom de voz gentil, quando quer alguma coisa.
Em algumas circunstâncias, tais atitudes servem mais como tentativas de obter atenção. Pode ser que uma exigência seja só uma maneira de indicar que ele quer ser ouvido ou quer que alguém brinque com ele naquele instante. De novo vale a ocasião para ensinar boas maneiras e para explicar que nem sempre você pode atendê-lo imediatamente, mas que o fará assim que possível (e faça!).
A criança tem a percepção de que é o centro do universo, então nada mais natural do que acreditar que todos vivem em função dela. Embora não dê para argumentar contra isso neste momento, você pode e deve mostrar como é o jeito educado de tratar as pessoas, sempre incentivando seu filho a dizer "por favor", em um tom de voz gentil, quando quer alguma coisa.
Em algumas circunstâncias, tais atitudes servem mais como tentativas de obter atenção. Pode ser que uma exigência seja só uma maneira de indicar que ele quer ser ouvido ou quer que alguém brinque com ele naquele instante. De novo vale a ocasião para ensinar boas maneiras e para explicar que nem sempre você pode atendê-lo imediatamente, mas que o fará assim que possível (e faça!).
Desenvolvimento da linguagem: palavras ofensivas e palavrões
Você nem se cabia de tanto orgulho pelas gracinhas que seu filho vinha falando até que um belo dia ouviu uma coisa chocante: ele chamou você de burra! Pense bem, era inevitável que isso acontecesse, já que ele está cercado por adultos que xingam no trânsito, irmãos e colegas mais velhos trocando insultos e programas de TV não necessariamente indicados para a sua faixa etária. Além disso, quando chama alguém de "cabeça-de-cocô", acaba provocando risadas na família.O jeito mais rápido de acabar com esse tipo de linguagem é ignorá-la. Se você ficar muito brava, vai acabar mostrando como certas palavras são poderosas e só levando-o a repeti-las sem parar. E prepare-se também, porque às vezes antes de a palavra morrer de vez ela vai ser falada mais do que nunca!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
O bafão de jacaré
Reparei nesses ultimos dias que a Cecília está com mau hálito. E olha que ela escova os dentes pelo menos 3 vezes por dia e antes de dormir.
Nunca levei a Cecília no dentista, mas vou marcar para proximo mês uma consulta pra ela, pra ver o porque do mau cheiro na boquinha. Também vou leva-la na pediatra porque pode ser a alimentação ou digestão.
Ela também costuma respirar um pouco pela boca, o tempo seco e muito quente daqui também não está ajudando na respiração.
Mau hálito (1 a 3 anos)
Meu filho anda com mau hálito. O que pode estar causando isso?
Crianças saudáveis (e adultos também!) podem às vezes apresentar mau hálito ou halitose. Veja a seguir alguns dos principais motivos que levam a isso:
• Higiene bucal ruim: é normal que bactérias vivam na nossa boca e interajam com partículas de comida localizadas entre os dentes, na gengiva, na língua e até na superfície das amígdalas. Isso pode levar ao mau hálito, especialmente se a comida ficar parada nesses lugares por muito tempo (na falta de uma boa escovação para removê-la).
Cáries, tártaro e abscessos dentários podem provocar mau hálito em crianças de qualquer idade, ao contrário da gengivite, mais comum de causar o problema em adultos.
• Boca seca: se seu filho respira pela boca -- por causa de um nariz entupido, por exemplo --, as bactérias na região tendem a crescer mais livremente.
• Corpo estranho: uma ervilha, feijão, pequeno brinquedo ou qualquer outro objeto estranho que seu filho tenha colocado no nariz pode causar mau hálito. Isso é especialmente comum entre crianças pequenas, que adoram colocar coisas onde não devem!
• Chupar dedo ou chupeta: eles podem acabar com mau cheiro, que passa para a boca, por causa da exposição contínua a saliva e bactérias bucais. Chupetas também podem acumular resíduos alimentares.
• Doença ou alergia: às vezes sinusite, amigdalite ou até alguma reação alérgica podem levar ao problema. Crianças com refluxo também tendem a ter um hálito com odor forte. Se esse for o caso, a criança provavelmente terá outros sintomas, como desconforto depois de comer.
• Alimentos fortes: cebola e alho, por exemplo, podem temporariamente causar mau hálito enquanto estão sendo processados pelo corpo.
Mais aqui:
Mau Hálito - Pais e Filhos
E criança tem mau hálito - Blog do tio dentista
Nunca levei a Cecília no dentista, mas vou marcar para proximo mês uma consulta pra ela, pra ver o porque do mau cheiro na boquinha. Também vou leva-la na pediatra porque pode ser a alimentação ou digestão.
Ela também costuma respirar um pouco pela boca, o tempo seco e muito quente daqui também não está ajudando na respiração.
Mau hálito (1 a 3 anos)
Meu filho anda com mau hálito. O que pode estar causando isso?
Crianças saudáveis (e adultos também!) podem às vezes apresentar mau hálito ou halitose. Veja a seguir alguns dos principais motivos que levam a isso:
• Higiene bucal ruim: é normal que bactérias vivam na nossa boca e interajam com partículas de comida localizadas entre os dentes, na gengiva, na língua e até na superfície das amígdalas. Isso pode levar ao mau hálito, especialmente se a comida ficar parada nesses lugares por muito tempo (na falta de uma boa escovação para removê-la).
Cáries, tártaro e abscessos dentários podem provocar mau hálito em crianças de qualquer idade, ao contrário da gengivite, mais comum de causar o problema em adultos.
• Boca seca: se seu filho respira pela boca -- por causa de um nariz entupido, por exemplo --, as bactérias na região tendem a crescer mais livremente.
• Corpo estranho: uma ervilha, feijão, pequeno brinquedo ou qualquer outro objeto estranho que seu filho tenha colocado no nariz pode causar mau hálito. Isso é especialmente comum entre crianças pequenas, que adoram colocar coisas onde não devem!
• Chupar dedo ou chupeta: eles podem acabar com mau cheiro, que passa para a boca, por causa da exposição contínua a saliva e bactérias bucais. Chupetas também podem acumular resíduos alimentares.
• Doença ou alergia: às vezes sinusite, amigdalite ou até alguma reação alérgica podem levar ao problema. Crianças com refluxo também tendem a ter um hálito com odor forte. Se esse for o caso, a criança provavelmente terá outros sintomas, como desconforto depois de comer.
• Alimentos fortes: cebola e alho, por exemplo, podem temporariamente causar mau hálito enquanto estão sendo processados pelo corpo.
Mais aqui:
Mau Hálito - Pais e Filhos
E criança tem mau hálito - Blog do tio dentista
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Coisas que a Cecília não gosta.
Cecília é um doce de menina, mas tem coisas que ela simplesmente não gosta, e tem coisas que ela gostava e agora não gosta mais (estamos trabalhando nisso).
Personalidade forte mode on.
-Coisas que a Cecília não gosta:
*ela não gosta de barulho de liquidificador/batedeira
*ela não gosta de gelo
*ela não gosta do barulho que a geladeira faz quando a gente vai pegar gelo
*ela não gosta de frutas
*ela não gosta de chocolate
*ela não gosta de sorvete
*ela não gosta de gelatina
*ela não gosta de alguns bolos
*ela não gosta de formiga
*ela não gosta de som muito alto
*ela não gosta de quando acaba a luz
*ela não gosta de pamonha
as vezes ela fala que não gosta de mim (rá),mas depois vem correndo dizer que me ama. *-*
Personalidade forte mode on.
-Coisas que a Cecília não gosta:
*ela não gosta de barulho de liquidificador/batedeira
*ela não gosta de gelo
*ela não gosta do barulho que a geladeira faz quando a gente vai pegar gelo
*ela não gosta de frutas
*ela não gosta de chocolate
*ela não gosta de sorvete
*ela não gosta de gelatina
*ela não gosta de alguns bolos
*ela não gosta de formiga
*ela não gosta de som muito alto
*ela não gosta de quando acaba a luz
*ela não gosta de pamonha
as vezes ela fala que não gosta de mim (rá),mas depois vem correndo dizer que me ama. *-*
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Cecília - 2 anos e 7 meses
Desfralde com 90% de sucesso, ainda usa fralda para dormir.
Hora de comer é sempre um estresse, não fica sentada para comer, não come frutas, não come verduras (só quando eu misturo e escondo na comida), tem dia que só quer comer carne e tem dia que não quer comer carne alguma.
Faz frases perfeitas, já tem raciocinio lógio, sabe perto e longe, conta até 10, sabe o alfabeto. Canta vários tipos de música.
Demonstra que tem atitude e personalidade. É bem birrenta quando ela quer.
É muito observadora e carinhosa.
Pais e mães que trabalham foram costumam preferir que seus filhos tenham dias estruturados por tarefas, assim não ficam em casa "sem fazer nada". Mas, nesta idade, brincadeiras livres e sem compromisso ou uma ida ao parquinho já são suficientes para preencher a maior parte do dia.
Não se preocupe porque haverá muito tempo pela frente para as aulas de língua, música, esporte ou os encontros sociais com amiguinhos. Neste momento, brincar à vontade é mesmo a melhor coisa para o desenvolvimento físico e emocional.
Hora de comer é sempre um estresse, não fica sentada para comer, não come frutas, não come verduras (só quando eu misturo e escondo na comida), tem dia que só quer comer carne e tem dia que não quer comer carne alguma.
