quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Colo da mãe faz bem para o bebê

Nos braços da mãe, o bebê recebe afeto e segurança. Não aprende a ser manhoso.


Redação Crescer

Paladino
A velha teoria de que colo deixa a criança mimada está perdendo adeptos, para sorte dos bebês. Entre os argumentos a favor, estão a segurança e o afeto transmitidos a eles, sentimentos que mesmo em excesso não fazem mal a ninguém.

Terreno conhecido

Pertinho da mãe, os bebês sentem-se "em casa", pois reconhecem seu cheiro e batimentos cardíacos. "É o que dá segurança e tranqüilidade à criança, além do toque, da voz e do olhar afetuoso da mãe. Por isso, não raro o bebê pára de chorar quando está em seus braços", diz a pediatra Maria Esther Ceccon, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo. Para Maria Esther, a crença de que o colo pode "estragar" o bebê está ultrapassada. "Se a criança chora sem motivo evidente, como fome ou fralda molhada, está apenas pedindo aconchego. Chora para chamar a atenção, porque é essa a única maneira que o bebê tem de se comunicar", esclarece.

Só benefícios
Segundo a pediatra, estudos comprovam que o bebê também se beneficia de estímulos físicos no colo da mãe. "Os movimentos intestinais da criança são impulsionados, e o calor do corpo materno faz com que ela fique mais relaxada. Essa combinação alivia as cólicas", explica Maria Esther. Outro benefício vem da proximidade sonora e visual que a criança tem com os pais quando está em seus braços. "É um estímulo para o desenvolvimento dos sentidos do bebê", diz a pediatra. E lembra que nesse contato a criança também desperta o amor dos pais, garantindo que a peguem mais e com carinho. "O colo é tão importante quanto a amamentação. O bebê requer toda a atenção. Não importa quem o segure, se a mãe ou pai, e sim o olhar amoroso que ele recebe nesse momento", conclui Maria Esther.

Colos preferidos:

Na vertical:
Após a mamada, é o colo ideal. O bebê aninha-se todo no ombro da mãe, enquanto expulsa o ar engolido com o leite.

De costas:
Seu corpo funciona como uma cadeirinha para o bebê. De costas para você, ele fica apoiado num de seus braços, enquanto o outro o contorna como um cinto de segurança. A criança adora passear pela casa assim.

Cara a cara:
Com o bebê de frente para você, segure-o por baixo dos braços com os polegares, usando os outros dedos para sustentar suas costas e sua nuca. Levante-o um pouco, e ele vai brincar de alpinista, escalando sua barriga.

De bruços:
Sustente o bebê virado para o chão, passando uma das mãos entre as pernas dele. O tórax e a cabecinha, levemente elevados, ficam apoiados em seu braço e junto ao seu corpo. É um colo especial para diminuir a dor das cólicas. 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Minha pequena arteira.

Hoje foi o 2° dia sem babá, de manhã Cecília ficou em casa com a empregada e com a tia Jaala.
Tia Jaala contou que a Cecília fica tirando os brinquedos da gaveta pra sentar dentro, e quando não consegue sair fica pedindo ajuda. Outra peripércia é que ela fica tentando descer sozinha da minha cama, coisa que ela consegue, mas as vezes ela fica com medo de não alcançar o chão e fica naquele "vou, não vou", então ela estava nesse "vou, não vou" e a Jaala chamava ela e dava tchau com a mão, Cecília que é muito educada, voltava pra cima da cama (já que ela estava pendurada) só para dar tchau pra tia.
Fofa né?!

Para melhorar a situação o Elismar, rapaz que trabalha comigo e com minha mãe na agencia tambem esta doente e faltou, resultado o trabalho triplicou, mas foi bom que minha mãe viu que eu consigo trabalhar com filha no pé + kilos e papel em cima da mesa + passageiros indecisos. E até que vendi bem hoje! =]

Como ontem eu só trabalhei 1 periodo estava com muitos lançamentos atrasados, e mesmo com essa confusão consegui colocar em dia, e só faltou um pouco para amanhã.
Ainda bem que a babá já avisou que amanhã ela não vai faltar. (Graças a Deus!) Não que eu não goste de ficar com a minha filha, eu AMO, mas é que a Cecília não me deixa fazer muita coisa. E hoje ela resolveu não dormir a tarde,ai tive que deixar ela ficar la com as meninas do salão, e minha mãe levou ela no banco, e assim consegui fazer alguma coisa. Com ela no colo não dá mais porque ela fica tentando digitar. (Qualquer hora coloco um post by Cecília)

Minha mãe colocou a Cecília na natação, agora ela vai virar uma peixinha de verdade. Segunda - quarta e sexta. Vamos ver no que vai dar.

Quero mandar um beijo especial para a minha amiga de infancia Viviane, que logo em breve estará dando a luz a mais um anjo nesse mundo. Desejo a elas tudo de bom, cheiroso e gostoso desse mundo. E que ela seja tão feliz com a Ana Clara como eu sou com a Cecília.

Beijos e Cheiros dessa mãe cansada.

7 desafios de uma nova mãe

Com a chegada do bebê, você vai descobrir que, sim, é normal sentir-se feia, com medo e até ter vontade de estrangular seu marido. Mas saiba que é possível contornar essas situações

Por Deborah Bresser I Produção Fátima Santos

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era... A partir do primeiro parto, será mãe. Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.
Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.
Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer os sete principais desafios desses primeiros dias.
 1. Ele precisa mamar!
Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.
O que fazer?
“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.
2. No meio do caminho tem um marido
Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes... ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.
O que fazer?
“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha... O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.
3. Eu ainda sou mulher
Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.
O que fazer?
“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.
4. De mal com o espelho
Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!
O que fazer?
Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!

