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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Como montar um Cardápio (lanche da tarde) para uma "chatinha"? - post SOS 2

Boa tarde!!!
Algumas horas de pesquisas depois...
Conclui que o melhor a fazer é disponibilizar coisas que ela gosta de comer e diversificar nos sucos.
Então criei uma tabela onde a minha funcionaria (que é quem fica com a Cecília durante a tarde) pode fazer o lanche de acordo com o que tiver em casa.


SUCOS
LANCHE


LARANJA COM CENOURA
PÃO COM MANTEIGA
LARANJA COM ABACAXI
ROSCA
SUCO DE GRAVIOLA
PÃO DE QUEIJO
PERA COM MORANGO
BOLACHA MAISENA
MANGA COM LARANJA E GENGIBRE
PETA
AMEIXA COM MANGA
MISTO QUENTE
LARANJA COM MELAO
CUBOS DE QUEIJO
MAMAO COM AMEIXA
PRESUNTO E QUEIJO ENROLADINHO
ACEROLA COM CENOURA
CACHORRO QUENTE
SUCO DE UVA
PAO DE FORMA COM QUEIJO
LARANJA COM ACEROLA
PAO COM REQUEIJÃO
MELANCIA COM PERA
BOLINHO DE CHUVA
PERA COM CHÁ DE CAMOMILA
ENROLADINHO
UVA COM PERA
MINI PIZZA
KIWI, LARANJA E UVA
DANONINHO
MORANGO, MAMÃO E MAÇA
PÃO COM PATE DE PRESUNTO
LARANJA, BANANA E AMEIXA
BISCOITO/BOLACHA
LEITE COM NESCAU
PASTEL


OBS.: Eu faço cupcakes/bolo/doces a Cecília não come.
OBS2.: Como ela não come fruta, e adora os sucos, a pediatra sugeriu fazer SUCOS MIX.
OBS3.: Como eu disse fiz a tabela de acordo com as coisas que eu sei que SEMPRE tem em casa.
OBS4.: Cecília não come cookies/bolinhos/barras de cereais. Veja mais aqui.
OBS5.: Continuo aceitando receitas e dicas.

Como montar um Cardápio (lanche da tarde) para uma "chatinha"? - post SOS

Bom dia pessoal.
Estou sumida né, foi mal, mil perdões, a vida tá corrida e eu estou em crise intelectual, tenho lido os blogs dasamigas, mas não estou comentando, mas não fiquem bravas tá, amo vocês é a falta de tempo.
Então venho hoje pedir uma ajuda.

Preciso montar um cardápio de lanche para Cecília, porque preciso incluir algumas coisas que ela não come.
E essa é uma tarefa muito difícil, porque a Cecília não é uma criança normal, porque tem coisas que ela simplesmente não come.
A Cecília não come fruta, ela conhece TODAS as frutas, ela toma os sucos (menos de melancia) mas ela NÃO COME A FRUTA. Na escola no lanche tem os dias das frutas (que é +/- 2 ou 3 vezes por semana) e ela ou dá pra um colega as frutas dela ou "fica com fome" ganha outro lanche ou eu mando de casa.
A Cecís não come BOLO, nem GELATINA, nem IORGUTE (só Danoninho), nem CHOCOLATE e alguns biscoitos ela nem chega perto.
A primeira vez que eu vi ela tomando leite com Nescau foi na casa de uma amiga minha, porque até então achocolatado era só o Toddynho, e leite só o Rosa (Ninho + Mucilon + Sustagem morango).
De porcaria ela gosta de Cheetos e batatinha Pringles e eu dou as vezes no fim de semana.
A comida em si: arroz, feijão, carnes, macarrão, eu não tenho o que reclamar, ela come SUPER bem. E eu sempre tento misturar as verduras e legumes e faço sopa sempre que ela adora.
A minha intenção com esse cardápio é diversificar a alimentação dela, que está super restrita.
Alguém me ajuda? Eu não sei nem por onde começar.
Tudo que eu já encontrei na internet tem coisas que ela não come.
Como montar um cardápio de lanche para uma chatinha??
PS: aceito receitas.

Cecília - 3 anos, 14,4 kilos e 95 cm.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Blogagem Coletiva - Ser mãe solteira


Eu já falei aqui no blog que não é fácil ser mãe, agora vou falar que o que não é fácil é ser mãe solteira!
Como tudo na vida tem suas vantagens e desvantagens. O que é bom pra mim, pode ser ruim para você, ou vice versa, porque a grama do vizinho é sempre mais verde e a gente gosta mesmo é de reclamar.
Eu tenho muito orgulho de ser mãe, de ser a mãe da minha filha, e tenho orgulho sim de dizer que sou mãe solteira (mesmo vendo as criticas e nariz torcido da sociedade).
A minha filha é tudo pra mim, tudo que eu pedi pra Deus, com ela na minha vida sou mais forte, depois dela eu amadureci, fiquei mais responsavel e realizei um sonho.
Desde o começo eu tive que arcar com tudo sozinha, o pai dela nunca me acompanhou em nada e até hoje a participação dele é como de um coadjuvante, o progenitor, a visita, a ajuda financeira. Nós temos uma relação amigavel e de respeito, a Cecília tem verdadeira paixão pelo pai, claro que eu gostaria que ele se fizesse mais presente, mas como desde o começo ele nunca quis a gestação eu não posso querer mais do que ele ja faz.
Uma fase muito complicada foi fazer o pré-natal, ir nas ultrasons, montar o enxoval, escolher/compar tudo, é um periodo tão importante e eu passei por ele sozinha, quando acontece alguma coisa mesmo incrivel (o 1° chute, o engatinhar, o sentar, os primeiros passos), não tem ninguém ali comigo para dividir aquele momento, não tem niguem ali do meu lado, para vibrar ou rir e até mesmo chorar comigo/segurar a minha mão.
Eu carrego um peso grande sozinha porque tudo nas fica nas minhas costas, todas as responsabilidades, a criação, o cuidado, quando se é mãe solteira você não tem com quem dividir culpar.
Claro que eu tenho uma grande ajuda da minha familia, da minha mãe, de amigos, sou muito agradecida por isso, mas é diferente, quando se tem um companheiro (marido/namorado) querendo ou não algumas tarefas são divididas para os dois, as contas, as responsabilidades. mesmo que o parceiro não faça da mesma maneira que a mãe ou como a mãe gostaria.
Muitas vezes me sinto sobrecarregada/cansada/estressada, não tenho ninguém para pedir para fazer por mim tudo que eu tenho que fazer, coisas tipo, dar banho na Cecília, levar e limpar ela no banheiro, colocar ela pra dormir, dar banho, brincar com ela pra eu poder assistir 5 minutos de TV, levar/buscar na escola quando eu tiver enrolada.
Tenho que dar comida, banho, levar pra escola, médicos, fazer exames, ir nas reuniões, comprar materiais, comprar presentes, comprar roupa, levar pra tomar vacina, ver se escovou bem os dentes, fazer o "rosa" colocar pra dormir, ler uma historia, levar no pula pula... tudo sozinha.
Além de trabalhar fora em tempo integral.
Tenho que saber lidar com as minhas limitações e as dela, com o tempo que é curto e passa rápido.
As vezes me culpo por não passar mais tempo com ela, por não ficar com ela em casa e acompanhar seu crescimento mais de perto. Mas eu faço o meu melhor e espero que ela entenda, porque tudo que eu faço é por ela.