Faz frases perfeitas, já tem raciocinio lógio, sabe perto e longe, conta até 10, sabe o alfabeto. Canta vários tipos de música.
Demonstra que tem atitude e personalidade. É bem birrenta quando ela quer.
É muito observadora e carinhosa.
A criança de 2 anos e 7-8 meses
Desenvolvimento físico: brincar é preciso!
Faça sol ou faça chuva, dia tranquilo ou caótico, com o sem TPM na casa, seu filho vai acordar com uma dose infinita de energia. Por esse motivo, os momentos de brincar devem incluir atividades físicas que ajudem a gastar energia e a aperfeiçoar habilidades como equilíbrio, controle de velocidade ou de uma bola. Veja abaixo algumas outras brincadeiras divertidas:
• Siga o mestre: faça seu filho seguir e imitar todos os seus movimentos. Ande rápido, pare, dê passos grandes, pequenos, pule feito canguru, corra de lado.
• Bola no chão: sente-se perto do seu filho com as pernas abertas e lance uma bola pelo chão. Troque depois por uma menor, aumente a distância aos poucos e finalmente jogue para ver se ele consegue pegar no ar.
• Danceteria: faça a festa em casa com diferentes tipos de música e tenha o prazer de dançar pela casa com seu filho (não tem a menor importância que todos os passos fiquem com a mesma cara).
• Siga o mestre: faça seu filho seguir e imitar todos os seus movimentos. Ande rápido, pare, dê passos grandes, pequenos, pule feito canguru, corra de lado.
• Bola no chão: sente-se perto do seu filho com as pernas abertas e lance uma bola pelo chão. Troque depois por uma menor, aumente a distância aos poucos e finalmente jogue para ver se ele consegue pegar no ar.
• Danceteria: faça a festa em casa com diferentes tipos de música e tenha o prazer de dançar pela casa com seu filho (não tem a menor importância que todos os passos fiquem com a mesma cara).
Briga com o sono
Nesta fase, as sonecas ainda ajudam muitas crianças a recarregar as baterias e a manter o bom humor até o horário de dormir à noite, por isso não tenha pressa em eliminá-las. Um jeito de saber se seu filho precisa mesmo desse soninho a mais é observar se, quando ele não acontece, a criança fica irritada e birrenta no fim do dia.
Para estimular o sono da tarde, você pode usar uma versão mais curta daquele famoso ritual da hora de dormir. Caso ele resista à idéia de dormir, explique que é hora de descansar no quarto, mesmo que não tenha sono. É bem provável que ele acabe dormindo depois de um tempinho. Se isso não acontecer pelo menos já terá tido um pouco de descanso.
Outro problema frequente desta idade é que a transição do berço para uma cama maior muitas vezes inicia uma era de visitas noturnas à sua cama. Se você não quer a inesperada companhia, leve seu filho de volta e dê um boa noite carinhoso, mas firme.
Não acenda luzes, não converse, não fique brava ou transforme o momento em uma brincadeira. Talvez você tenha que fazer o caminho do seu quarto ao dele dezenas de vezes até que ele aprenda a ficar na própria cama. O segredo é ser persistente e não ceder.
Para estimular o sono da tarde, você pode usar uma versão mais curta daquele famoso ritual da hora de dormir. Caso ele resista à idéia de dormir, explique que é hora de descansar no quarto, mesmo que não tenha sono. É bem provável que ele acabe dormindo depois de um tempinho. Se isso não acontecer pelo menos já terá tido um pouco de descanso.
Outro problema frequente desta idade é que a transição do berço para uma cama maior muitas vezes inicia uma era de visitas noturnas à sua cama. Se você não quer a inesperada companhia, leve seu filho de volta e dê um boa noite carinhoso, mas firme.
Não acenda luzes, não converse, não fique brava ou transforme o momento em uma brincadeira. Talvez você tenha que fazer o caminho do seu quarto ao dele dezenas de vezes até que ele aprenda a ficar na própria cama. O segredo é ser persistente e não ceder.
Desenvolvimento da linguagem: por que tantos "nãos"?
De todas as palavras que aprende diariamente, uma parece ser, de longe, a favorita: não. Mas o que tem essa palavra de tão especial? As crianças pequenas falam muitos nãos porque estão descobrindo que têm vontade própria. Usar o não é um jeito fácil de se expressar (às vezes elas até dizem não quando o que realmente querem é dizer sim).
Algumas crianças com menor vocabulário acabam valendo-se mais dos nãos quando estão bravas ou frustradas e têm dificuldade de se fazer entender.
Seu filho poderá aprender também que se falar um não bem alto e firme, papai e mamãe vão prestar atenção e até... mudar de idéia! Dê alternativas a ele para tentar reduzir o número de nãos ("Você vai querer trocar de roupa primeiro e depois escovar os dentes ou escovar os dentes primeiro e depois trocar de roupa?") e faça um exercício de autocontrole para tentar diminuir os seus próprios (será que dez minutos a mais no parque vão fazer tanta diferença no horário do almoço?).
Algumas crianças com menor vocabulário acabam valendo-se mais dos nãos quando estão bravas ou frustradas e têm dificuldade de se fazer entender.
Seu filho poderá aprender também que se falar um não bem alto e firme, papai e mamãe vão prestar atenção e até... mudar de idéia! Dê alternativas a ele para tentar reduzir o número de nãos ("Você vai querer trocar de roupa primeiro e depois escovar os dentes ou escovar os dentes primeiro e depois trocar de roupa?") e faça um exercício de autocontrole para tentar diminuir os seus próprios (será que dez minutos a mais no parque vão fazer tanta diferença no horário do almoço?).
Desenvolvimento emocional e social: faz-de-conta
Com a aproximação do terceiro aniversário, brincadeiras de faz-de-conta vão ficando cada vez mais frequentes. A boneca não é só mais um objeto, mas uma pessoa "real", com nome, família, fome e vontades, então não deixe de participar dos "chazinhos" para os quais for convidada.
Entre na história do seu filho vestido de capa com seu lenço em volta do pescoço e escute só o enredo cheio de detalhes que ele monta. Você poderá até ouvir a narração das próprias aventuras dele enquanto brincam de super-herói.
Brinquedos e acessórios servem para fomentar a imaginação, mas a verdade é que uma criança de 2 anos ainda liga pouco para o que eles são de verdade. Para ela, qualquer canudinho pode virar varinha mágica. Aproveite para observar o que a criatividade do seu filho pode bolar, porque, mais para a frente, não vão faltar insistentes pedidos -- quem nunca ouviu uma criança na loja de brinquedos implorar "manhê, compra!".
Entre na história do seu filho vestido de capa com seu lenço em volta do pescoço e escute só o enredo cheio de detalhes que ele monta. Você poderá até ouvir a narração das próprias aventuras dele enquanto brincam de super-herói.
Brinquedos e acessórios servem para fomentar a imaginação, mas a verdade é que uma criança de 2 anos ainda liga pouco para o que eles são de verdade. Para ela, qualquer canudinho pode virar varinha mágica. Aproveite para observar o que a criatividade do seu filho pode bolar, porque, mais para a frente, não vão faltar insistentes pedidos -- quem nunca ouviu uma criança na loja de brinquedos implorar "manhê, compra!".
Tempo livre
Será que existe um número certo de atividades por dia para cada criança? A maioria dos especialistas recomenda moderação: crianças de 2 anos não precisam de um monte de aulas extras ou de visitinhas na casa dos amigos no dia-a-dia.Pais e mães que trabalham foram costumam preferir que seus filhos tenham dias estruturados por tarefas, assim não ficam em casa "sem fazer nada". Mas, nesta idade, brincadeiras livres e sem compromisso ou uma ida ao parquinho já são suficientes para preencher a maior parte do dia.
Não se preocupe porque haverá muito tempo pela frente para as aulas de língua, música, esporte ou os encontros sociais com amiguinhos. Neste momento, brincar à vontade é mesmo a melhor coisa para o desenvolvimento físico e emocional.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Boletim Crescer. 2 a 3 anos
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Aprendendo a se cuidar sozinho
Escrito para o BabyCenter Brasil
Aos poucos, seu filho vai aprender a fazer cada vez mais coisas sozinho -- desde tirar a roupa até pegar o prato de comida. Vê-lo tornar-se independente pode dar uma dorzinha no coração para alguns pais e mães, mas aprender a se cuidar é uma parte importante do desenvolvimento pessoal e social do seu filho.
Aos poucos, seu filho vai aprender a fazer cada vez mais coisas sozinho -- desde tirar a roupa até pegar o prato de comida. Vê-lo tornar-se independente pode dar uma dorzinha no coração para alguns pais e mães, mas aprender a se cuidar é uma parte importante do desenvolvimento pessoal e social do seu filho.
Quando acontece
Seu filho provavelmente vai começar a fazer coisas sozinho depois de completar 1 ano de idade. E, por volta de 1 ano e meio, ele dispara -- os avanços acontecem rápida e furiosamente. Embora as crianças precisem de muita ajuda e atenção durante anos, a maioria já saberá fazer o básico -- vestir-se, escovar os dentes, lavar as mãos, comer e ir ao banheiro -- com por volta dos 4 anos.
