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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Nutrientes essenciais para o desenvolvimento do bebê

Dica via Twitter (@potencialtweet)

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

Nutriente Valores diários de referência Preciso tomar um suplemento? Função Fontes alimentares
Cálcio 800 mg (1.250 mg para mães que amamentam) Não Forma ossos e dentes fortes, além de nervos, coração e músculos saudáveis. Também ajuda a controlar a frequência cardíaca e o processo de coagulação do sangue. 200 ml de leite (230 mg), 200 ml de leite de soja fortificado (273 mg), 1 potinho de iogurte (225 mg), 4 figos secos (168 mg)
Cromo Não há dose de referência Não Regula os níveis de açúcar no sangue; estimula a síntese protéica em tecidos em desenvolvimento. 1 filé de frango grelhado pequeno sem pele (22 mcg), 1 fatia de pão integral (16 mcg)
Cobre 1,2 mg (1,5 mg para mães que amamentam) Não Ajuda a formar o coração, o sistema nervoso, as artérias e vasos sanguíneos 1 xícara de lentilha (0,50 mg), 4 colheres de sopa de feijão (0,24 mg), 1 manga (0,25 mg)
Flúor Não há dose de referência Não Necessário no início da formação dos dentes do bebê, aos 10 semanas de gestação; no segundo e terceiro trimestres, é fundamental para desenvolver os dentes incisivos, os molares e os "botões" dos dentes permanentes (sob a gengiva) Água filtrada (em cerca de 60 por cento dos municípios brasileiros o flúor é acrescentado à água da rede pública), 1 xícara de couve cozida (0,205 mg), 1 maçã (0,093 mg)
Ácido fólico 300 mcg (360 mcg para mães que amamentam), além de suplemento de 400 mcg antes da concepção e nos três primeiros meses de gestação Sim É um componente fundamental do líquor e ajuda a fechar o tubo que abriga o sistema nervoso central; além disso, auxilia na síntese do DNA e na função cerebral. verduras escuras, como por exemplo o brócolis( 61 mcg), uma laranja grande (54 mcg)
Iodo 140 mcg Não Regula o metabolismo e ajuda a desenvolver o sistema nervoso. Sal iodado, peixe, algas, leite e laticínios.
Ferro 27 mg Sim, sob prescrição médica. Fabrica glóbulos vermelhos e repassa oxigênio às células para energia e crescimento; constitui ossos e dentes. 1 bife pequeno (cerca de 2,4 mg), 4 colheres de sopa de grão-de-bico cozido (2,2 mg), 2 colheres e meia de sopa de ervilhas (1,1 mg)
Magnésio 270 mg (320 mg para mães que amamentam) Não Ajuda a formar ossos e dentes fortes, regula os níveis de insulina e açúcar no sangue, constrói e conserta tecidos 9 castanhas-do-pará (123 mg), 2 colheres e meia de sopa de espinafre (44 mg), 2 colheres e meia de sopa de quiabo (77 mg); 4 colheres de sopa de arroz integral (71 mg)