Coisas do dia a dia:
 - mãe quero fazer xixi, ta vazando.
 - mãe quero rosa.
 - mãe vem assisti comigo.
 - mãe mãe mãe...
Será que não cansa?? kkkkkkkkkkk

Meu sonho era dormir ate meio dia no domingo. Cecis acorda cedo e me acorda, e ainda pergunta: - Mamãe você dormiu bem???

Onde eu olho tem brinquedo espalhado, meu quarto parece que passou um furacão. Ai eu peço pra ela guardar e ainda tenho que ouvir: - Não vou guardar, você que vai mamãe, eu tô muito cansada.

Minha cama é de solteiro, e a Cecís só quer dormir comigo, mas eu nunca sei se ela quer dormir ou me jogar pra fora da cama.

Muitas coisas boas também acontecem, como quando ela começou a sentar e depois a andar, quando ela começou a falar, e a gente fazia brincadeiras, quando eu a estimulava e ela correspondia. E agora quando ela fala que me ama, que ela demonstra carinho e afeto.
Acompanhar seu desenvolvimento na escola.. ver ela aprender as letras e os números, ver ela cantar e dançar.

Eu queria ter uma força extra, um help, alguém pra compartilhar.

- Filha mamãe te ama.
- Mamãe eu te amo mais.
- E eu te amo muito.

E mesmo achando que estou sozinha, sei que não estou.Porque existem dias bons e ruins, fáceis e difíceis, mas tudo vale a pena, cada momento com ela.

Amigas blogueiras/Mães Solteiras/Mulheres Guerreiras:

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Tudo que você quer saber sobre maternidade e ninguém te conta ou Experiências que a vida me trouxe



Não é fácil ser mãe.
Não importa se você é casada ou solteira, se é o primeiro ou segundo filho, se você é rica ou pobre.
Todas as mães passam basicamente pelos mesmos desafios.
E nem tudo nessa vida são flores. Principalmente na vida de mãe.
Não se iluda com essa imagem que filmes e novelas passam, aqueles bebês não são reais, não são "daquelas mães", aquilo é uma encenação, e só as mães de verdade sabem a realidade.
Ser mãe não é aquela perfeição, dormir e acordar sempre arrumada, parir e ficar linda e esbelta de um dia pro outro.

GRAVIDEZ
Geralmente os 3 primeiros meses da gravidez são um inferno. Porque você sabe que você esta gravida, mas você não sente, isso porque você não tem barriga, você não sente o bebe mexer e você só sente mal estar. Gravidez não é doença, mas você se sente doente. Os enjoos são constantes, tudo que antes você gostava, agora não gosta mais.
Algumas mulheres não enjoam...outras enjoam até o marido.
Eu pessoalmente enjoei cheiros (quando ia tomar banho ou escovar os dentes tinha vontade de morrer), perfumes, produtos de limpeza.. e até o toque do celular me enjoou.
Tem mulheres que nem conseguem sair da cama (ou do banheiro) de tanto enjoo que elas sentem.
Mas geralmente isso passa mais ou menos no fim da 12° semana de gestação.
Apesar de se sentir um trapo, você vai se sentir feliz porque esta gerando uma vida (não desanime).
Depois você começa a sentir as mudanças, sua barriga começa a crescer, o bebê começa a mexer e você sente isso (e você vai ficar tão feliz quando isso acontecer que vai até chorar)... e você não vai parar de comer.
Mesmo você estando linda, você vai se achar gorda, você vai se achar feia, e aquela sua calça jeans favorita não vai passar de uma mera lembrança. E você vai querer chorar, porque suas roupas não te servem mais como antes, e porque você não aguenta mais usar roupa de malha.
Sua barriga vai crescer mais e mais, você vai ficar mais cansada que o normal, você vai sentir muito, muito calor (como se você fosse o verdadeiro sol), você vai sentir dores em lugares que nem sabia que existiam.
Não vai achar posição pra dormir, pra sentar... pra ficar em pé. Você não vai ter senso de espaço... e até de gravidade.
Mas não desanime.. isso também passa.
Depois manchas estranhas irão aparecer (evite o sol e use filtro solar), você vai inchar feito um balão, seu pé vai ficar igualzinho uma bola de futebol americano, e o sapato mais confortável, provavelmente será um Crocs.
Mas mesmo isso tudo acontecendo, muitas coisas legais vão acontecer ao mesmo tempo, você o bebê vai ganhar muitos palpites presentes, você vai montar o enxoval, você vai pensar em temas, tudo no mundo vai ficar mais lindo e você vai ficar mais preocupada com mundo, e a cada dia você vai ficar mais emotiva e até aquele comercial de margarina vai te fazer chorar.
Seu humor vai oscilar como uma bomba atômica, hora você esta feliz com tudo, hora você esta com raiva de tudo, e até pode ter umas explosões de ódio e gritar e chorar com besteirinhas, e as vezes nem você vai entender o porque de tanta raiva.
Você pode sentir alguns desejos, e também vai ter que cortar muitas coisas da sua dieta. porque se você quer ser uma boa mãe, claro que vai fazer um esforço, (bom a maioria das mulheres fazem ou tentam). Do tipo: parar de fumar, parar de comer doce, parar com café, parar com chocolate, parar com refrigerante, parar com conservantes...
E você vai querer (ou não) produtos naturais, produtos atóxicos, produtos politicamente corretos.
E também tem os medos, o medo de não ter grana suficiente, o medo da dor, o medo do parto, o medo do hospital, o medo dos médicos, o medo de doenças, o medo de não conseguir, o medo do mundo e o principal o medo de não ser uma boa mãe.
Você vai ter que fazer escolhas, escolher o nome, escolher o sobrenome, escolher o hospital, escolher o medico, escolher o parto, escolher cores, formas e até se era isso tudo mesmo que você queria.
Muitas mulheres acham que ser mãe é fácil, que tudo é lindo. Mas não é, e para alcançar o sucesso vai ser preciso abrir mão de muita coisa... muita coisa mesmo.
Abrir mão das baladas, das noites de sono, das massas, da individualidade, do corpinho sarado, do ir e vir...
Tem gente que se prepara, tem gente que não, e não existe manual. A gente aprende tudo na raça. E olha, ninguém, mas ninguém nesse mundo vai dizer que o que você faz esta certo.
Eu proponho que você leia muito sobre o assunto, crie uma rede de apoio, pode ser com amigas, com médicos, enfermeiras, doulas, pode ser ate pela internet. Pesquise em sites e em livros.
E leia muito sobre tudo, sobre tudo que você sentir duvidas. Pergunte e saiba filtrar. Porque palpites e experiências pessoais é o que não falta.
Mas procure sempre "ouvir" de pessoas que já tiveram filhos, e principalmente dos médicos (que por mais que as vezes eles pizem na bola com umas bizarrices, eles estudaram pra isso, serem médicos).