Como acontece
Os sinais surgem relativamente cedo, embora seu filho não vá fazer progressos significativos até ficar maiorzinho. Lá pelos 8 meses, seu bebê vai começar a entender como os objetos se relacionam entre si, e pode começar a usá-los para os fins para os quais são feitos -- balbuciando no telefone de brinquedo, por exemplo.
Um pouco depois, já pode começar a aprender a beber no copo, e em poucos meses conseguirá segurar o copo sozinho (segurar com uma mão só acontece lá pelos 2 anos). Aos 11 meses, ele vai até começar a esticar o braço ou perna para ajudar você a vesti-lo.
Seu filho vai começar a desenvolver seu senso de individualidade, a sua noção de “eu”, nos primeiros meses após completar 1 ano. Com 1 ano e 3 meses, ele vai se reconhecer no espelho -- e não vai mais tentar tocar o “outro” bebê que estiver vendo.
Logo depois disso, seu filho provavelmente vai passar por uma fase de silêncio. É seu jeito de afirmar seu novo sentimento de individualidade. Com a noção do “eu” crescendo, também vão aumentar as tarefas que ele fará sozinho. Nos três anos seguintes, a criança vai:
- Usar garfo e colher: algumas crianças começam a querer usar talheres cedo, logo depois do primeiro aniversário, e a maioria consegue fazer isso até 1 ano e meio. Aos 4 anos de idade, seu filho provavelmente conseguirá segurar os talheres como um adulto, e estará pronto para aprender boas maneiras à mesa.
- Tirar a roupa: isso leva a muitas “caças” a crianças correndo nuas pela casa, mas é um feito importante para elas. Elas começam a fazer isso a partir de 1 ano, ou até 1 ano e 8 meses.
- Escovar os dentes: a criança pode querer começar a fazer isso com mais ou menos 1 ano e 4 meses, mas provavelmente só conseguirá escovar os dentes sozinha entre o terceiro e o quarto aniversário. E vai precisar de supervisão até por volta dos 7 anos.
- Lavar e secar as mãos: esta habilidade se desenvolve entre 1 ano e meio e 2 anos e meio, e é algo que ela aprende antes ou junto com o uso da privada.
- Vestir-se: seu filho pode aprender a colocar roupas fáceis de vestir antes dos 2 anos de idade, mas precisará de mais alguns meses até conseguir lidar com uma camiseta. Um ou dois anos depois disso, ele conseguirá se vestir sozinho de verdade. Depois do segundo aniversário, ele provavelmente conseguirá tirar os sapatos.
- Usar a privada:A maioria das crianças só está fisicamente pronta para começar o desfraldamento quando tem no mínimo dos mínimos 1 ano e meio. Algumas não estarão prontas mesmo aos 2 anos e meio.
São bons sinais de que a criança está pronta para usar a privada: ser capaz de levantar e abaixar a calça sozinha, saber identificar a sensação de vontade de ir ao banheiro e ter uma boa comunicação verbal.
- Pegar um lanchinho sozinha: Crianças pequenas, de 3 anos, podem ser capazes de se servir com uma tigela de cereal matinal quando estão com fome, ou de pegar uma bolacha dentro de uma lata. A maioria consegue fazer isso aos 4 anos e meio. Se seu filho já está tentando fazer isso, ajude-o deixando o cereal e o leite em recipientes pequenos.
Um pouco depois, já pode começar a aprender a beber no copo, e em poucos meses conseguirá segurar o copo sozinho (segurar com uma mão só acontece lá pelos 2 anos). Aos 11 meses, ele vai até começar a esticar o braço ou perna para ajudar você a vesti-lo.
Seu filho vai começar a desenvolver seu senso de individualidade, a sua noção de “eu”, nos primeiros meses após completar 1 ano. Com 1 ano e 3 meses, ele vai se reconhecer no espelho -- e não vai mais tentar tocar o “outro” bebê que estiver vendo.
Logo depois disso, seu filho provavelmente vai passar por uma fase de silêncio. É seu jeito de afirmar seu novo sentimento de individualidade. Com a noção do “eu” crescendo, também vão aumentar as tarefas que ele fará sozinho. Nos três anos seguintes, a criança vai:
- Usar garfo e colher: algumas crianças começam a querer usar talheres cedo, logo depois do primeiro aniversário, e a maioria consegue fazer isso até 1 ano e meio. Aos 4 anos de idade, seu filho provavelmente conseguirá segurar os talheres como um adulto, e estará pronto para aprender boas maneiras à mesa.
- Tirar a roupa: isso leva a muitas “caças” a crianças correndo nuas pela casa, mas é um feito importante para elas. Elas começam a fazer isso a partir de 1 ano, ou até 1 ano e 8 meses.
- Escovar os dentes: a criança pode querer começar a fazer isso com mais ou menos 1 ano e 4 meses, mas provavelmente só conseguirá escovar os dentes sozinha entre o terceiro e o quarto aniversário. E vai precisar de supervisão até por volta dos 7 anos.
- Lavar e secar as mãos: esta habilidade se desenvolve entre 1 ano e meio e 2 anos e meio, e é algo que ela aprende antes ou junto com o uso da privada.
- Vestir-se: seu filho pode aprender a colocar roupas fáceis de vestir antes dos 2 anos de idade, mas precisará de mais alguns meses até conseguir lidar com uma camiseta. Um ou dois anos depois disso, ele conseguirá se vestir sozinho de verdade. Depois do segundo aniversário, ele provavelmente conseguirá tirar os sapatos.
- Usar a privada:A maioria das crianças só está fisicamente pronta para começar o desfraldamento quando tem no mínimo dos mínimos 1 ano e meio. Algumas não estarão prontas mesmo aos 2 anos e meio.
São bons sinais de que a criança está pronta para usar a privada: ser capaz de levantar e abaixar a calça sozinha, saber identificar a sensação de vontade de ir ao banheiro e ter uma boa comunicação verbal.
- Pegar um lanchinho sozinha: Crianças pequenas, de 3 anos, podem ser capazes de se servir com uma tigela de cereal matinal quando estão com fome, ou de pegar uma bolacha dentro de uma lata. A maioria consegue fazer isso aos 4 anos e meio. Se seu filho já está tentando fazer isso, ajude-o deixando o cereal e o leite em recipientes pequenos.
O que vem pela frente
Conforme os meses e anos vão passando, seu filho vai ficar cada vez melhor em cuidar de si próprio. Antes que você perceba, ele estará amarrando o cadarço do sapato e tomando banho sozinho -- e daí é só questão de tempo até ele conseguir lavar a roupa e preparar o jantar, sem falar em dirigir!
Seu papel nisso tudo
Como sempre, os pais devem estar lá para incentivar. Toda vez que seu filho tentar algo novo, com sucesso ou não, diga a ele que você está orgulhoso pelo esforço que ele fez, e o estimule a tentar de novo.
Por outro lado, contenha seu impulso de correr para ajudar; é essencial que a criança tenha tempo suficiente para lidar com o que estiver fazendo sozinha, no seu próprio ritmo. Também não vale pressioná-la antes de ela estar pronta para aquela tarefa.
Seja flexível -- não se preocupe tanto se o banheiro ficar uma bagunça por dias, enquanto a criança tenta lavar as mãos sozinha. Nem se desespere se, ao tentar se vestir sozinha, ela ficar andando uma semana pela casa usando combinações estranhas ou camisetas do lado contrário. Quanto mais a criança treinar, mais rápido vai aprender.
Fique de olho quando seu filho começar a tentar executar tarefas sozinho. Imponha limites, mas explique por quê: por que não é seguro ele acender o fogão ou cortar a carne no prato, por exemplo. Ele não vai gostar muito, mas no final vai acabar entendendo (ou não, mas vai ter de obedecer do mesmo jeito).
Por outro lado, contenha seu impulso de correr para ajudar; é essencial que a criança tenha tempo suficiente para lidar com o que estiver fazendo sozinha, no seu próprio ritmo. Também não vale pressioná-la antes de ela estar pronta para aquela tarefa.
Seja flexível -- não se preocupe tanto se o banheiro ficar uma bagunça por dias, enquanto a criança tenta lavar as mãos sozinha. Nem se desespere se, ao tentar se vestir sozinha, ela ficar andando uma semana pela casa usando combinações estranhas ou camisetas do lado contrário. Quanto mais a criança treinar, mais rápido vai aprender.
Fique de olho quando seu filho começar a tentar executar tarefas sozinho. Imponha limites, mas explique por quê: por que não é seguro ele acender o fogão ou cortar a carne no prato, por exemplo. Ele não vai gostar muito, mas no final vai acabar entendendo (ou não, mas vai ter de obedecer do mesmo jeito).
Quando se preocupar
Cada criança desenvolve as habilidades de um jeito diferente, algumas mais rápido que as outras. Se aos 2 anos seu filho não demonstrar nenhum interesse em fazer pelo menos algumas coisas sozinho, converse com o pediatra. Tenha em mente que bebês que nascem prematuros podem atingir marcos do desenvolvimento um pouco mais tarde.terça-feira, 14 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
ICTERÍCIA DO RECÉM NASCIDO - AMARELÃO
O que é?
Icterícia é uma condição comum em recém-nascidos. Refere-se à cor amarela da pele e do branco dos olhos que é causada pelo excesso de bilirrubina no sangue. A bilirrubina é um pigmento normal, amarelo, gerado pelo metabolismo das células vermelhas do sangue.
A criança fica ictérica quando a formação de bilirrubina é maior do que a capacidade do seu fígado de metabolizá-la.