Manganês Não há dose de referência Não Auxilia na formação dos ossos e do pâncreas e na síntese de gorduras e carboidratos 170 g de arroz integral cozido (6,93 mg), 175 g de feijão preto cozido (0,76 mg)
Ácido pantotênico Não há dose de referência Não Regula a atividade supra-renal, a produção de anticorpos, desenvolvimento e metabolismo de proteínas e gorduras. 1 ovo cozido (1,1 mg), meio abacate (1,1 mg), 1 xícara de leite (1.0 mg)
Fósforo 1,2 g (990 mg para mães que amamentam) Não Forma dentes e ossos fortes; desenvolve a coagulação do sangue e frequência cardíaca normal. 175 g de feijão cozido (273 mg), 1 xícara de leite (247 mg)
Potássio 3,5 g Não Auxilia na atividade muscular e contrações, no metabolismo e na função nervosa. 1 batata grande assada (844,4 mg), 1 xícara de uva-passa (575 mg), 10 apricots secos (482 mg)
Riboflavina (vitamina B2) 1,14 mg (1,16 mg para mães que amamentam) Não Promove o crescimento, boa visão e pele saudável; é essencial para os ossos, músculos e desenvolvimento nervoso do bebê. 1 xícara de iogurte 0,5 mg), meia xícara de cogumelos fervidos (0.2 mg), meia xícara de ricota (0,2 mg)
Tiamina (vitamina B1) 0,9 mg (1,0 mg para mães que amamentam) Não Converte carboidratos em energia; é essencial para o desenvolvimento do cérebro e também ajuda na formação do coração e do sistema nervoso. carnes, arroz integral, gema de ovo, feijão
Vitamina A 700 mcg (950 para mães que amamentam) Não Importante para o desenvolvimento celular e dos olhos, para uma pele saudável, mucosas, resistência a infecções, crescimento dos ossos, metabolismo de gorduras e produção de glóbulos vermelhos. suco de cenoura, batata doce, melão
Vitamina B6 0,96 mg Não Auxilia no metabolismo de proteínas, gorduras e carboidratos; ajuda a formar novos glóbulos vermelhos e a desenvolver o cérebro e o sistema nervoso 1 banana 0,7 mg), 1 batata grande do tipo para assar (0,7 mg), 1 xícara de grão-de-bico (0,6 mg), 1 filé de frango pequeno (0,5 mg)
Vitamina C 50 mg (80 mg para mães que amamentam) Não Essencial para reparação de tecidos e produção de colágeno; ajuda no crescimento e na formação de ossos e dentes fortes. 1 copo de suco de laranja (124 mg), 1 xícara de morangos (84,5 mg), 2 flores de brócolis (32 mg), 2 tomates (30 mg)
Vitamina D 10 mcg Não Ajuda a formar ossos e dentes. 1 filé de salmão (0,22 mg), 200 ml de leite (0,08 mg); 2 filés de linguado (0,36 mg)
Zinco 7 mg (9,5 mg para mães que amamentam) Sim Ajuda a formar órgãos e os sistemas nervoso e circulatório. carne de vaca, carne de cordeiro, semente de girassol, atum em lata
 