PARTO
Tem mulheres que querem ter o parto normal e outras que querem cesariana.
Leia sobre isso, filtre e faça sua escolha.
Eu sempre quis/quero parto normal, mas infelizmente com a Cecília não deu. Mas continuo no team PN.
Tem mulheres que tiveram o PN e amaram e outras que odiaram, do mesmo jeito que tem mulheres que tiveram parto cesária (PC) e amaram e outras que odiaram (como eu).
Mas quando você fizer essa escolha saiba lidar com isso e respeitar a opinião alheia.
Ninguém pode impor nada nessa vida, ainda mais na tua!
Você deve estar se perguntando porque eu não gostei de ter PC?? Bom, não teve nenhum glamour. Fiquei horas em trabalho de parto, lidando com a minha dor, super consciente do que eu queria e esperando, mas não dilatei o suficiente, minha filha não estava encaixada como deveria e meu parto não evoluiu, os médicos acharam que era melhor o PC antes que pudesse acontecer algo errado. (Lembra que eu falei das escolhas? Então tive que fazer uma bem difícil e abrir mão do que eu mais desejava). Eu também não gostei porque não foi legal, eu senti muita dor depois (algumas mulheres omitem essa dor). Sim, dói muito no pós parto, eu tinha a impressão que as minhas tripas iam sair pela cirurgia, eu só conseguia me sentir confortável quando ficava enfaixada e depois com a cinta e o que eu não inchei na gravidez eu fiquei inchada no pós parto, meus pontos internos inflamaram, porque meu corpo rejeitou e hoje eu tenho uma cicatriz horrível e esse era um dos motivos que eu não queria o PC porque eu sei que tenho problemas com cicatrização, e eu queria muito ter tido a minha filha de forma natural, passei a gravidez toda me preparando psicologicamente pra isso.
Então se prepare pro que der e vier...

AMAMENTAÇÃO
Tem mulheres que escolhem amamentar, outras que não querem, outras que não conseguem e outras que nem tentam. Eu sou a favor da amamentação exclusiva até os 6 meses.
Leia muito sobre isso também, pergunte as outras mães, observe mães amamentando, pesquise sobre preparação do seio, posição da mãe e do bebe, sobre bico invertido, mastite, sobre ordenha manual e com bombinha, sobre protetores de seio, conchas.. e o que tiver sobre amamentação.
Mas por favor, não deixe de amamentar. É melhor pro bebe e você vai ter uma série de beneficios também.
Você vai emagrecer mais rápido, a amamentação vai ajudar o seu útero a voltar ao normal. Você vai alimentar o seu filho. E na minha opinião amamentar é umas das maiores demostrações de amor que existe.
Mas saiba que amamentar é um compromisso, você vai ficar presa ao seu bebe e você vai precisar de muita paciência e perserverança.
Nem todos os bebes nascem sabendo mamar....alguns são preguiçosos, outros esfomeados e assim como para mãe tudo pro bebe é novidade e ele também esta aprendendo.
Mas não desista! Tente, tente, tente... leia, pergunte a sua rede de apoio, procure ajuda... mas não desista.
O leite demora até 72 horas pra descer depois do parto... não vou mentir os 4 primeiros dias eu achei que ia enlouquecer..  a Cecília não saia literalmente dos meus peitos.
Bom, mas se você escolheu dar leite artificial eu respeito sua decisão, é bem mais fácil e mais comodo, mas isso saiu bem mais caro né? (Financeiramente falando, uma lata de leite custa em média 12 reais e o leite materno esse é de graça).
O leite materno é rico em tudo pro bebe, ele vai ser mais saudável e não caia nessa besteira de leite fraco, isso não existe, deixe o bebe no peito, verifique se ele esta fazendo a pega correta, amamentar não doí, se doer é porque tem algo errado. E é a sucção do bebe que vai fazer seu corpo fabricar mais leite.
Você sabia que mulheres que não engravidaram podem amamentar??
OBS. Amamentar não deixa os peitos cair, o que deixa é a gravidade.
Ainda no tema amamentação, procure sutians, fáceis de manusear com 1 mão só e que sustente o peso do seu peito, ele pode aumentar até uns 3 números a mais.

Quando o bebê nascer, você vai sentir muito medo, vuneravel e se acostume, as pessoas vão sempre falar antes com seu filho do que com você. Agora você se tornou a Sra. Mãe de Fulano. E sim, por mais que você queira, você não terá mais identidade.
Acontece...
Aproveite para dormir sempre que o bebe dormir. Descanse. Se alimente bem. Isso faz toda a diferença, e lembre-se tudo que você come vira leite, então cuidado, porque você pode fazer mal pro bebe sem saber, tipo comer amendoim ou chocolate. Isso pode se transformar em cólica, diarréia ou alergia.
Um bebe gasta em media 150 fraldas nos primeiros meses, e esse investimento literalmente se transforma em merda! Se possível aproveite as promoções, faça um chá de fraldas e estoque.
Os primeiros dias com o bebe em casa não serão fáceis, tanto a família quanto o bebê vão precisar se acostumar com a nova rotina. Lembre-se que ele passou meses dentro de você, indo pra la e pra cá, se alimentando dentro de você, e agora que ele ta fora da barriga ele vai sentir falta disso e ele vai chorar. Porque ele vai querer ficar perto da mamãe, sentir o cheio da mãe, ouvir a voz e o coração da mãe.
Então (sempre que puder) carregue seu bebê no colo, dê o peito (dê muito peito), nine ele, durma com ele. E saiba, você não vai ter tempo para muita coisa, sua prioridade agora é o seu filho. Tomar banho e pentear os cabelos serão momentos de gloria. Seu cheiro oficial sera leite materno, ultimo lançamento nas perfumarias de Paris. E eu espero que você vaze leite por todos os seus poros.
Esteje consciente que você vai se sentir cansada, exausta e muitas vezes poderá suncubir, mas sempre tem uma luz no fim to túnel. E o tempo passa voando, saiba aproveitar esse tempo. Quando você menos esperar o seu filho vai estar com 3, 6, 10,15,18 anos...
Ser mãe é abrir mão do individualismo, é amar incondicionalmente, é ficar presa a vida de outro ser e ser responsável por isso.
Ninguém vai dizer que você esta fazendo um bom serviços, mas saiba, você tem que ser o melhor que você pode ser.. e isso vai bastar pro seu filho, você ser responsável por suas decisões.
Não lamente aquele aumento que você perdeu, ou as roupas que você perdeu, ou a vida que você tinha... você decidiu ser mãe. Então trabalhe isso. Estude sobre isso. E filtre. E principalmente não se culpe.

E não se esqueça! Você não esta sozinha, existem milhões de mulheres passando pelas mesmas coisas que você e milhões de mulheres que já passaram por isso.
Respire, tenha calma e tente se manter sã.

Beijos.
Tenikey
(Da série: devaneios de uma mãe com insonia)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O que te torna mais mãe ou menos mãe do que outra mãe?