Quais são os sintomas da icterícia?
A icterícia normalmente aparece ao redor do segundo ou terceiro dia de vida. Começa pela cabeça e progride para baixo. A pele de um bebê ictérico ficará amarela primeiro na face, depois no tórax, no abdômen e, finalmente, nas pernas. O branco dos olhos de uma criança também poderá ficar amarelo.
Como se reconhece que uma criança está com icterícia?
Um teste simples para icterícia é apertar suavemente com a ponta do dedo a ponta do nariz ou a testa da criança. Se a pele permanece branca (este teste funciona para todas as raças) não há icterícia; se a cor for amarelada, você deve levar sua criança ao pediatra para ver se a icterícia é significativa e requer algum tipo de tratamento. Na presença de pele muito amarelada, há necessidade de exames de sangue para avaliar a intensidade, fazer um diagnóstico mais preciso do tipo de icterícia e indicar o tratamento mais adequado.
Porque existe preocupação com uma criança com icterícia?
O acúmulo deste pigmento acima de certos limites é extremamente tóxico para o sistema nervoso, podendo causar lesões graves e irreversíveis.Tipos de icterícia
Há vários tipos de icterícia no recém-nascido. Os mais comuns são os seguintes:
| Icterícia fisiológica (normal): Ocorre em mais de 50% dos recém-nascidos. Esta icterícia é devida à característica própria do bebê que leva a um metabolismo lento da bilirrubina. Geralmente surge entre o 2o e o 4o dias de vida e desaparece entre a 1a e a 2a semana de idade. | |
| Icterícia da prematuridade: Ocorre com muita freqüência em bebês prematuros uma vez que eles levam muito mais tempo para conseguir excretar a bilirrubina eficazmente. | |
| Icterícia do leite materno: Em 1% a 2% de bebês alimentados ao peito, pode ocorrer icterícia causada por substâncias que reduzem a excreção intestinal da bilirrubina. Começa geralmente ao redor dos 4 a 7 dias de vida e pode durar de 3 a 10 semanas. |
Por incompatibilidade de grupo sanguíneo (Rh ou ABO): a icterícia por incompatibilidade muitas vezes começa já durante o primeiro dia de vida. Incompatibilidade de Rh causa a forma mais severa de icterícia, sendo prevenida com uma injeção de imunoglobulina anti-Rh (RhoGAM) à mãe dentro das primeiras 72 horas após o parto. Isto impede a formação de anticorpos que poderiam colocar em risco os próximos bebês.
Prevenção de complicações da icterícia
O pediatra da sua criança deverá ser procurado imediatamente se:
| A icterícia for identificável durante as primeiras 24 horas de vida. | |
| A icterícia alcançar os braços ou pernas. | |
| Seu bebê apresentar febre. | |
| Sua criança começa a parecer doente. | |
| Por incompatibilidade do grupo |
Procure seu médico se:
| A cor ficar mais forte depois do 7o dia. | |
| A icterícia não tiver desaparecido após o 15o dia. | |
| Seu bebê não estiver ganhando peso suficiente. | |
| Você estiver preocupada pela intensidade da icterícia. | |
| Você tiver qualquer dúvida - de qualquer tipo - quanto à saúde do seu bebê. |
Como se trata?
Se a icterícia for de níveis leves a moderados, por volta de 5 a 7 dias de vida o bebê terá resolvido a icterícia sozinho.
Se a icterícia atingir níveis mais altos, fototerapia (banhos de luz) pode ser necessária.
Também podem ser recomendadas alimentações mais freqüentes para ajudar a criança a eliminar a bilirrubina pelas fezes.
Em alguns casos, seu médico pode lhe pedir para interromper a amamentação ao seio temporariamente. Durante esse tempo, você pode esgotar os seios com uma bomba, assim você pode manter a produção de leite do peito e você poderá começar a amamentar novamente assim que a icterícia tenha diminuído. Em alguns casos, uma troca de sangue pode ser necessária para eliminar o excesso de bilirrubina do sangue do bebê.
Raros casos não têm tratamento satisfatório sendo que alguns necessitam intervenção cirúrgica.
Prognóstico
Quando atendida em tempo, a situação pode ser totalmente controlada sem deixar seqüelas.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Em DVDs, personagens da Disney ensinam inglês para as crianças
As crianças têm uma facilidade muito maior para aprender novos idiomas do que os adultos. No entanto, o processo de assimilação dos pequenos acontece de maneira mais fácil se for acompanhado de bastante diversão.
É isso o que propõe a coleção "Disney Magic English". Preparado por especialistas no ensino do idioma, o curso é voltado para a criançada e promete fazer das "aulas de inglês" uma experiência mágica.
Ao todo, são oito DVDs: "Cores, Números & Música", "Maravilhas da Natureza", "Comida e Diversão", "Bom Dia, Boa Noite", "Em Casa e Na Cidade", "Da Cabeça aos Pés", "Aprendendo a Cumprimentar" e "Descobrindo os Animais". Cada um custa R$ 12,90.
As crianças irão aprender mais de 700 palavras e expressões gramaticais com os divertidos e clássicos personagens da Disney, como o Mickey, o Bambi, o Dumbo, o Pateta e muito mais.
É isso o que propõe a coleção "Disney Magic English". Preparado por especialistas no ensino do idioma, o curso é voltado para a criançada e promete fazer das "aulas de inglês" uma experiência mágica.
| Fotomontagem | ||
| Os personagens mais queridos da Disney ensinam inglês para as crianças na coleção "Disney Magic English" |
As crianças irão aprender mais de 700 palavras e expressões gramaticais com os divertidos e clássicos personagens da Disney, como o Mickey, o Bambi, o Dumbo, o Pateta e muito mais.
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Socialização e adaptação da criança na pré-escola
Por: SESC Escola - TO
Nos dias de hoje, em que a mulher assume cada vez mais atividades fora do lar, é comum as crianças irem mais cedo para a escola.
Os pais diante do fato de que a mãe precisa recomeçar a trabalhar, podem optar por deixar seu filho em um Berçario (Pré-Escola), deixar com familiares ou contratar uma babá. A escolha deve ser feita com maturidade, pois podem surgir críticas e como os pais são os responsáveis pela criança devem estar seguros de sua decisão.
A opção sendo por uma escola, os pais e familiares podem fazer uma pesquisa no bairro em que moram por uma escola que de adapte as suas expectativas, exemplo: (porte da escola - pequena, média ou grande - número de alunos por sala, filosofia da escola, valor da mensalidade, etc) sempre é bom uma visita pelo espaço físico e uma conversa com a direção.
A adaptação da criança está na dependência da orientação da educadora, que deverá conhecer suas necessidades básicas, seuas características evolutivas e ter informações quanto aos aspectos de saúde, higiêne e nutrição infantil (todas estas informações devem ser passadas pelos pais em entrevista prévia com a direção através da anamnese). Sendo assim, a socialização da criança desenvolve-se harmoniosamente adquirindo superioridade sob o ponto de vista da independencia, confiança em si, adaptabilidade e rendimento intelectual.
As atividades programadas devem basear-se em suas necessidades e interesses: crianças são ávidas para explorar, experimentar, colecionar, perguntar, aprendem depressa e desejam exibir suas habilidades.
As atividades como percepção visual, percepçao visomotora e coordenação motora, percepçao auditiva, linguagem oral, percepções gustativas e olfativas, percepção tátil, educação artística e educação física integram o processo de aprendizagem da criança com o processo de socialização.
Caberá à pré-escola estimular e orientar a criança, considerando os estagios de seu desenvolvimento, aceitando-a e desafiando-a a pensar. O ambiente que estimule a atividade criadora da criança, além de contribuir para seu desenvolvimento global, estará, certamente favorecendo a aproximação da criança à realidade escolar.
Saliento que o desenvolvimento da criança deve ser acompanhada principalmente pelo pais, pois a escola é apenas um suporte facilitador para todo o processo. Os pais também devem acompanhar a rotina da criança através da agenda escolar, onde a educadora anota recados para os pais ou comunica como foi o dia da criança.
A seguir algumas informações sobre o processo de adaptação do mini grupo:
- A decisão de colocar seu filho na escola deve resultar de uma atitude pensada, consciente e segura.
- A vinda da criança para a escola deve ser preparada, entretanto, evite longas explicações para ela, pois isso pode despertar suspeitas e insegurança.
- A separação, apezar de necessária, é um processo doloroso tanto para a criança quanto para a mãe, mas é superado em pouco tempo.
- Cuidados devem ser tomados nesse periodo de adaptação em relação a : troca recente de residência, retirada de chupeta ou fraldas, troca de mobília do quarto, perda de parente próximo ou animalzinho de estimação.
- O choro na hora da separação é frequente e nem sempre significa que a criança não queira ficar na escola.
- A ausencia de choro não significa que a criança não esteja sentindo a separação.
- Evite comentários sobre a adaptação da criança em sua presença.
- Cabe à mãe entregar a criança ao educador, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na escola. Não é recomendável deixar o educador com o encargo de retirar a criança do colo da mãe.
- Nunca saia escondido do seu filho. Despeça-se naturalmente.
- A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e sua presença nela, além de dificultar a compreensão da separação, fará as outras crianças cobrarem a presença de suas mães.
- Incentive a criança a procurar a ajuda do seu educador quando necessitar algo, para que crie laço afetivo com ele.