Os Dez Mandamentos da Maternidade

O Livro do Bebê Feliz - 50 Coisas que toda Mamãe Deveria Saber (E. Alles Trade).

Veja algumas dicas para encarar aqueles dias mais difíceis com bom humor:
Os Dez Mandamentos da Maternidade

1.Renunciarás a uma casa limpa
2.Possivelmente, nunca mais terás uma conversa sem ser interrompida
 3.Aprenderás a fazer compras às pressas
4.Não cobiçarás a vida social da próxima
5.Agora deverás realmente honrar tua mãe e teu pai
6.Não terás todas as respostas
7.Não mais precisarás de um relógio com alarme
8.Deverás fazer cinco tentativas frustradas até conseguir sair de casa
9.Perguntarás a ti mesma o que fazias com teu tempo
10.Saberás que tudo isso vale a pena

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O meu sutiã ideal pra amamentar é?

Quando eu estava grávida da Cecília eu comprei 2 sutiãs desses tradicionais numa loja/fabrica aqui de Araguaína, comprei tamanho maior (bem maior) porque meu peito já estava grande e todo mundo falava que quando "o bebê" nascesse e eu fosse amamentar o peito ia aumentar muito mais. Beleza!
Triste engano e quando a Cecília nasceu eu me arrependi mortalmente com esses tais sutiãs!!! Porque eu achei eles péssimos, não davam sustentabilidade e acabei comprando tamanho muito maior do que precisava e quando eu ia dar de mamar eu tinha que apoiar a Cecília na perna ou na cama pra poder colocar o peito pra fora, porque não conseguia abrir o feixo com uma mão só e isso quando se tem um bebê recem nascido morrendo de fome é pessimo, é berreiro na certa!
Então depois de 15 dias usando esses sutiãs horriveis, procurei como uma louca desesperada na internet por um sutiã que me desse sustentabilidade, fosse bonitinho, não marcassem tanto a roupa e fosse fácil de ser manuseado com apenas uma mão. E BINGO! Foi quando eu encontrei esse post aqui, do blog da Carla Schultz que salvou a minha vida (e ela nem sabe disso!). Ela deu dicas otimas! Mas ela não colocou a marca do sutiã que ela mais gostou, então isso gerou mais uma pesquisa minha e foi que eu descobri que o tal sutiã é da HOPE da linha Maternity, e essa pesquisa gerou outra e a dúvida cruel "onde encontrar esse sutiã aqui na cidade?". Fui em quase todas as lojas de langerie e finalmente encontrei, acabei comprando 2 e depois mais uma tamanho menor quando fui pro Rio de Janeiro.
Eu achei esse sutiã perfeito e super prático e depois dele não tive mais problemas em dar de mamar pra Cecília nem em casa e nem na rua.
Então super indico ele pra todas futuras mamães que eu conheço! rsrs

OBS.: Eu não trabalho pra Hope! rsrsr

Na época eu paguei cerca de R$ 38 cada. Em algodão com Lycra, garante mais conforto. Se não me engano têm nas cores: branco, bege e preto.
Site da Hope: http://www.hopelingerie.com.br - Sutiã Maternity Transpassado  |  EFFECTS

Beijos.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Parir e Gozar


Prepare-se para quebrar o paradigma de que parir é sofrer. Pela primeira vez numa revista feminina brasileira, a relação entre maternidade e sexualidade – sem tabus.
Leia a reportagem na integra AQUI.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Quarentena - depois que o bebê nasceu, e agora?‏

A tal quarentena
O bebê nasceu e o seu corpo passa por novas transformações, tudo para retornar à forma de nove meses antes... Saiba o que acontece nesta fase e os cuidados necessários para viver um pós-parto feliz

Cáren Nakashima 


Quarentena, resguardo, dieta... Esses são os “apelidos” do puerpério – etapa da vida da mulher que se inicia logo após o parto. Ao contrário do que se pode imaginar, esse tempinho não requer repouso absoluto e, sim, cuidados e muito carinho. Não há uma fórmula precisa, uma equação ou o timing perfeito para todas as mães retomarem suas atividades. O que existe são mulheres diferentes. Mas damos uma mãozinha para você entender melhor o que está acontecendo neste período e esclarecemos as principais dúvidas.
'O que acontece com o seu corpo'
Durante a gravidez o volume do seu sangue aumenta em cerca de 50% - para nutrir o pequeno em formação dentro de você, irrigar os órgãos... Quando o bebê nasce, a quantidade de líquido circulando pelo corpo está acima do normal, bem como o tamanho do útero. Por isso, o inchaço – principalmente da barriga e dos membros inferiores – é perfeitamente normal. Os músculos da região abdominal estão mais “frouxos” e para quem se submeteu à cesárea, há ainda modifi cações nas faixas de sustentação do intestino devido à intervenção cirúrgica. É claro que tudo isso vai voltar ao estado original. É só uma questão de tempo e alguns cuidados.

'Um alívio para o inchaço'
Em aproximadamente duas semanas o líquido excedente vai embora pela urina. “Para contribuir na eliminação do inchaço a mulher pode elevar as pernas na altura do quadril e diminuir a ingestão de sal na dieta”, recomenda Otávio Fraige, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo. Embora pareça tentador, os medicamentos diuréticos estão terminantemente proibidos pois “podem interferir, inclusive, na quantidade de leite”, adverte o médico.

'Número 1, número 2'
Segundo Zlotnik, quem se submeteu à cesárea pode perceber uma demora maior no funcionamento do intestino. “Nesse caso, costumo receitar medicamentos naturais para que a evacuação ocorra normalmente”, completa Fraige. Também vale priorizar a alimentação com fi bras e verduras, além de muita água. Quanto ao xixi, muito vai sair, para eliminar todo o líquido excedente.