Você é mais mãe ou menos mãe porque engravidou casada ou solteira?
Você é mais mãe ou menos mãe porque vc não engordou nada ou engordou tudo na gravidez?
Você é mais mãe ou menos mãe porque teve parto cesária ou parto normal?
Você é mais mãe ou menos mãe porque teve parto cesária marcado?
Você é mais mãe ou menos mãe porque sentiu muita dor ou não sentiu dor nenhuma?
Você é mais mãe ou menos mãe porque você devidiu criar seu filho ou deixou ele com a "visinha" mãe, parente?
Você é mais mãe ou menos mãe porque você amamentou ou deu mamadeira?
Você é mais mãe ou menos mãe porque ama mais seu filho do que você mesma?
Você é mais mãe ou menos mãe porque ele vem em 1° lugar e o resto é resto?
Você é mais mãe ou menos mãe porque escolheu amamentar 6 meses exclusivo?
Você é mais mãe ou menos mãe porque voltou a trabalhar cedo ou ficou em casa?
Você é mais mãe ou menos mãe quando você pensa mais em você do que nos seus filhos?
Você é mais mãe ou menos mãe quando você ama seu marido namorado mais que seus filhos?
Você é mais mãe ou menos mãe porque você sai de vez em quando com seus amigos?
Você é mais mãe ou menos mãe porque você não sai nunca?
Você é mais mãe ou menos mãe porque fuma, bebe usa drogas?
Você é mais mãe ou menos mãe porque decidiu estudar e deixar o filho em casa?
Você é mais mãe ou menos mãe porque decidiu colocar seu filho na creche/escola?
Você é mais mãe ou menos mãe porque seu filho come comida natureba ou come bala?
Ou você é mais mãe ou menos mãe porque é mais fácil criticar os outros?
Ou você é mais mãe ou menos mãe porque fica na defensiva?
Ou você é mais mãe ou menos mãe porque não respeita escolha/criação/opinião de outras pessoas?
Ou você é mais mãe ou menos mãe porque vc é formada em MÃE e sabe mais que todo mundo?


Porque ontem tive uma pequena crise do tipo "sou ou não sou mãe de merda" ou "sou melhor que X e Y" ou "será que sou boa mãe" ou "será que ser X e Y é melhor que ser eu".
Então fica ai os questionamentos que rolam na minha na sua cabeça.
O que te torna melhor ou pior que eu?

sábado, 29 de outubro de 2011

Cheetos

Quem nunca comeu Cheetos quando criança??
Eu comi! E ainda como!
E agora a Cecília vive (V-I-V-E) pedindo Cheetos.
Toda vez que o comercial passa na TV, ela me chama para pedir, e toda vez tenho que responder que quando eu for no super mercado eu compro. (que fique claro que ela só come no fim de semana).
Eu vim aqui SUPLICAR para que diminuíssem os comerciais enquanto eu estou em casa, porque eu também mereço assistir TV e deitar no sofá depois de um dia de trabalho. Porque ter que levantar de 5 em 5 minutos não dá!! rsrsrs

quinta-feira, 28 de julho de 2011

A Cecília, o batom e as unhas.

Cecìlia como toda menina é muito vaidosa, e acho que por influencia de morar com mais 3 mulheres ela é super hiper mega vaidosa.
Claro que eu tento controlar, não gosto de crianças que parecem adultos e muito menos a minha criança. Quero que ela aproveite e muito a sua infancia, brinque e faça muita bagunça.
Mas tem duas coisas que a Cecília é facinada e nem sempre eu consigo enrolar ela, que são pintar as unhas e a nova sensação do momento passar batom (gloss). Sempre que a Branca vai lá em casa arrumar as unhas das "mulherestudo" a Cecília ja vai futricar na bolsinha da Branca pra escolher o esmalte que ela vai pintar as unhas dela, as vezes eu até deixo ela escolher a cor do meu. Tive que esconder os meus esmaltes porque já peguei a pequena tentando pintar as unhas sozinha e não é que ela tem jeito acertou as unhas e melecou os dedos (mas pelo menos não pintou a casa toda).
O batom é um gloss do O Boticario infantil que ela ganhou e eu escondi durante um bom tempo, mas agora pra ela não pegar mais o batom vermelho da minha mãe ou os meus gloss/batons deixo esse gloss com ela e ela passa quando esta com vontande, quer passar batom pra sair, pra ir comer, pra ir dormir, é uma graça.
Outro dia a minha irmã pegou a Cecília mexendo na minha caixa de maquiagem e num é que ela passou lápis no olho, estava parecendo um dalmata! E olha que a minha caixinha estava guardada e ela encontrou.
Ah! Mas nada de sapato de salto, porque salto alto é pra adulto, ok?
E as suas meninas são vaidosas assim também?

*****

Maquiagem infantil

Riscos do exagero de maquiagem nas meninas

Um salão de beleza cheio, cabeleireiros e maquiadores de um lado para outro e cosméticos circulando por todos os lados do salão. Seria a preparação para um casamento, festa de formatura ou algum evento social que receberá belas mulheres? Negativo. Essa descrição é de uma festa de aniversário de uma criança que pode ter entre dois e sete anos.
A maquiagem chegou às pequeninas, que cada vez mais cedo se tornam vaidosas e não saem de casa sem fazer um "make" e a necessaire para dar um retoque no visual, principalmente no batom.
O que antigamente se tratava de uma brincadeira de criança para imitar "gente grande" ou se limitava a um gloss na boca, hoje em dia deixa o Brasil nos primeiros lugares dos países que mais vendem cosméticos especializados para o público infantil.
Não por acaso, empresas lançam uma infinidade de produtos de beleza direcionados a meninas, usando cantoras e apresentadoras de TV famosas para fisgar essa garotada.
No entanto, os especialistas alertam os riscos do uso prematuro da maquiagem. Os dermatologistas explicam que a pele das crianças é mais sensível e por isso absorve em maior quantidade as substâncias contidas na maquiagem, podendo causar alergias.
Mesmo que a alergia não apareça de imediato, com o passar do tempo, a pele da criança absorve essas substâncias e, consequentemente, as alergias podem aparecer até com produtos que não tenham nada com a maquiagem, como uma tinta de caneta que contém substâncias em comum com as da maquiagem.
Geralmente, produtos de maquiagem voltados para crianças não contêm substâncias “pesadas”. O risco é quando a mãe empresta à filha seus produtos, o que acontece na maioria das vezes.
Cuidados - O melhor é usar a maquiagem aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), específica para o público infantil. Uma maquiagem infantil boa é aquela que sai mais facilmente (com água), diferente das maquiagens feitas para adultos. Mesmo a maquiagem infantil deve ser usada com moderação. Alguns produtos têm até o gosto ruim, justamente para que as crianças não levem à boca.
Menina-mulher não é legal - O uso muito cedo da maquiagem pode fazer com que a criança só se sinta bem se estiver com a maquiagem. Para ela, estar na moda é a melhor maneira de estar bonita, havendo o risco de erotização precoce.
A maquiagem feita em uma criança deve ser usada em eventos especiais e não no dia-a-dia. Não pode se deve tornar hábito. A vontade é natural, mas os pais não devem incentivar a criança, somente se for de um modo lúdico, como parte de uma fantasia, por exemplo.
O interesse cada vez mais precoce se deve tanto à cultura da moda, ao incentivo dos pais e à mídia que cria cada dia produtos mais chamativos, com embalagens e propagandas que deixam os pequenos fascinados.
E como os pais podem descobrir se a sua filha está exagerando ou não? Observar a criança na sua rotina e verificar se essa vaidade está obsessiva: a criança acha sua imagem mais importante do que viver a vida de criança, quando vai para a escola ou a um passeio parece mais um mini adulto e seu impulso de comprar cosméticos está sem controle.
Incentivar a brincadeira como a imitação dos pais que são os "heróis" das crianças é muito positivo para o desenvolvimento dos pequenos, mas tornar os pequenos "escravos da moda" ou dar aos filhos tudo o que pedem é prejudicial.
Dicas
O diálogo é sempre o melhor. Explique e mostre como ser criança é mais importante do que a vaidade física.
Não deixe uma brincadeira de maquiagem se torne hábito do dia-a-dia da criança. Saiba dizer um não e ser firme.
Maquiagem para bonecas não é indicado para o uso em crianças. Também pode causar alergias. Toda menina sonha em ser a Barbie. Mas, mamãe, saiba se impor nesse momento e deixe claro os limites da criança com a maquiagem.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Quando a paciencia acaba