- Lembre-se que a professora atende às crianças em grupo, procurando distribuir sua atenção, igualmente, promovendo junto com a mãe a integração da criança.
- Se os pais confiam na escola, sentirão segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, que surpotará melhor a nova situação.
- O periodo de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente pelo professor.
- Evite interrogatórios sobre o dia da criança na escola.
- Poderão ocorrer algumas regressões de comportamento durante o periodo de adaptação, assim como alguns sintomas psicossomáticos (febre, vomitos, etc).
- è comum verificar-se nessa fase uma ambivalência de sentimentos. O desejo de autonomia da criança e a necessidade de proteção ocorrem simultaneamente.
-Cuidado com a aparente adaptação. Os pais devem respeitar o periodo estabelecido pela escola.
- É importante que a criança traga, durante os primeiros dias, um brinquedo, objeto, fotos dos pais ou algo que goste. Este é considerado, para nós. o objeto transicional.
Recebi esse texto ontem na reunião na nova escola da Cecília e achei bem interessante por parte da escola querer nos tranquilizar e nos ensinar como teremos que agir durante esse periodo de novidades que aconteceram com as crianças e conosco. Achei interessante dividir com minhas amigas que ou estão passando por essa mesma fase que eu ou com aquelas que ainda vão passar.
O importante é sabermos que tudo leva um tempo e que nenhum criança é igual a outra. Eu acho que a Cecília não vai me dar trabalho nesse periodo de adaptação porque ela já esta acostumada a passar grandes periodos de tempo longe de mim, e esse sofrimento a gente passou quando eu tive que voltar a trabalhar. Acredito que vamos tirar essa adaptação na escola de letra.
Beijos
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Lista de material escolar
A lista "básica" de material escolar.
Já estou fazendo orçamentos nas papelarias, pra comprar material bom com preço bom.
A minha única duvida é se ela vai usar todo esse material durante o ano, porque é muita coisa.
Queria comprar os materiais antes da virada do ano, porque me falaram que é mais barato, mas devido à época de festas e o aniversário da Cecília minha grana já foi e acho que não conseguirei comprar por agora.
Já estou fazendo orçamentos nas papelarias, pra comprar material bom com preço bom.
A minha única duvida é se ela vai usar todo esse material durante o ano, porque é muita coisa.
Queria comprar os materiais antes da virada do ano, porque me falaram que é mais barato, mas devido à época de festas e o aniversário da Cecília minha grana já foi e acho que não conseguirei comprar por agora.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
A saga da matrícula - Cecília vai pra escola.
Aqui em Araguaina tem um escolinha muito boa e barata, o Sesc Educare para crianças de 2 anos ate 10 anos, por ela ser muito boa e muito mais barata que as outras escolas, ela também é muito concorrida e não é facil conseguir uma vaga lá.
Tinham me avisado que eu teria que chegar cedo na fila, pra conseguir a senha, pra poder fazer a matricula.
Duas semanas atrás, fui no Sesc Educare e fiz meu cadastro e deixei um pré cadastro da Cecília feito (mas esse cadastro não garante vaga para matricula). Conversando com a atendente perguntei como era esse sistema fila-senha e perguntei que horas eu podia chegar, e a resposta foi a seguinte.
"A senha é entregue no dia 9 pela manhã, para os pais que estão na fila e conforme números de vaga disponivel.Os pais que chegaram ano passado as 5 hrs da manhã não conseguiram pegar a senha e os primeiros pais que chegaram na fila foi a meia noite."
Bom então o que eu fiz, dia 8 eu coloquei a Cecília pra dormir e meia noite estava na fila, com mais 15 outros pais, pra turma de 2 anos só tinha 17 vagas e eu fui a 9° desse grupo, a maioria dos pais estavam na fila para o mesmo grupo da Cecília e outros poucos eram pais de crianças de 3 a 7 anos. Para as turmas de 4 e 5 anos já não tinha nenhuma vaga disponivel. O Sesc é realmente muito concorrido.
Eu não dormi a noite toda, ficar na fila foi uma festa a parte, todos nos apresentamos e falamos de nossos filhos, fizemos um vaquinha para uma pizza da madrugada.As senhas foram distribuidas as 8 hrs da manhã, por ordem de chegada, eu fui peguei a senha 10 e sai do Sesc as 10 hrs da manhã, morta e exausta e com a Cecília matriculada.
Próximo passo - comprar os materiais.
Tinham me avisado que eu teria que chegar cedo na fila, pra conseguir a senha, pra poder fazer a matricula.
Duas semanas atrás, fui no Sesc Educare e fiz meu cadastro e deixei um pré cadastro da Cecília feito (mas esse cadastro não garante vaga para matricula). Conversando com a atendente perguntei como era esse sistema fila-senha e perguntei que horas eu podia chegar, e a resposta foi a seguinte.
"A senha é entregue no dia 9 pela manhã, para os pais que estão na fila e conforme números de vaga disponivel.Os pais que chegaram ano passado as 5 hrs da manhã não conseguiram pegar a senha e os primeiros pais que chegaram na fila foi a meia noite."
Bom então o que eu fiz, dia 8 eu coloquei a Cecília pra dormir e meia noite estava na fila, com mais 15 outros pais, pra turma de 2 anos só tinha 17 vagas e eu fui a 9° desse grupo, a maioria dos pais estavam na fila para o mesmo grupo da Cecília e outros poucos eram pais de crianças de 3 a 7 anos. Para as turmas de 4 e 5 anos já não tinha nenhuma vaga disponivel. O Sesc é realmente muito concorrido.
Eu não dormi a noite toda, ficar na fila foi uma festa a parte, todos nos apresentamos e falamos de nossos filhos, fizemos um vaquinha para uma pizza da madrugada.As senhas foram distribuidas as 8 hrs da manhã, por ordem de chegada, eu fui peguei a senha 10 e sai do Sesc as 10 hrs da manhã, morta e exausta e com a Cecília matriculada.
Próximo passo - comprar os materiais.
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
O fim das Mamadeiras
Joguei as mamadeiras da Cecília fora, assim 1 2 3, sem muito aviso prévio. Afinal ela já vai completar 2 anos, já estava na hora né?!
Com 10 pra 11 meses, ela não quis mais meu peito.
Com 1 ano e pouquinho não quis mais a chupeta.
Eu estava esperando que ela também largasse a mamadeira por conta própria, mas até então nada acontecia, eu já vinha introduzindo o uso do copo e do copo de treinamente (que é aquele com tampa) e ela usa o copo numa boa, então não vi mal em jogar as mamadeiras fora. Mas eis que a Cecília (cabeça dura como ela é) se revoltou e para o meu desespero, não está mais querendo tomar o leitinho (que ela toma 2x por dia, uma vez a noite antes de dormir e de manhã quando acorda).
Então como cabeça dura que sou e não sou facil de desistir, continuei fazer o leitinho no copinho de treinamento (novo e rosa da Kuka) se ela tomasse bem se não tomasse amém, também não vou forçar, nem amarrar ela pra ela tomar leite, também não preciso me desesperar muito, porque a Cecília come bem e bebe liquido (água e sucos) o tempo todo.
No sábado a Cecília foi passar a noite com a tia/madrinha dela numa fazenda, e eu coloquei o leite e expliquei pra minha irmã como fazia e tabém falei que se ela nao bebesse não tinha problema, porque ela tava sentindo falta da mamadeira e tal. No domingo quando minha irmã veio me devolver ela me mostou o copo do leitinho praticamente vazio.
Hoje de manhã eu fiz o leite pra ela, perguntei se ela queria e ela disse que não, esperei mais um pouco e ofereci de novo, mas dessa vez eu falei assim:
- Cecília toma o rosa, olha é da cor da sua roupa (ela tava de pijama).Vou deixar o copinho aqui na mesinha quando você quiser você pega o rosa pra tomar. (e sai do quarto).
Passou um tempinho eu ouço ela me chamando lá do quarto:
- Mamãe cabô rosa.
Ela tomou o leite quase todo e só deixou um dedinho. Acho que a revolta acabou... rsrs
Adeus mamadeiras, bem vindos copos!!
Beijos
Com 10 pra 11 meses, ela não quis mais meu peito.
Com 1 ano e pouquinho não quis mais a chupeta.
Eu estava esperando que ela também largasse a mamadeira por conta própria, mas até então nada acontecia, eu já vinha introduzindo o uso do copo e do copo de treinamente (que é aquele com tampa) e ela usa o copo numa boa, então não vi mal em jogar as mamadeiras fora. Mas eis que a Cecília (cabeça dura como ela é) se revoltou e para o meu desespero, não está mais querendo tomar o leitinho (que ela toma 2x por dia, uma vez a noite antes de dormir e de manhã quando acorda).
Então como cabeça dura que sou e não sou facil de desistir, continuei fazer o leitinho no copinho de treinamento (novo e rosa da Kuka) se ela tomasse bem se não tomasse amém, também não vou forçar, nem amarrar ela pra ela tomar leite, também não preciso me desesperar muito, porque a Cecília come bem e bebe liquido (água e sucos) o tempo todo.
No sábado a Cecília foi passar a noite com a tia/madrinha dela numa fazenda, e eu coloquei o leite e expliquei pra minha irmã como fazia e tabém falei que se ela nao bebesse não tinha problema, porque ela tava sentindo falta da mamadeira e tal. No domingo quando minha irmã veio me devolver ela me mostou o copo do leitinho praticamente vazio.