'O papel da amamentação'
O aleitamento materno é importantíssimo para que o útero volte ao tamanho normal. “O hormônio ocitocina, que é estimulado com a amamentação, age fazendo a contração do órgão”, explica Zlotnik. Segundo o médico, pode ocorrer um pequeno sangramento no primeiro momento da mamada, mas ele logo cessa. O ginecologista e obstetra do Hospital Neomater (SP) Jorge Naufal completa: “É um duplo mecanismo de proteção: os vasos sanguíneos estão entre os músculos do útero que controlam o sangramento com as contrações. O útero deve voltar ao tamanho normal em cerca de 30 dias.

'Sangramentos acontecem'
Após o parto, ocorre a loquiação – eliminação do resto do tecido que fi ca entre o útero e a placenta, que foi retirada. Esse resíduo se desgruda em 30 ou 40 dias, depois disso, a secreção cessa. “Começa com uma cor avermelhada, até fi car amarelada. Não é um corrimento e é necessário usar absorventes”, esclarece Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein (SP).

É verdade que com a perda de sangue no pós-parto a mulher pode fi car anêmica?'
A anemia só ocorre caso esse quadro tenha se apresentado durante a gestação. Segundo Otávio Fraige, o bebê “suga” os nutrientes da mãe mas tudo é controlado durante o pré-natal, com hemogramas e outros exames. Caso haja a necessidade de reposição de ferro, são receitados suplementos para contornar a defi ciência. “A mulher perde, em média, 1 litro de sangue na cesárea e 500 a 600 ml no parto normal. Levando em consideração que o volume de sangue aumentou muito, essa perda é insignifi cante, então a anemia pós-parto é atípica”, explica Eduardo Zlotnik.

'Aguarde para malhar'
Provavelmente a “recém-mamãe” nem terá pique e tempo sufi cientes para entrar de cara na malhação. De qualquer forma, Zlotnik costuma liberar suas pacientes para atividades físicas leves depois de 30 dias, o tempo ideal para os tecidos cicatrizarem. Otávio Fraige diz que costuma marcar o retorno de todas as mamães ao consultório um mês depois do nascimento do bebê para avaliar as condições de cada uma. “Também é preciso avaliar se o útero voltou ao normal”, diz. Então, o médico recomenda caminhadas e até musculação (com pesos leves, hein?) para tonifi car os músculos. Os esportes coletivos e as atividades mais intensas devem ser liberadas depois de dois meses, porém, durante a amamentação, fi que atenta. “Exercícios aeróbios muito intensos podem diminuir a quantidade de leite devido à desidratação que provocam”, adverte Fraige.

'E a cicatrização?'
Enquanto no parto normal há apenas a cicatrização do corte feito para facilitar a passagem do bebê pelo canal da vagina (episiotomia) “realizado com pontos absorvíveis, que caem em uma semana”, segundo defi nição de Otávio Fraige, quem passa pela cesárea deve esperar de 12 a 14 dias para retirar os pontos da cirurgia. Enquanto isso, siga as orientações do médico e apenas lave o local com água e sabão neutro. “Hoje as incisões são feitas com pontos intradérmicos, que não requerem soluções tópicas”, explica o médico. E evite movimentos bruscos. Nada de mudar aquele vaso enorme de lugar!

'Questão de estado espírito'
Nem pense em fi car deitada esperando o puerpério passar. “É importante que a mulher saia de casa, evite tensão e fortaleça os laços familiares”, sugere Zlotnik. Tudo para evitar a temida depressão pós-parto ou qualquer melancolia que pode ser prejudicial nessa fase de adaptação. Segundo o médico Jorge Naufal, o apoio da família e dos amigos próximos é imprescindível. “O blue baby – depressão moderada que dura cerca de uma semana – atinge 40 a 80% das mulheres por conta do esgotamento físico, da pressão da nova rotina...”, explica. Saia dessa! Coloque um sorriso no rosto e comemore a vitória de ser mãe.