Nossa, ontem a Cecília me tirou muito do sério.
Ela esta naquela fase de me desafiar, se eu falo não - ela diz sim, se eu falo que nao pode - ela quer... e a gente fica nessa discussão.
A maioria das vezes a Cecília é uma menina boazinha...mas ultimamente ela está muito "mal criada". Me desafia, revira os olhos, finge que não me ouve, finge que não é com ela.
Eu conto até dez, sento com ela pra conversar, explico.. mas ontem ela estava com a macaca, decidida a esgotar toda minha calma, paciencia e psicologia infantil.
Eu fico super triste, porque sempre tento conversar e fazer o melhor e realmente não entendo porque ela se comporta assim..
Me controlo pra num dar uns tapinhas, porque eu sei que bater não resolve nada... mas também não posso simplesmente deixar ela fazer só o que ela quer fazer..

-Caso 1
Ontem fomos numa padaria comprar pão de queijo que ela adora, quando chegamos não tinha nenhum pronto, a moça da padaria falo pra eu sentar com a cecília e esperar, a Cecília saiu do meu colo e ficou parada na porta da "cozinha" eu falei pra ela não entrar porque la dentro tinha muitas coisas quentes, foi só eu terminar a frase a Cecília entrou correndo dentro do lugar, no que eu fui atras dela ela saiu correndo falando "você não me pega" ela quase encostou nas coisas quentes 2 vezes ate eu alcançar ela. E eu chamando a atenção dela e ela fingindo que eu nem estava falando nada e a moça da padaria falou "olha só a menina nem dá moral pra mãe". EU QUIS ENFIAR MINHA CARA NUM BURACO. Nem esperei o pão de queijo, comprei outra coisa e fui embora na mesma hora.

- Caso 2
Em casa Cecília não queria sentar pra comer, todo dia é essa briga, ela senta enfia a comida na boca depois deita no chão, anda pela casa, sobe no sofa e eu correndo atras dela, pedindo para ela ficar sentada pra comer direito.

-Caso 3
Depois que eu desisto de dar comida pra ela. Ela pede suco e eu faço com todo carinho, quando entrego o copo ela diz que não quer e joga o copo na pia.

Fora que agora eu tenho que ficar repetindo as coisas umas 3 ou 4 vezes até ela me obedecer.

 O que vocês fazem nesse tipo de situação que seu filho esta terrivel??
 Socorro, me ajuda?

domingo, 10 de abril de 2011

Saiba como preparar comidinhas saborosas e nutritivas para seu filho.

Papinhas saudáveis de bebê fazem sucesso entre mães famosas
Saiba como preparar comidinhas saborosas e nutritivas para seu filho.
Barbara Duffles Do EGO, no Rio

Até os seis meses de idade, a Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo. Mas, depois do sexto mês, os bebês devem começar a comer papinhas (sem interromper a amamentação), e aí vem a dúvida: é possível fazer comidinhas gostosas e nutritivas para o filhote, mesmo sem usar sal e temperos fortes?

Regina Sarmento, nutricionista de mamães famosas como Juliana Knust, Camila Pitanga e Nívea Stelmann, explica que as papinhas ficam bem saborosas se forem usados temperos frescos, como alecrim, alho, orégano, entre outros. Cozinhar com pouca água também ajuda a manter o sabor dos alimentos. A nutricionista recomenda ainda o uso de alimentos integrais e orgânicos, pois além de estarem livres de agrotóxicos e pesticidas, podem conter até três vezes mais nutrientes que os produzidos em culturas comuns.

Segundo ela, a melhor estrutura de uma papinha é usar sempre uma folha, dois legumes de cores diferentes, um tubérculo, um cereal, feijão (só o caldo até o oitavo mês), um tipo de carne (só o caldo até o oitavo mês) e uma colher chá de óleo ou ½ gema de ovo.

Veja abaixo orientações de Regina Sarmento, que explica quais alimentos podem ser usados, quais devem ser evitados e sugere boas combinações de papinhas saborosas. Confira!



sábado, 9 de abril de 2011

Blogagem coletiva - Maternidade Real

Eu não faço mais parte de algumas redes sociais, mas continuo seguindo os blogs que eu adoro ler. Vi que está rolando essa blogagem coletiva e gostaria de fazer parte.
Eu sou a melhor mãe que eu posso ser, porque mesmo eu trabalhando o dia todo eu não me anulo nos meus deveres como mãe, faço muita questão de fazer muitas coisas pela Cecília e com a Cecília.
Porque eu defendi meu direito de ser mãe e realizar meu sonho, quando muita gente acreditava que eu não ia conseguir,quando muitos esperavam que eu fosse cair/sucumbir/desistir e eu fui cada vez mais forte.
Porque eu não acredito que uma pessoa possa ser melhor/pior mãe que eu (ou melhor/pior que qualquer outra pessoa), porque "cada um no seu quadrado", cada um sabe onde seu calo aperta, mas eu acredito que algumas pessoas podiam se dedicar mais.
Dedicar um tempo melhor com seus filhos. Se dedicar em ensinar e educar as crianças. Dar oportunidades e criar laços, dar amor e carinho.
Eu faço tudo que eu posso fazer pela Cecilia, dentro das minhas perfeições, cada dia aprendo uma coisa diferente, assim como ela. E eu tento ser a melhor mãe possivel pra ela.
Ser mãe da Cecilia é uma realização que eu nem posso descrever.

Bom fim de semana.

domingo, 20 de março de 2011

ainda da série dodoi.

Oie pessoal.
como foi o fim de semana de vocês??
o meu foi muito bom...mas estou aqui de cabelos em pé!
não bastasse a gripe/resfriado agora a cecis ta com uma diarréia (super mega ultra preta).
tentei falar com a pedi dela, mas não rolou, acho que a pedi "pariu" já que ela estava gravidinha de um meninão... acho que vou ter que levar cecis na outra pedi... mas esse lance de ficar mudando de pedi é mesmo um saco... já que o acompanhamento estava sendo com a outra.
levei a cecis numa otorrino na quinta, ela examinou e disse que não tinha nada inflamado, que não era nada sério e que era super normal a criança ficar gripada quando começa a vida escolar. e que o normal é a criança ficar gripada de 5 a 6 vezes ao ano.
enfim, a cecilia come bem, come de tudo e está tomando vitamina c e uns remedinhos que as medicas passaram. mas não to vendo muito resultado não, e agora tem esse lance da diarréia.
pelo menos agora ela nao esta mais com febre.

cenas para o proximo capitulo:
procurar médico.
rever medicamentos.
um milagre.