Hoje de manhã eu fiz o leite pra ela, perguntei se ela queria e ela disse que não, esperei mais um pouco e ofereci de novo, mas dessa vez eu falei assim:
- Cecília toma o rosa, olha é da cor da sua roupa (ela tava de pijama).Vou deixar o copinho aqui na mesinha quando você quiser você pega o rosa pra tomar. (e sai do quarto).
Passou um tempinho eu ouço ela me chamando lá do quarto:
- Mamãe cabô rosa.
Ela tomou o leite quase todo e só deixou um dedinho. Acho que a revolta acabou... rsrs
Adeus mamadeiras, bem vindos copos!!
Beijos
sábado, 9 de outubro de 2010
sugestões para estimular o desenvolvimento educativo para a criança, unindo pais e filhos.
No post do sorteio da mochilinha da Danoninho eu pedi que minhas amigas deixassem uma sugestão para unir pais e filhos em brincadeiras para estimular o desenvolvimento educativo de nossos pimpolhos, e recebi muitas sugestões interessantes.
- Ana Letícia
"Sugiro um bingo de letras! O bingo sera identico ao de números, só que com as letras, a criança pode visualizá-las e manuseá-las, facilitando assim a familizarização da criança com as mesmas! Pais e filhos podem brincar e se divertir bastante!"
- Mariza
"Sugiro um ditado mudo para crianças que já escrevem, os pais mostram um objeto e a criança escreve o nome, do seu jeito."
- Fabiola
"Ler para e com a criança ainda é o melhor caminho para um desenvolvimento completo intelectual e emocional para qualquer um de nós, eu sou exemplo disso porque tenho duas filhas e leio pra elas desde que estavam na minha barriga e sempre compramos juntas os livrinhos, elas preferiam eles ao invés de brinquedos por muitas vezes e hoje elas pegaram o gosto pela leitura e leem pra mim."
- Vanessa - também sugeriu a leitura
"Como tenho um pequeno bem pequeno em casa comecei o estímulo com o primeiro livrinho pois acho que assim ele já vai captar a idéia de que livros - e a leitura - é bem divertido!"
- Milena - também sugeriu a leitura com associação imagem + objeto
"A minha sugestão é bem simples é a que uso com a minha filha de 1 ano e 8 meses um livro simples com apenas uma figura e com o nome, ela ainda não sabe ler claro né, mas estimulamos ela por dizer o que é assim ela já sabe o nome de várias coisas."
- Tuka
"Nós brincamos de desenhar coisas simples, casinha, flor, coração... mamãe desenha e as filhas "enfeitam" o desenho. Também adoram quando faço o contorno das mãozinhas no papel, depois inventamos histórias sobre os desenhos e mamãe vai colocando as letrinhas dos nomes das coisas e do nome das crianças. Elas adoram essa brincadeira!"
- Ana Paula
"A dica dos livrinhos já foi dada por aqui, então aí vai minha adaptação: contar histórias para a criança, sem a ajuda de livros, também é muito prazeroso. Dividir com a criança histórias da nossa infância, contar histórias da família, ou inventar histórias com personagens que a criança goste, como fadas, princesas, dragões e dinossauros, é um belo exercício de criatividade que também encanta as crianças, e contribui com o desenvolvimento da criança."
- Thalita
"Ler e escutar historinhas infantis, eu tenho TODOS os meus livros até hoje e lembro com carinho das letras e contos que tenho, quando a minha fofinha chegar vou querer estimular e fazer o que minha mamãe fazia comigo."
- Tenikey
A minha sugestão é ensinar de forma divertida e sem pressão, com a Cecília eu canto e assisto a seus desenhos favoritos, leio livros e dou livros pra ela, mostro as imagens e falo seus nomes, uso a associação de imagem e palavra.
EX.: nós temos uma cachorra, então ensinei assim Duda (nome proprio do animal) - cachorro - au au - dog.
A Cecília já sabe que o cachorro/ dog faz auau e que a sua se chama Duda.
E vocês como estimulam seus filhos??
Bom fim de semana.
Beijos
Tenikey e Cecília
- Ana Letícia
"Sugiro um bingo de letras! O bingo sera identico ao de números, só que com as letras, a criança pode visualizá-las e manuseá-las, facilitando assim a familizarização da criança com as mesmas! Pais e filhos podem brincar e se divertir bastante!"
- Mariza
"Sugiro um ditado mudo para crianças que já escrevem, os pais mostram um objeto e a criança escreve o nome, do seu jeito."
- Fabiola
"Ler para e com a criança ainda é o melhor caminho para um desenvolvimento completo intelectual e emocional para qualquer um de nós, eu sou exemplo disso porque tenho duas filhas e leio pra elas desde que estavam na minha barriga e sempre compramos juntas os livrinhos, elas preferiam eles ao invés de brinquedos por muitas vezes e hoje elas pegaram o gosto pela leitura e leem pra mim."
- Vanessa - também sugeriu a leitura
"Como tenho um pequeno bem pequeno em casa comecei o estímulo com o primeiro livrinho pois acho que assim ele já vai captar a idéia de que livros - e a leitura - é bem divertido!"
- Milena - também sugeriu a leitura com associação imagem + objeto
"A minha sugestão é bem simples é a que uso com a minha filha de 1 ano e 8 meses um livro simples com apenas uma figura e com o nome, ela ainda não sabe ler claro né, mas estimulamos ela por dizer o que é assim ela já sabe o nome de várias coisas."
- Tuka
"Nós brincamos de desenhar coisas simples, casinha, flor, coração... mamãe desenha e as filhas "enfeitam" o desenho. Também adoram quando faço o contorno das mãozinhas no papel, depois inventamos histórias sobre os desenhos e mamãe vai colocando as letrinhas dos nomes das coisas e do nome das crianças. Elas adoram essa brincadeira!"
- Ana Paula
"A dica dos livrinhos já foi dada por aqui, então aí vai minha adaptação: contar histórias para a criança, sem a ajuda de livros, também é muito prazeroso. Dividir com a criança histórias da nossa infância, contar histórias da família, ou inventar histórias com personagens que a criança goste, como fadas, princesas, dragões e dinossauros, é um belo exercício de criatividade que também encanta as crianças, e contribui com o desenvolvimento da criança."
- Thalita
"Ler e escutar historinhas infantis, eu tenho TODOS os meus livros até hoje e lembro com carinho das letras e contos que tenho, quando a minha fofinha chegar vou querer estimular e fazer o que minha mamãe fazia comigo."
- Tenikey
A minha sugestão é ensinar de forma divertida e sem pressão, com a Cecília eu canto e assisto a seus desenhos favoritos, leio livros e dou livros pra ela, mostro as imagens e falo seus nomes, uso a associação de imagem e palavra.
EX.: nós temos uma cachorra, então ensinei assim Duda (nome proprio do animal) - cachorro - au au - dog.
A Cecília já sabe que o cachorro/ dog faz auau e que a sua se chama Duda.
E vocês como estimulam seus filhos??
Bom fim de semana.
Beijos
Tenikey e Cecília
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Sorteio Dia das Crianças + Danoninho Dino Letras.
Eu já falei aqui em outros posts a delicia que é o Danoninho, a Cecília adora desde pequenininha e eu confesso que eu também!
E olha que legal, mais uma parceria do blog com o pessoal do Danoninho...
Para o dia das crianças sortearemos uma mochila da Danoninho para um de nossos leitores tão fofinhos.
Sobre o Danoninho Dino Letras:
Na vida da criança, as letras e os números estão sempre presentes. Ela observa as embalagens dos alimentos e produtos em casa, ela folheia revistas, ela vê as placas e cartazes nas ruas, nas lojas, enfim, ela se depara com letras em todos os lugares.
O prêmio é uma mochila igual a essa que a super top model Cecília esta mostrando praticamente de cabeça pra baixo "do tanto que ela gosta da mochila".
Boa sorte.
E olha que legal, mais uma parceria do blog com o pessoal do Danoninho...
Para o dia das crianças sortearemos uma mochila da Danoninho para um de nossos leitores tão fofinhos.
Sobre o Danoninho Dino Letras:
CRIANÇAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR GANHAM MAIS DIVERSÃO COM DINOLETRAS
Ação é uma oportunidade para as crianças conhecerem as letras do alfabeto brincando
Danoninho lança as Dinoletras, uma iniciativa inédita com o objetivo de incentivar momentos educativos mais divertidos e gostosos para as famílias brasileiras, principalmente as que têm crianças em fase de alfabetização. Disponível a partir de julho, as bandejas de 360 gramas sabor Morango, com oito potes de Danoninho, trazem encartado um envelope com dois cards magnéticos ilustrados com letras coloridas e o mascote da marca, o Dino. Os cards são certificados de acordo com as normas do INMETRO.
O conceito Dinoletras é um sucesso em diversos países. No Brasil, a promoção reforça a preocupação da marca em oferecer um produto alinhado com as necessidades nutricionais e educacionais das crianças brasileiras. “Danoninho é uma marca que tem importante missão no desenvolvimento infantil saudável. A Danone utilizou os resultados do estudo Nutri-Brasil Infância para adequar os nutrientes na fórmula do produto de acordo com as carências alimentares das crianças brasileiras”, destaca Rodrigo Chaimovich, gerente de Marketing da Danone. Além de entregar um produto nutricionalmente balanceado, Danoninho estimula o aprendizado infantil, conceito já apresentado recentemente no lançamento de Danoninho para Plantar, que incentiva a educação ecológica.