'Espelho, espelho meu'
Se você ouviu a sua avó dizer que não pode lavar os cabelos durante a tal quarentena, isso é mito. “O que ocorre é o efúvio – queda capilar acentuada, que acaba quando os hormônios se estabilizam, geralmente depois de 30 a 45 dias após o fi nal da amamentação”, conta Zlotnik. A drenagem linfática também pode ser mantida, principalmente para quem se preocupa com o inchaço da barriga. Sobre o uso da cinta, Fraige é enfático: “ela não é obrigatória, mas as condições do pós-parto somadas a formação de gases incomoda.” O médico orienta às mamães gordinhas usarem o aparato após o funcionamento do intestino. “Já quem engordou apenas de oito a 12 quilos não precisa usar, mesmo porque ela pode gerar um certo desconforto”, ilustra.

'Entre quatro paredes'
As mudanças hormonais, assim como a pausa nas transas do fi m da gravidez somada aos 30 dias de resguardo recomendados acarretam algumas modifi cações no corpo. “A vagina fi ca levemente atrofi ada e mais seca, por isso as primeiras relações sexuais são incômodas”, explica Fraige. A libido pode diminuir, no entanto não é uma regra. Então, esqueça o Kama Sutra. A ordem é retomar a rotina sexual devagar e com bastante carinho. Se preciso, lance mão de géis lubrifi cantes à base de água. Isso vale tanto para quem teve parto normal quanto para quem se submeteu à cesárea.

'O cardápio do puerpério'
Os especialistas mantêm a mesma dieta indicada no pré-natal no período pós-parto. “A mãe deve evitar massas, doces, frituras e comidas gordurosas. Tudo visando os nutrientes necessários para a alimentação do bebê por meio da amamentação”, aconselha Naufal. Em alguns casos, há a prescrição de suplementação vitamínica, mas ela deve ser sempre orientada pelo obstetra.

'Quanto tempo?'
Confi ra, em média, em quantos dias você poderá voltar a:
Dirigir (exceto viagens longas) - 21 dias
Fazer caminhadas - 30 dias
Praticar musculação leve - 30 dias
Fazer esportes coletivos - 60 dias
Ter relações sexuais - 30 a 40 dias

'As fases da quarentena'
O ginecologista e obstetra do Hospital Neomater (SP), Jorge Naufal detalha o período pós-parto. “A quarentena é iniciada no momento da retirada da placenta e pode ser mediada”, como explica a seguir:

As primeiras 24 horas – É o período crítico, quando pode ocorrer hemorragia, alterações de pressão ou o útero não dá sinal de retração. A mãe fi ca em observação na maternidade.
10 dias após o parto – Chamado puerpério imediato, é quando todos os órgãos que foram “empurrados” pelo bebê e pelo útero voltam às suas posições originais. A última a sofrer descompressão é a bexiga pois o útero ainda está contraindo e só voltará ao tamanho real entre três e seis meses.
40 a 45 dias após o parto – O útero ainda está em fase de “limpeza”, expelindo o restante das secreções. Vale lembrar que enquanto há sangramento existe o risco de infecção, mesmo que pequeno. Esse período é denominado puerpério tardio.
6 meses após o parto – As restrições acabaram, o pós-parto também. Chegou a hora da primeira consulta ao ginecologista após as visitas terem sido exclusivamente ao obstetra.