beijos

sexta-feira, 11 de março de 2011

Absorvente e fraldas de pano



Oie pessoal, ainda estou na linha ambientalista, esses eu já conhecia, mas não utilizo, eu sei que é pelo bem do planeta mas eu prefiro as facilidades do mundo moderno.
Quando a minha irmã era bebê e a gente morava numa cidadezinha fim de mundo, lembro que ela usava muita fralda de pano, lembro que toda hora minha mãe tinha que trocar (porque vazava ou deixava minha irmã assada) e lembro também de quilometros de varal cheios de fraldinhas brancas.
Andei pensando em usar pelo menos em casa as fraldas de pano na Cecília, porque não nego, as fraldas descartáveis estão o olho da cara e ela ja tem 2 anos e não precisa ficar de fralda sempre, mas fiquei receosa porque por mais que eu economize nas fraldas, e assim ajudo o planeta, também vou ter que gastar mais água e sabão em pó para lavar as fraldas e com isso não estarei ajudando tanto assim o planeta, então pela praticidade as fraldas descastáveis pra mim são melhores mesmo com custo alto.
Estamos no processo lento de desfralde, com muitos xixis espalhados pelo chão e alguns acertos na privada, pelo menos o cocozinho da manhã ela faz no banheiro antes do banho e de ir pra escola. Durante a tarde a Vanda deixa a Cecília boa parte sem fralda e só coloca quando a Cecis dorme, assim minha cama fica salva.
Sobre os absorventes de pano, achei a ideia interessante, mas achei nojento, eu já não gosto de menstruar, não gosto de usar absorvente descartavél e usar um de pano que depois eu terei que lavar (aquela meleca toda) eca... sei não... acho que essa moda não pega aqui em casa não, e olha que somos em 3 mulheres.
Li em blogs e artigos coisas boas e coisas ruins sobre esses dois produtos, e tem muita coisa interessante falando sobre eles, varios modelos e cores... mas fica a critério de cada um...
Eu não posso dar uma opinião mais veridica porque não uso nenhum dos dois, mas deixo o espaço aberto para as opiniões.

Pra quem quiser saber mais clica nos links:
USO ABSORVENTE DE PANO PELO BEM DO PLANETA

SOBRE FRALDAS DE PANO

TOFU BLOG-ABSORVENTE DE PANO

LAVANDO O ABSORVENTE DE PANO

ABSORVENTES ECOLOGICOS

10 BOAS RAZOES PARA USAR FRALDA DE PANO

Fraldas de pano por um mundo mais verde

Me pergunto se o ecologicamente correto, é de fato correto?

beijos

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Pulseiras de Identificação

Eu li em algum lugar essa semana, alguns pais falando sobre Pulseiras de Identificação, para colocar nas crianças quando vão para passeios onde tem muitas pessoas e é facil se perder, como praias, parques e shoppings.
#FicaDica

No site da Name 2 Glue além de lindos adesivos para colocar no material escolar, roupas e sapatos, você também encontra lindas pulseirinhas de identificação para colocar nos filhotes.
Cada kit contem 15 pulseiras e custa R$ 50,00 (com frete grátis).


As pulseiras eu ainda não tenho, mas comprei os adesivos para colocar no material da escola e afins da Cecília. Super recomendo!
No site você pode montar os kits conforme sua necessidade e também encontra kits já montados. Os adesivos são bem coloridos e se destacam bem. Os de colocar na roupa são ótimos, fácil aplicação e eu coloquei nas toalhas e no uniforme da escola.

Super beijo.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O ônus e o bônus de ser mãe (ou: mãe é mãe!!!)

Por: Calu

Quando escrevi meu último post sobre a falta do silêncio e a saudade de mim mesma (aqui) um comentário me chamou a atenção, e me deixou pensando a respeito pelos últimos 4 dias. Ele começa assim:
Acabei de me separar e agora tenho inveja da vida que meu ex-marido leva: ele não precisa ter a responsabilidade de cuidar do filho todos os dias e pode voltar a "ser ele" mais vezes na vida.
Passei os últimos dias relembrando minha vida de mãe em diferentes fases: quando eu estava com o pai dos meus filhos que era muito ausente, depois da separação como mãe solteira de gêmeos de 1 ano e hoje, casada com meu marido que é extremamente participativo. E independente da fase, da condição, do estado civil, uma coisa é fato: o filho é da mãe! 

Vamos falar da regra, não da excessão:

Quando um filho fica doente, quem falta ao trabalho?
Quem é mais discriminada no mercado de trabalho pelo fato de ter um filho?
Quem tem o corpo completamente transformado, e os horrmônios alterados pela gestação?
Quem acorda toda noite, de hora em hora porque "eu tenho que trabalhar amanhã" e "você fica em casa o dia inteiro"?
Quando um filho tem um pesadelo ou está doente, por quem ele chama?
Pra quem a escola liga em caso de emergência?
Com quem os filhos ficam em caso de separação?

A resposta para todas essas perguntas é a mesma! A mãe.

E muitas vezes isso é um peso sim, não só para quem se separou. É claro que mães solteiras ou separadas carregam um fardo maior, mais difícil. Mas independente de quem é o pai do seu filho - e que será pai para sempre, independente do que aconteça - não tem comparação o papel da mãe e do pai no dia-a-dia de um filho.

Não estou entrando no mérito de formação de caráter, de valores, nada disso. Meu ponto aqui é baseado no comentário da Fabi. A Responsabilidade de criar o filho, é da mãe! #Fato

Para quem é casada, quantas vezes você já não se pegou numa situação com filho chorando, fralda suja, cachorro precisando passear, telefone tocando, etc e você olha pro sofá/varanda/cama/rede e seu marido tá lá.... como se tudo estivesse em paz cochilando/vendo tv/lendo/tomando cerveja/no computador? E tudo que você consegue pensar é: "Não é possível! Eu não acredito que esse folgado está vendo que eu tô precisando de ajuda e não tira a bunda do sofá!" ou então: "Ele faz de propósito. Só pode ser! Vamos ver até onde ele vai."

Eu entendo exatamente o sentimento da Fabi, porque passei por isso. Inclusive enquanto estava com o pai dos meus filhos: que injustiça ele poder fazer happy-hour, viajar, seguir a vida e eu ter que ficar em casa com o pijama sempre golfado. Graças a Deus minha separação foi muito tranquila em relação a sentimentos. Os dois queriam seguir rumos diferentes, então não teve traição, mágoa, alguém querendo voltar. Mas eu tive essa inveja que a Fabi fala. Claro que eu tive! Eu tinha que morar num apartamento de 3 dorm. com playground, infraestrutura para crianças e rede nas varandas enquanto ele podia morar num loft novaiorquino descolado sem grandes despesas ou compromissos.

Me sentia injustiçada. Achava isso um absurdo: eu não dormia, eu não tinha fim de semana, eu não podia me dar ao luxo de escolher se ia pegar eles ou não, não jantava fora porque eles dormiam cedo...

Até que um dia eu enxerguei o Bônus que vem com tudo isso:

Quando eu penso no "tamanho" que é EU ser responsavel pela existência de dois seres humanos, que um dia serão duas pessoas com historia, caráter, valores, moral... e vão ser resultado direto de mim, do que eu faço. Eu estou acompanhando e moldando dois seres humanos desde o útero, de uma maneira que pai nenhum jamais vai poder experimentar!