É IMPORTANTE INCENTIVAR A ALFABETIZAÇÃO DE MANEIRA DIVERTIDA E SEM ANSIEDADE
Você já parou para pensar que os jogos e as brincadeiras têm grande importância para o desenvolvimento das crianças?
Brincar é gostoso, dá prazer e desenvolve o potencial intelectual e afetivo da criança
O desenvolvimento da criança é tema complexo; em cada etapa da aprendizagem ela apresenta características diferentes. No processo de alfabetização, a escola e a família desempenham um papel fundamental. Para se ter uma boa qualidade de ensino, os educadores buscam constantemente aperfeiçoar sua prática profissional por meio de treinamentos cada vez mais adequados às necessidades de aprendizagem das crianças.
E qual é o papel da família nesse processo tão determinante para as crianças? Os pais podem – e devem – participar desse momento tão especial na vida dos filhos. Afinal, eles começam a pensar na escrita e construir conhecimento sobre ela muito antes de ingressar no ensino fundamental.
A educadora sugere algumas dicas para os pais estimularem o processo de alfabetização das crianças:
· Ofereça livros para os bebês e mantenha esse hábito com publicações recomendadas para a idade da criança.
· Inclua livrarias e bibliotecas nos passeios da família.
· Existem livrarias que, nos finais de semana, promovem atividades de “contação” de histórias e teatro para as crianças e seus pais. Não só divertem a criança como também dão ideias aos pais para contarem histórias de outras formas.
· Mantenha em local acessível papel, lápis de cor ou giz de cera para a diversão das crianças.
· Folheie livros, revistas e jornais na presença de seu filho/a e compartilhe com ele/a esses momentos.
· Convide seu filho/a para conversar na cozinha, enquanto prepara o almoço, e peça à criança para pegar os alimentos de que você precisa: “Pegue a lata de rótulo verde que comece com a letra M”, por exemplo.
· Conte histórias para a criança. E peça para ela também contar histórias, manuseando livros e revistas.
· Leia em voz alta e passe o dedo das crianças nas palavras.
· Escreva bilhetes em letra bastão para as crianças.
· Monte um quadro/cartaz com as “tarefas do dia”: acordar, lavar o rosto e as mãos, escovar os dentes, tomar café etc.
· Ter um quadro magnético com letrinhas é muito estimulante para a criança ir construindo palavras e frases. Ela pode mudar as letras de lugar, conforme vai conversando com alguém alfabetizado, até chegar à forma convencional da palavra.
· Peça ajuda à criança na hora de escrever bilhetes simples e até a lista de supermercado.
· Coloque avisos pela casa, por exemplo: “Não deixe a torneira pingando depois de lavar as mãos”, “Apague a luz quando sair do quarto”, “Não deixe a televisão ligada, quando acabar de ver seu desenho animado”.
Essas sugestões requerem alguns cuidados:
· Não exija perfeição na escrita ou na leitura de seu filho. Errar faz parte do processo de construção do conhecimento.
· Letras bastão são indicadas para a alfabetização de crianças, pois elas as veem em vários lugares.
· Utilize letras impressas – cartonadas, de PVC ou magnéticas – para estimular o aprendizado infantil.
· Faça de cada um desses momentos de interação divertidos e prazerosos para toda a família.
· As atividades devem ser prazerosas, não devem ser forçadas.
· Devemos estimular na criança o hábito da leitura, mas, se isso não for feito de forma agradável, há grande chance de a criança não criar esse hábito e encarar a leitura como tarefa “obrigatória” e maçante.
O Estudo Nutri-Brasil Infância acompanhou 3.111 crianças na fase pré-escolar (2 a 6 anos), em escolas e creches das redes pública e privada de oito estados brasileiros (Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul) e do Distrito Federal.
O estudo científico inédito no País detectou que muitas crianças ingerem quantidades inadequadas de alguns nutrientes fundamentais para o desenvolvimento e o crescimento, como, por exemplo, o cálcio e as vitaminas D e E. No caso do cálcio, há carência na ingestão diária do mineral, especialmente na fase posterior aos 3 anos de idade.
Sobre a Danone
O grupo francês Danone é líder mundial de produtos lácteos frescos. Presente em mais de 120 países, conta com mais de 80 mil colaboradores e é o terceiro maior grupo alimentício da Europa e o sétimo maior fabricante de alimentos do mundo – o primeiro em países como França, Espanha e Itália. O Grupo Danone começou a fazer história no Brasil em 1970. Do lançamento do primeiro iogurte com polpa de frutas – que revolucionou hábitos de consumo – à variedade de opções de produtos lácteos frescos dos dias de hoje, a marca Danone conquistou o paladar dos brasileiros e transformou-se em sinônimo não só de iogurte mas também de saúde e nutrição.
SAC da Danone: 0800 7017561
O prêmio é uma mochila igual a essa que a super top model Cecília esta mostrando praticamente de cabeça pra baixo "do tanto que ela gosta da mochila".
Vamos as regras do sorteio:
- Dar uma sugestão para estimular o desenvolvimento educativo para a criança, unindo pais e filhos.
- Ser seguidora do blog.
- Cada seguidora pode comentar apenas UMA vez no post com NOME, CIDADE e E-MAIL ou TWITTER.
- Residir no Brasil.
- O sorteio será dia 08/10/2010, feito pelo Random.Org
- O prêmio será enviado pela Naísa da Ketchum.
Boa sorte.
Beijos
Mamãe Tenikey e bebê Cecília.
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A hora certa de tirar as fraldas
Identificar o momento em que o bebê está pronto para treinar o uso do banheiro é o primeiro passo para ter sucesso nessa empreitada sem ficar louca
por Deborah Kanarek
Não existe uma idade certa para tirar o seu filho das fraldas. O correto é observar o pequeno e incentivá-lo a usar o pinico
Foto: Getty Image
Foto: Getty Image
Por mais que as mamães não vejam a hora de se livrar da maratona da troca de fraldas, ironicamente, o jeito mais rápido (e eficiente) de atingir esse objetivo envolve muita paciência, tolerância e nada de pressa. “Ninguém tenta fazer uma criança de 9 meses andar, porque sabe que ela não tem o controle neurológico e o equilíbrio necessários. O mesmo vale para o uso do banheiro. É inútil tirar a fralda de um bebê que ainda não possui controle dos esfíncteres nem dominou medos como o de sentar na privada, por exemplo”, compara o pediatra Renato Lopes de Souza.
Se o bebê não está maduro, a transição é cheia de retrocessos, gerando frustração para a mãe e para a criança. “A tentativa de acelerar o processo também pode trazer sequelas emocionais e predispor à instalação de quadros de prisão de ventre, enurese e encoprese – a incapacidade de controlar, respectivamente, o xixi ou o cocô”, alerta a médica Vera Koch. Para você dar conta do recado, sem medo, confira a seguir as recomendações desses dois especialistas.
Quando começar a tirar a fralda
Não existe uma idade certa para a retirada das fraldas. Em geral, por volta dos 2 anos, a criança já atingiu o amadurecimento neurológico, motor e emocional necessário para usar o peniquinho. Mas essa maturidade pode demorar mais sem que isso signifique problemas. Estudos indicam, inclusive, que bebês que iniciam mais tarde esse treinamento levam menos tempo para conseguir o controle. O importante é estar atenta aos indícios de que o seu filho está pronto. É um bom sinal, por exemplo, se ele consegue permanecer por intervalos de duas a três horas sem molhar a fralda, se avisa que quer fazer xixi ou cocô (ou que acabou de fazer) e se mostra desconforto com a fralda suja.
Respeito às diferenças Não existe padrão também em relação a que treinamento iniciar primeiro. A maioria das crianças tem mais facilidade para controlar o cocô, mas algumas começam com o xixi ou com os dois ao mesmo tempo. As preferências da criança devem ser respeitadas também em relação ao uso do peniquinho ou do redutor de assento. O ideal é testar os dois e ver com qual seu filho se adapta melhor. O redutor tem a vantagem de dispensar manutenção e seduzir aqueles que gostam de se sentir crescidinhos. Já o penico pode ser de um modelo divertido e funcionar como um estímulo extra, além de proporcionar uma sensação de segurança maior durante o uso. O medo do vaso sanitário é frequente entre os pequenos e não deve ser desprezado.
Se o bebê não está maduro, a transição é cheia de retrocessos, gerando frustração para a mãe e para a criança. “A tentativa de acelerar o processo também pode trazer sequelas emocionais e predispor à instalação de quadros de prisão de ventre, enurese e encoprese – a incapacidade de controlar, respectivamente, o xixi ou o cocô”, alerta a médica Vera Koch. Para você dar conta do recado, sem medo, confira a seguir as recomendações desses dois especialistas.
Quando começar a tirar a fralda
Não existe uma idade certa para a retirada das fraldas. Em geral, por volta dos 2 anos, a criança já atingiu o amadurecimento neurológico, motor e emocional necessário para usar o peniquinho. Mas essa maturidade pode demorar mais sem que isso signifique problemas. Estudos indicam, inclusive, que bebês que iniciam mais tarde esse treinamento levam menos tempo para conseguir o controle. O importante é estar atenta aos indícios de que o seu filho está pronto. É um bom sinal, por exemplo, se ele consegue permanecer por intervalos de duas a três horas sem molhar a fralda, se avisa que quer fazer xixi ou cocô (ou que acabou de fazer) e se mostra desconforto com a fralda suja.