O que deve ser levado ao Hospital no momento da internação?‏

A sacola da mamãe e do bebê devem ser preparadas desde o 7º mês de gestação
a) sacola da mamãe:
1- pacote de absorvente próprio para o pós-parto
1- chinelo de quarto
3- jogos de camisolas que sejam de fácil manejo para a mamentação
6- calcinhas de tamanho maior do que usava antes de engravidar 
1- cinta pós-parto - (Pergunte pra médica antes se você pode usar, alguns médicos só liberam o uso da cionta após a retirada dos pontos.) 
1- roupa para o dia de alta 
Produtos de higiene íntima: escova de dentes, escova de cabelos, shampoo, sabonete, creme dental, toalhas... (e se você quiser leve sua maquiagem também)
2- sutiãs de amamentação (Eu indico o sutiã da linha Maternity da HOPE) 
1- caixa de protetores de seios 
máquina fotográfica
b) sacola do bebê
1- creme para prevenção de assaduras 
3 pacotes de 10 unidades ou 1 pacote grande de fralda descartável (tamanho recém-nascido ou P)
3- conjunto pagão com calça
3- conjunto de lã de acordo com o clima 
3- macacão de recém-nascido 
2- lençol de bercinho
1- manta 
6-fraldas de pano (brancas, sem pintura)
1- escovinha macia para cabelos
2- sapatinhos e luvas de lã  
lembrancinhas e enfeite de porta
Esta é a lista mínima, fica a critério de cada um o que desejar levar a mais.
 
c) documentos
RG da paciente 
Carteira de convênio (caso tenha convênio, o Hospital exige na internação) 
CIC e RG do marido (ou acompanhante) 
Guia de internação (informe-se junto ao seu convênio se pode ser fornecida antes do parto, pois facilita muito no momento de internar).
OBS.: Parto é sempre urgência. Caso você se apavore, já saiu de casa e depois viu que esqueceu tudo, relaxe. Vá em frente. Leve sua esposa até o hospital e converse com a recepção. Enquanto ela está sendo atendida e você está assinando uma nota promissória, por exemplo, e um pouco mais tranqüilo, você volta e busca o que esqueceu.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Pode x Não Pode

Bom, quando a gente está grávida nossa vida muda, nossa cabeça muda, nossa saúde muda e principalmente nosso corpo muda.
Com a gravidez as mulheres deixam de fazer muitas coisas e começam a fazer outras. (Ou não?!)
E começa aquela lenga-lenga do "grávida não pode isso" ou "grávida tem que fazer assim"...

Cigarro
Antes de eu saber que estava grávida eu tinha uma vida "desregrada", eu fumava muito, eu bebia razoavelmente muito, comia porcarias..coisas assim.
Eu fiquei sabendo que estava grávida com quase 1 mês de gestação e digamos que nesse primeiro mês eu levava minha vida como era na época, fumando/bebendo/saindo.
E como já contei aqui, minha vida deu um salto no dia 2 de maio de 2008. O bendito teste deu POSITIVO.
E naquele momento tudo em mim mudou. E o principal e mais engraçado disso. Que foi um dos dias mais estressantes e o dia que eu fiquei mais nervosa em toda minha vida, com uma puta pressão nos meus ombros e por incrivel que pareça eu NÃO COLOQUEI UM CIGARRO NA MINHA BOCA!
Sim! O que eu vinha tentando a meses sem conseguir, aconteceu com um simples "POSITIVO" no papel.
Bizarro!

Muitas mulheres que fumam quando engravida sentem dificuldade de parar de fumar e algumas nem param. E todo mundo sabe que cigarro e grávida não combina, mas nem tudo é igual pra todo mundo.
Pra mim foi fácil, eu parei naquele segundo.
Quando a Cecília estava na minha barriga eu tive vontade de fumar 3 vezes, mas não fumei. Me controlei, porque eu sei que não é legal e também porque eu não queria voltar a fumar. Ai eu pegava o cigarro de alguém e cheirava, e assim passava a vontade.