Eu olho para minha própria história e vejo o "peso" que minha mãe teve na minha formação e na minha vida, e tem até hoje, e penso que é exatamente isso que eu sou e serei para eles. Esse é o "peso" que eu tenho na vida deles.

E eu penso que com o ônus da anulação de muitos papéis na nossa vida, vem também o bônus de poder estar lá, presenciando esse milagre todo dia. Coisa que eles muitas vezes não tem ou não querem. No fundo, a inveja deveria ser no sentido contrário, Fabi.

Pense em tudo que os pais perdem com a ausência: os detalhes, as pequenas coisas, cada descoberta nova, o sorriso quando te vê logo cedo, o faz de conta, os segredos trocados na hora de dormir, as tiradas engraçadas que nos fazem gargalhar mesmo nos piores dias, os apelidos só nossos, as piadas bobas, o pesadelo que só acalma quando pegamos no colo e damos um abraço e tudo fica bem. Os sonhos que eles contam ainda descabelados assim que acordam.

De repente eu vejo que isso é muito maior do qualquer outra coisa mundo! Torna todo o resto banal e desimportante...

Para ler mais sobre o assunto:
post da @micalmartins: participação do pai

Retirei esse post do blog Mulher e Mãe. A Calu falou tudo, é como eu me sinto as vezes presa em uma ilha chamada Cecília, onde essa ilha só pode contar comigo para limpar e cuidar, onde eu não tenho outra pessoa pra dividir as responsabilidades, mas essa ilha é minha e graças a mim ela contuará sempre linda.

Socialização e adaptação da criança na pré-escola

Por: SESC Escola - TO

Nos dias de hoje, em que a mulher assume cada vez mais atividades fora do lar, é comum as crianças irem mais cedo para a escola.
Os pais diante do fato de que a mãe precisa recomeçar a trabalhar, podem optar por deixar seu filho em um Berçario (Pré-Escola), deixar com familiares ou contratar uma babá. A escolha deve ser feita com maturidade, pois podem surgir críticas e como os pais são os responsáveis pela criança devem estar seguros de sua decisão.
A opção sendo por uma escola, os pais e familiares podem fazer uma pesquisa no bairro em que moram por uma escola que de adapte as suas expectativas, exemplo: (porte da escola - pequena, média ou grande -  número de alunos por sala, filosofia da escola, valor da mensalidade, etc) sempre é bom uma visita pelo espaço físico e uma conversa com a direção.
A adaptação da criança está na dependência da orientação da educadora, que deverá conhecer suas necessidades básicas, seuas características evolutivas e ter informações quanto aos aspectos de saúde, higiêne e nutrição infantil (todas estas informações devem ser passadas pelos pais em entrevista prévia com a direção através da anamnese). Sendo assim, a socialização da criança desenvolve-se harmoniosamente adquirindo superioridade sob o ponto de vista da independencia, confiança em si, adaptabilidade e rendimento intelectual.
As atividades programadas devem basear-se em suas necessidades e interesses: crianças são ávidas para explorar, experimentar, colecionar, perguntar, aprendem depressa e desejam exibir suas habilidades.
As atividades como percepção visual, percepçao visomotora e coordenação motora, percepçao auditiva, linguagem oral, percepções gustativas e olfativas, percepção tátil, educação artística e educação física integram o processo de aprendizagem da criança com o processo de socialização.
Caberá à pré-escola estimular e orientar a criança, considerando os estagios de seu desenvolvimento, aceitando-a e desafiando-a a pensar. O ambiente que estimule a atividade criadora da criança, além de contribuir para seu desenvolvimento global, estará, certamente favorecendo a aproximação da criança à realidade escolar.
Saliento que o desenvolvimento da criança deve ser acompanhada principalmente pelo pais, pois a escola é apenas um suporte facilitador para todo o processo. Os pais também devem acompanhar a rotina da criança através da agenda escolar, onde a educadora anota recados para os pais ou comunica como foi o dia da criança.

A seguir algumas informações sobre o processo de adaptação do mini grupo:
- A decisão de colocar seu filho na escola deve resultar de uma atitude pensada, consciente e segura.
- A vinda da criança para a escola deve ser preparada, entretanto, evite longas explicações para ela, pois isso pode despertar suspeitas e insegurança.
- A separação, apezar de necessária, é um processo doloroso tanto para a criança quanto para a mãe, mas é superado em pouco tempo.
- Cuidados devem ser tomados nesse periodo de adaptação em relação a : troca recente de residência, retirada de chupeta ou fraldas, troca de mobília do quarto, perda de parente próximo ou animalzinho de estimação.
- O choro na hora da separação é frequente e nem sempre significa que a criança não queira ficar na escola.
- A ausencia de choro não significa que a criança não esteja sentindo a separação.
- Evite comentários sobre a adaptação da criança em sua presença.
- Cabe à mãe entregar a criança ao educador, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na escola. Não é recomendável deixar o educador com o encargo de retirar a criança do colo da mãe.
- Nunca saia escondido do seu filho. Despeça-se naturalmente.
- A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e sua presença nela, além de dificultar a compreensão da separação, fará as outras crianças cobrarem a presença de suas mães.
- Incentive a criança a procurar a ajuda do seu educador quando necessitar algo, para que crie laço afetivo com ele.
- Lembre-se que a professora atende às crianças em grupo, procurando distribuir sua atenção, igualmente, promovendo junto com a mãe a integração da criança.
- Se os pais confiam na escola, sentirão segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, que surpotará melhor a nova situação.
- O periodo de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente pelo professor.
- Evite interrogatórios sobre o dia da criança na escola.
- Poderão ocorrer algumas regressões de comportamento durante o periodo de adaptação, assim como alguns sintomas psicossomáticos (febre, vomitos, etc).
- è comum verificar-se nessa fase uma ambivalência de sentimentos. O desejo de autonomia da criança e a necessidade de proteção ocorrem simultaneamente.
-Cuidado com a aparente adaptação. Os pais devem respeitar o periodo estabelecido pela escola.
- É importante que a criança traga, durante os primeiros dias, um brinquedo, objeto, fotos dos pais ou algo que goste. Este é considerado, para nós. o objeto transicional.

Recebi esse texto ontem na reunião na nova escola da Cecília e achei bem interessante por parte da escola querer nos tranquilizar e nos ensinar como teremos que agir durante esse periodo de novidades que aconteceram com as crianças e conosco. Achei interessante dividir com minhas amigas que ou estão passando por essa mesma fase que eu ou com aquelas que ainda vão passar.
O importante é sabermos que tudo leva um tempo e que nenhum criança é igual a outra. Eu acho que a Cecília não vai me dar trabalho nesse periodo de adaptação porque ela já esta acostumada a passar grandes periodos de tempo longe de mim, e esse sofrimento a gente passou quando eu tive que voltar a trabalhar. Acredito que vamos tirar essa adaptação na escola de letra.
Beijos

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

1° reunião escolar

Hoje foi a primeira reunião escolar na nova escola da Cecília.
As professoras são uns amores, e a primeira impressão foi otima. Eu não estou muito preocupada com a questão de adaptação porque a Cecília esta mais do que acostumada a ficar grandes periodos de tempo sem mim, a minha preocupação é como vai ser a interação dela com as outras crianças.
A turminha dela esta bem dividia entre meninos e menina, ja a turminha da tarde têm 12 meninos e 3 meninas.
Entreguei todos os materiais escolares.. e nossa quanta coisa eles vão usar durante o ano!!! Só faltou a camiseta grande usada pra substituir o avental nas aulas de educação artistica.
Essa semana vou providenciar o uniforme e segunda-feira começa a adaptação na escola. A primeira semana ela vai ficar cerca de 2 horas na escola, e se nos primeiros dias ela já se der bem o periodo de tempo vai aumentar e na outra semana ela já ficará o periodo da manhã inteiro.
As professoras estabelecem uma rotina bem interessante com as crianças e com o tempo elas vão pegando o ritmo, bem parecido com o que eu já faço com a Cecília.
Na reunião tinha várias mães preocupadas em deixar os filhos na escola e preocupadas com esse periodo de adaptação mas esse medo eu não tenho.
Minhas expectativas são as melhores possiveis, e até segunda vou conversar com a Cecília pra ela não levar um susto.