Respeito às diferenças Não existe padrão também em relação a que treinamento iniciar primeiro. A maioria das crianças tem mais facilidade para controlar o cocô, mas algumas começam com o xixi ou com os dois ao mesmo tempo. As preferências da criança devem ser respeitadas também em relação ao uso do peniquinho ou do redutor de assento. O ideal é testar os dois e ver com qual seu filho se adapta melhor. O redutor tem a vantagem de dispensar manutenção e seduzir aqueles que gostam de se sentir crescidinhos. Já o penico pode ser de um modelo divertido e funcionar como um estímulo extra, além de proporcionar uma sensação de segurança maior durante o uso. O medo do vaso sanitário é frequente entre os pequenos e não deve ser desprezado.
Se houver uma recaída, tome cuidado na hora de chamar a atenção para não prejudicar a auto-estima da criança
Foto: Getty Images
Foto: Getty Images
Treinamento de sucessoPersistência e ênfase na rotina são fundamentais. Não esqueça que a transição precisa acontecer simultaneamente nos vários ambientes que a criança frequenta. Então, quando for iniciar o treino, combine o passo a passo com a escolinha e com os avós. E resista à tentação de voltar às fraldas nos finais de semana. Lembre-se:
1. A maioria das crianças tende a fazer xixi ou cocô cerca de uma hora após as refeições. Se for o caso do seu filho, coloque-o sentado no peniquinho nesses momentos. A recomendação vale para meninos e meninas – só mais tarde, quando o garoto completar o aprendizado, ele deve ser estimulado a ficar de pé para urinar, imitando o pai e coleguinhas.
2. Transforme a hora do penico em um momento prazeroso. Leia uma história, invente um jogo ou cante, tudo isso ajuda a relaxar a musculatura pélvica.
3. Se o pequeno conseguir, elogie-o dizendo que está orgulhosa. Caso nada aconteça depois de uns dez minutos ou a criança der mostras de impaciência, recoloque a fralda e incentive-a pela tentativa. A idéia é habituá-la a sentar no peniquinho antes de tirar a fralda.
4. Alguns especialistas recomendam repetir esse ritual a cada duas horas. Outros acham melhor incentivar o bebê a reconhecer sozinho a sensação de bexiga cheia, pois isso facilita o treinamento noturno. Converse com seu pediatra a respeito e, claro, fique atenta àqueles sinais típicos de “aperto” – como caretas e inquietude – para levar o filho a tempo ao banheiro.
5. Quando perceber que a criança já está no controle da situação, passe para a calcinha ou a cueca. Existem fraldas de treinamento, com laterais elásticas, que ela própria consegue baixar.
6. Caso seu bebê tenha intestino preso, reforce a oferta de frutas e cereais para que o ato de evacuar não se transforme em uma experiência dolorosa.
7. Recaídas são inevitáveis. Diante delas, mantenha a calma e diga algo do tipo “escapou, mas da próxima vez sei que você tentará avisar antes”. Cuidado para não valorizar demais o incidente, porque o pequeno pode achar que vale a pena fazer xixi nas calças para chamar a atenção. E, principalmente, jamais humilhe a criança: além de prejudicar a auto-estima dela, essa atitude pode levar a problemas como constipação.
A fralda da noite
Esse treinamento costuma ser um pouco mais complicado, pois exige muitas horas seguidas sem ir ao banheiro. A primeira tentativa pode ser feita cerca de seis meses depois que o controle do dia estiver perfeito, desde que a mãe note que a fralda noturna amanhece sequinha com frequência. Até os 5 anos, é normal fazer xixi na cama e uma tática que muitas mães usam é a de acordar durante a noite para levar o pequeno dorminhoco ao banheiro. Como regra, adote protetor de colchão, evite excesso de líquidos após o jantar e habitue seu filho a ir ao banheiro antes de deitar.
Entenda o momento
Para toda criança, a retirada da fralda traz uma sensação de perda, como se ela percebesse que sua condição (e vantagens) de bebezinho estivesse ameaçada. É por isso que os psicólogos recomendam que os pais sejam cuidadosos ao estimular a ida ao banheiro e não demonstrem nojo em relação ao xixi e ao cocô do bebê. Vale até incentivar tchauzinhos para o cocô, porque o teatro ajuda os pequenos a se acostumarem à idéia de que o lugar dele é na privada.
A sensação de perda que naturalmente acompanha esse aprendizado é o motivo também pelo qual não se deve iniciá-lo em momentos considerados críticos. “Mesmo crianças que já tiraram a fralda podem voltar a molhar a roupa diante do nascimento de um irmão, da separação dos pais, de uma mudança de casa ou de babá, da entrada na escola ou até da troca do berço pela cama”, explica Ana Cássia Maturano, psicóloga. Também em casos assim, é melhor esperar do que correr o risco de que um aprendizado tão importante para a independência do seu filho se transforme em uma batalha doméstica.
A caminho do banheiro Na hora de comprar um peniquinho, leve seu filho junto e certifique-se de que o modelo escolhido permita que ele sente com as pernas dobradas a 90 graus e com os pés firmes no chão. Para o redutor de assento, providencie um banquinho ou caixote, no qual o pequeno possa subir e se manter apoiado.
1. A maioria das crianças tende a fazer xixi ou cocô cerca de uma hora após as refeições. Se for o caso do seu filho, coloque-o sentado no peniquinho nesses momentos. A recomendação vale para meninos e meninas – só mais tarde, quando o garoto completar o aprendizado, ele deve ser estimulado a ficar de pé para urinar, imitando o pai e coleguinhas.
2. Transforme a hora do penico em um momento prazeroso. Leia uma história, invente um jogo ou cante, tudo isso ajuda a relaxar a musculatura pélvica.
3. Se o pequeno conseguir, elogie-o dizendo que está orgulhosa. Caso nada aconteça depois de uns dez minutos ou a criança der mostras de impaciência, recoloque a fralda e incentive-a pela tentativa. A idéia é habituá-la a sentar no peniquinho antes de tirar a fralda.
4. Alguns especialistas recomendam repetir esse ritual a cada duas horas. Outros acham melhor incentivar o bebê a reconhecer sozinho a sensação de bexiga cheia, pois isso facilita o treinamento noturno. Converse com seu pediatra a respeito e, claro, fique atenta àqueles sinais típicos de “aperto” – como caretas e inquietude – para levar o filho a tempo ao banheiro.
5. Quando perceber que a criança já está no controle da situação, passe para a calcinha ou a cueca. Existem fraldas de treinamento, com laterais elásticas, que ela própria consegue baixar.
6. Caso seu bebê tenha intestino preso, reforce a oferta de frutas e cereais para que o ato de evacuar não se transforme em uma experiência dolorosa.
7. Recaídas são inevitáveis. Diante delas, mantenha a calma e diga algo do tipo “escapou, mas da próxima vez sei que você tentará avisar antes”. Cuidado para não valorizar demais o incidente, porque o pequeno pode achar que vale a pena fazer xixi nas calças para chamar a atenção. E, principalmente, jamais humilhe a criança: além de prejudicar a auto-estima dela, essa atitude pode levar a problemas como constipação.
A fralda da noite
Esse treinamento costuma ser um pouco mais complicado, pois exige muitas horas seguidas sem ir ao banheiro. A primeira tentativa pode ser feita cerca de seis meses depois que o controle do dia estiver perfeito, desde que a mãe note que a fralda noturna amanhece sequinha com frequência. Até os 5 anos, é normal fazer xixi na cama e uma tática que muitas mães usam é a de acordar durante a noite para levar o pequeno dorminhoco ao banheiro. Como regra, adote protetor de colchão, evite excesso de líquidos após o jantar e habitue seu filho a ir ao banheiro antes de deitar.
Entenda o momento
Para toda criança, a retirada da fralda traz uma sensação de perda, como se ela percebesse que sua condição (e vantagens) de bebezinho estivesse ameaçada. É por isso que os psicólogos recomendam que os pais sejam cuidadosos ao estimular a ida ao banheiro e não demonstrem nojo em relação ao xixi e ao cocô do bebê. Vale até incentivar tchauzinhos para o cocô, porque o teatro ajuda os pequenos a se acostumarem à idéia de que o lugar dele é na privada.
A sensação de perda que naturalmente acompanha esse aprendizado é o motivo também pelo qual não se deve iniciá-lo em momentos considerados críticos. “Mesmo crianças que já tiraram a fralda podem voltar a molhar a roupa diante do nascimento de um irmão, da separação dos pais, de uma mudança de casa ou de babá, da entrada na escola ou até da troca do berço pela cama”, explica Ana Cássia Maturano, psicóloga. Também em casos assim, é melhor esperar do que correr o risco de que um aprendizado tão importante para a independência do seu filho se transforme em uma batalha doméstica.
A caminho do banheiro Na hora de comprar um peniquinho, leve seu filho junto e certifique-se de que o modelo escolhido permita que ele sente com as pernas dobradas a 90 graus e com os pés firmes no chão. Para o redutor de assento, providencie um banquinho ou caixote, no qual o pequeno possa subir e se manter apoiado.
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