Hoje em dia minha vida é muito diferente de antes, eu amadureci para muitas coisas e aprendi ver certas coisas com outros olhos.
Não voltei a fumar, mas depois que a Cecília nasceu eu fumei (não perto dela), fumei porque estava afim e depois me deu o maior sentimento de culpa, por ser fraca, por não resistir as minhas tentações. Mas matei minha vontade. E não me arrependo. E como não quero voltar a ser viciada-super-fumante me controlo. Só desanda quando eu bebo (coisa que raramente faço).
Ah! E eu também percebi que me dava mais vontade de fumar quando estava com TPM, ficava ansiosa, as vezes dava até um pouco de depressão, mas depois que controlei os hormonios melhorou muito e nem tive mais vontade de fumar. (Ainda bem que existe o Implanom)

Bebida Alcoolica
Um dia antes de eu ir fazer o teste de gravidez eu fui para um barzinho com o pai da Cecília e nós bebemos.
Tipo... Eu bebi 1 dia antes de saber que ia ser mãe?!
E depois desse dia, não bebi mais, porque "grávida não pode beber", mas não nego que senti falta e também não nego que bebi.
Claro que eu não enchi a cara até cair!!! Apenas dava um gole no copo de algum amigo ou pegava um copinho pra mim, as vezes bastava só um golinho, sentir o gostinho da cerveja geladinha descendo e a vontade já passava.
Beber um golinho ou um copinho não vai fazer mal nem pra mãe nem pro bebê (no meu ponto de vista) , matar a vontade não faz mal. O que não pode é exagero, tudo em exagero faz mal.
E depois que a Cecília nasceu já tive alguns pilequinhos, e foi bom estava com amigos, pessoas que gosto, me descontrai e sai um pouco da rotina mãe 24 horas.

Para concluir, se você sentir vontade faça, um pouquinho não faz mal, mas só um pouquinho mesmo, aquele tantinho pra matar o desejo.
Eu só falei do cigarro e das bebidas, mas tem gente que abre mão do chocolate, do café, da baladinha, de plantar babaneira, do pão nosso de cada dia...essas coisas...
É só ter moderação que tudo fica bem e todo mundo fica feliz.
E esse lance de grávida não pode, pra mim esta fora! Grávida pode, pode tudo... um pouquinho de tudo mas pode! rsrs

Ah! Quando engravidei me livrei de vicios ruins e adiquiri novos hábitos, me alimentei melhor, bebi mais água (coisa que raramente fazia, não gosto de água), dormi mais cedo, aprendi a dar valor em exercícios físicos, etc. Alguns mantenho até hoje, outros parei. Mas isso fica pra outro post.

Beijos da mãe que causa.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

10 sinais clássicos de gravidez

Preste atenção nos sintomas para saber se você está grávida
Ana Claudia Cruz

Beto Tchernobilsky
Você está na dúvida se deve fazer um teste de farmácia ou de laboratório para confirmar a gravidez? Na presença de alguns dos sintomas abaixo, não perca tempo.

- Menstruação atrasada
- Enjôo matinal
- Seios inchados e doloridos
- Aumento da vontade de fazer xixi
- Sonolência em excesso
- Alterações de humor
- Prisão de ventre
- Olfato mais aguçado
- Vômitos
- Desejos estranhos

A lista de presentes do chá de bebê


Indique suas preferências sem medo. Isso vai evitar frustrações futuras

Vanya Fernandes

Beto Tchernobilsky
A lista de presentes é muito pessoal. Cores, modelos e estilo de roupas para o bebê acabam sendo definidos pelo gosto do casal. É fundamental indicar as preferências de vocês para evitar frustrações e as infinitas trocas de peças. O tamanho também é um item importante. Os bebês se desenvolvem muito rápido no primeiro ano. Dependendo do peso que ele vai ter quando nascer, preparar um grande estoque de peças para recém-nascidos e de tamanho P não é a melhor das opções. Outro cuidado é com os itens de higiene. As fraldas devem ser de marcas variadas, para que você teste no bebê e veja com qual ele se adapta melhor. Muitas crianças têm alergia a algumas marcas, e defini-las antes de testar não é nada prático. Produtos como shampoos, sabonetes e pomadas antiassaduras devem ser hipoalergênicos ou livres de perfumes e corantes. A seguir, você encontra uma lista com algumas sugestões do que pode pedir.