Amanha ela deve chegar de viagem e eu não vejo a hora de rever ela, e poder abraçar e beijar ela muitão!!!
Muitas novidades pra acontecer e eu quero saber tudo da viagem.
beijos e boa noite.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

VARICELA - CATAPORA

O que é?
Uma doença altamente contagiosa provocada por um vírus. Com nome científico de varicela, costuma atingir principalmente as crianças. Em geral, é benigna e costuma incomodar principalmente pelas manchas vermelhas e pela coceira intensa.

Se pode contrair varicela mais de uma vez na vida?
Quem já teve varicela uma vez na vida, não corre mais o risco de desenvolvê-la. No entanto, como o vírus da catapora é o mesmo do herpes zoster, existe o risco de um indivíduo com defesa baixa desenvolver uma nova doença depois de entrar em contato com doentes em fase de contágio. Quem tem doenças imunodepressivas, como Aids, deve manter distância do vírus.

Existe uma vacina para varicela?
Existe uma vacina que previne a doença. É indicada para todas as crianças com mais de um ano e para adolescentes e adultos que ainda não tiveram a doença.

Como se dá a transmissão da doença?
A transmissão se dá pelo ar. Se uma criança ou um adulto que nunca teve catapora en-trar em contato com alguém doente e em fase de transmissão, a contaminação é quase certa.

Qual o período de incubação da doença?
Depois de entrar em contato com o vírus da catapora, o indivíduo permanece entre 14 e 21 dias sem apresentar sintomas. É o que se conhece como tempo de incubação.

Quais os sintomas da doença?
Começam com pontinhos vermelhos espalhados pelo corpo que se parecem com picadas de inseto. Nessa fase, a doença não costuma ser detectada facilmente. Essas manchas, depois de dois ou três dias, crescem e mudam de aspecto. Tornam-se vesículas (folhas cheias de um líquido transparente). As bolhas podem aparecer em regiões delimitadas do corpo ou nele inteiro.

Muitas vezes, os sinais aparecem também nas mucosas da boca, do nariz, dos olhos, entre outras. Além da coceira intensa, o contagiado pode apresentar febre baixa, dor de cabeça. É uma doença que pede repouso durante os primeiros dias depois de surgirem os primeiros sintomas.

O estágio no qual o corpo fica com sinais variados – desde as manchinhas parecidas com picadas de inseto, bolhas, até as feridas e crostas ressecadas – é o mais característico da doença. Nessa fase, não há co-mo confundir a catapora com qualquer outro problema. Enquanto as feridas não cicatrizarem, é preciso manter o doente isolado, pois há risco de contaminação.

Qual o tratamento para a doença?
Antes de qualquer remédio, uma determinação: nunca coce. As bactérias são invisíveis e podem infeccionar as feridas. Normalmente, as cicatrizes escuras da catapora são decorrentes de infecções secundárias.

Cuidados locais, banhos com permanganato de potássio são sempre aconselhados para aliviar a coceira e cicatrizar rapidamente as feridas. Importante: dissolva um pacote ou um comprimido em cinco litros d'água.

Se houver início de infecção, antibióticos podem ser receitados. Procure sempre o médi-co antes de tomar qualquer remédio. Se as dores de cabeça ficarem fortes, é possível que tenha surgido alguma complicação. 

sábado, 13 de novembro de 2010

Mais um ponto final

E é a velha história que se repete, eu conheço a pessoa, me apego a pessoa, entro de cabeça, me entrego (erro meu, eu sei) e "de repente" ele se torna em mais um cara que não sabe me dar valor, dar valor aos meus sentimentos. E eu me pergunto "será que eu nunca vou me sentir amada?", "será que nunca nenhum cara vai gostar de mim de verdade?".
Eu sei que meu atual termino foi pacifico, sem brigas. É porque não ia mais dar certo... Mas mesmo assim continuo me sentindo mal.
Será que eu estou "sofrendo" por ter perdido um cara legal ou pela ilusão de ter tido um relacionamento ou a ilusão do "amor"? Nem eu mesma sei...
Cada dia que passa eu chego a conclusão que só amarei e serei amada pela minha filha. E é tão puro, tão gentil, tão verdadeiro, que dói - não cabe em mim.
Eu sei, eu tenho paciencia, um dia a pessoa certa vai aparecer, mas isso também não impede que eu sofra agora.

Texto legal que me indicaram sobre o Amor.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Pra quê ter super poderes?

Ultimamente não tenho tido tempo pra pensar. A vida esta uma correria só. Minha mãe viajou então fiquei por conta de tudo (casa, agencia, irmãs e filha).
Acordo cedo levo irmã pra escola, corro me arrumo e venho pra agencia, uma coisa atras da outra, vou pra casa almoçar, engulo tudo e saio correndo deixar almoço pra outra irmã no trabalho e no final do dia ainda tenho que pegar Cecilia na natação (que por sinal esta nadando super bem) e mais, janta pra filha, brinca com a filha, socorro 20 hrs to caindo de sono... Está sendo um batidão bem gostoso.
Ainda bem que minha mãe chega amanhã, ai voltamos a rotina antiga.
Essa semana também aconteceu muitas mudanças, que eu já estava preparada, terminei o namoro e estou solteira novamente, devido a correria ainda não tive tempo de pensar nisso e de sofrer (porque dói) só sinto doer mas não consigo pensar na dor, e isso é bom.
Hoje já é quinta e eu nem vi a semana passar. Começei o dia resolvendo um monte de coisas, atendendo passageiros, fazendo cobranças (como tem gente mal educada no mundo, fui chingada até a minha 10° geração. Oi? Não quer ser cobrado? Então pague em dia).
Só tenho a dizer que estou morrendo de saudades da minha avó, que por sinal falei com ela ontem. E ela disse que esta morrendo (MORRENDO) de saudades da Cecília.
To contando os minutos pra minha mãe chegar também, quero saber como foi a viagem e contar como foi essa semana que ela esteve fora e eu cuidei de tudo.
E a Cecília? Bom ela esta linda-maravilhosa e é de onde eu tiro minha força, hoje acordou e me acordou cantando "parabéns pra você" e me enchendo de beijos.

Segue um texto lindo que eu recebi:
A DESPEDIDA DO AMOR
Martha Medeiros
   Existem duas dores de amor:
   A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
   A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
   A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
   Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.
   É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
   Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...
   E só então a gente poderá amar, de novo.