A lista

Beto Tchernobilsky
· 3 pacotes de fraldas descartáveis tamanho P (de marcas diferentes)
· 3 potes de lenços umedecidos (de marcas diferentes)
· 8 fraldas de pano e 8 fraldinhas de boca
· 2 toalhas de banho com capuz
· 3 fraldas-toalha
· 3 lençóis de berço
· 3 lençóis de carrinho
· 1 travesseiro anti-sufocante
· 1 manta de lã
· 1 manta de algodão, mais leve
· 3 pomadas antiassaduras (elas devem ser livres de perfumes e corantes, fáceis de se remover e espalhar, hipoalergênicas, evitando agredir a pele do bebê, e dematologicamente testadas)
· 3 sabonetes neutros (eles podem ser em barra ou líquidos, mas prefira as marcas específicas para bebês)
· 3 shampoos neutros (vale o conselho acima: prefira as marcas específicas para bebês)
· 1 óleo (também infantil)
· 3 caixas de bastonetes de algodão
· 3 sacos de algodão
· 1 tesoura para cortar as unhas
· 1 pente e 1 escova
· 1 termômetro
· 1 kit de higiene (porta-cotonetes e algodão, garrafa térmica etc.)
· 1 saboneteira
· 3 mordedores
· 1 bolsa para sair com o bebê
· 4 sapatinhos
· 6 pares de meias
· 6 bodies
· 6 culotes
· 6 babadores
· 6 macacões
· 1 mamadeira
· 1 chupeta com bico ortodôntico
· 1 bolsa de água quente
· 1 livro do bebê
· 1 álbum para fotos
· 20 cabides
· Dependendo da intimidade com os convidados, é possível pedir itens mais caros, como carrinhos de bebê e berços

O que fazer com a lista?

Beto Tchernobilsky
Existem várias opções:
· Tradicionalmente, uma amiga (ou você mesma) distribui os convites com um bilhetinho contando qual presente a pessoa deve dar.
· Você também pode escolher uma loja que ofereça várias alternativas de compras e deixar sua lista lá – muitas já estão preparadas com listas próprias e acompanhamento on-line sobre o que foi comprado.
· Outra idéia é simplesmente contar quais são as suas lojas preferidas e deixar os convidados à vontade para escolherem os presentes. Lembre-se de pedir que cada um deixe o cartão da loja onde comprou o presente, para facilitar eventuais trocas.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Alterações de humor durante a gestação

Esse tipo de mudança acontece por conta do desequilíbrio hormonal e da ansiedade da futura mãe.
Você acorda sorrindo, mas, meia hora depois, está chorando sobre o café-da-manhã? Fique tranqüila, pois, na gravidez, a mudança repentina de humor é tão inevitável quanto o crescimento da barriga. Essa montanha-russa de emoções tem razões fisiológicas e emocionais. O desequilíbrio hormonal, por exemplo, pode ter um efeito depressivo sobre as gestantes. Além disso, medo e ansiedade também influenciam os sentimentos da grávida. O resultado são crises de choro diante de comerciais de sabão em pó, mas não é preciso se sentir culpada por estar tão sensível. 'Os próprios sintomas da gravidez alteram o humor da mulher e vice-versa', conclui o obstetra Marco Antonio Lenci.

O que fazer: Ser otimista é a melhor saída para enfrentar os nove meses. Que o diga a produtora de eventos Valquíria Macedo da Silva, que teve enjôos até o quarto mês da gestação. 'Vomitava tudo o que comia. Era entrar e sair', lembra a mãe, que hoje faz piada dos dias em que passou a maior parte do tempo no banheiro. Embora não tenha sofrido de inchaços, Valquíria teve azia, dores no nervo ciático e, vez ou outra, insônia. O marido desistiu de entender a mulher. 'Se ele falava um pouco mais alto, eu chorava. Se me elogiava, também.' Apesar de tudo, ela ficou radiante. 'Sabia que uma hora o desconforto ia passar, nem que fosse depois do parto. E, no final, tive a minha filha nos braços como recompensa', diz.

Fonte:   http://revistacrescer.globo.com