5. E o meu emprego?
Essa é uma das questões mais complicadas no pós-parto. Durante a licença-maternidade, as mulheres que trabalham costumam virar um poço de insegurança, com medo de ficarem para trás, de não se atualizarem sobre as novidades de suas áreas de atuação e, pesadelo dos pesadelos, de serem substituídas para sempre. Os especialistas em recursos humanos, porém, garantem: se você tinha a confiança do chefe e dos colegas antes de ficar grávida e durante a gravidez, o fato de ficar fora na licença não significa que será substituída. Até porque é difícil conseguir bons profissionais. Ao final da licença, uma nova dúvida pode aparecer. Aquelas que têm a opção de escolher entre voltar a trabalhar ou trocar a carreira pela maternidade raramente sabem qual é a melhor opção. Ficar, para quem sempre trabalhou, pode dar uma sensação de isolamento. Ir exige suportar uma culpa gigantesca, de quem sabe que vai abrir mão de momentos preciosos. Quem precisa voltar e não tem escolha terá de aguentar aquele aperto no coração que dá olhar aquele ser de 4 ou 5 meses, totalmente dependente, e ter de resolver com quem ele vai ficar.
O que fazer?
Para que você não se sinta tão fora do ninho quando voltar, Camila Mariano, consultora de RH do Grupo Catho, aconselha acompanhar o movimento do mercado, aproveitar para fazer algum tipo de curso online e manter contato com os colegas de trabalho, para saber o que está havendo na empresa. “Não significa trabalhar em casa, mas apenas ter conhecimento básico do que está acontecendo, até para ficar mais tranquila.” Mudar de emprego, alternativa que algumas mães cogitam, especialmente pensando em mudanças de carga horária, deve ser feito com calma. “Se você está bem, mudar pode gerar estresse desnecessário. Você terá de recomeçar, conquistar espaço e, para se livrar de um problema com carga horária, poderá arrumar outro pior.” Se houver possibilidade, tente negociar um horário flexível, mas é importante saber que a cultura da empresa não vai mudar só porque você teve um bebê. E que ninguém se engane: o preconceito com mães que têm filhos pequenos ainda é forte. No último levantamento da Catho sobre objeções à contratação, foram ouvidos 4.100 selecionadores e, para 48% deles, mulheres com filhos pequenos ficam fora da disputa.
6. Eu não tenho o que vestir
A máxima feminina mais repetida na frente do armário, por mais abarrotado que esteja, nunca foi tão válida como no pós-parto. Sair da maternidade com vestido de gestante é desagradável. Mas é comum. Nos primeiros dias, suas roupas de antes da gestação não vão entrar – e talvez demore um tempo para isso acontecer. Primeira providência: nada de desespero. Lembre-se de que é uma fase passageira. Assim, continue com as calças da gravidez, pois disfarçam a barriga e são confortáveis. Camisas com abertura também são ótimas aliadas da amamentação. Uma coisa é certa: você não precisa viver de camisetão e legging.
O que fazer?
Não descarte as roupas que você usou na gravidez, mesmo que não suporte mais olhar para elas. “Pergunte ao médico se você pode usar cinta. Eu usei e achei que dava mais segurança”, diz a consultora de estilo Christiana Francini, autora do livro Grávida com Estilo – Um Manual de Como se Vestir na Gravidez (Ed. Alegro). Outra dica: aproveite suas formas. Invista nos decotes, já que todo seio de mãe nova é farto. Eles ajudam a desviar o foco da barriga. Conforto é a palavra de ordem. Vestidinhos soltos também são válidos, mas esqueça o decote império, aquele que marca a linha abaixo do peito. Ele vai deixar você parecendo ainda grávida. Nenhuma jovem mãe deseja ouvir aquele “Quando vai nascer?” depois que o bebê já chegou... Último toque: sapatos. Os saltos ajudam a realinhar a coluna, mas deixe os altos para usar de vez em quando. Carregar bebê no colo pede pés no chão.
7. Em busca da perfeição
Ser mãe. Você acha que vem se preparando para isso desde que nasceu, que uma mulher só se completa na maternidade e tem de amar o seu bebê acima de todas as coisas. Para onde quer que você olhe, só vê imagens que abordam o lado festivo, o lado luminoso da maternidade. Falam muito da glória de ser mãe, mas deixam pouco espaço para as angústias da maternidade, para o peso da responsabilidade colocado sobre seus ombros (frágeis, muito frágeis!), para a sensação de injustiça que, às vezes, sufoca. Muitos se calam nesta hora. Muito provavelmente você não está se achando nada sublime, nada completa, muito pelo contrário: se cobra, sente-se culpada, incompleta, imperfeita e incompetente. Esqueceram de dizer que você se preparou para ser mãe daquele bebê que inventou. Não este, com vontades próprias, encrencas, necessidades que só ele tem e você terá de adivinhar. Cobrar-se demais, não só neste período, mas durante toda sua vida daqui para frente, não vai fazer bem nem a você nem ao seu filho. Conformar-se com suas limitações e tentar corrigir algumas dificuldades que for constatando pelo caminho farão muito melhor para toda a família.
O que fazer?
“O ‘ideal de mãe’ é o que conseguimos fazer do nosso jeito, é o que está naquele exato momento ao nosso alcance; buscar a perfeição, muitas vezes, nos deixa paralisadas para realizar as pequenas coisas importantes na vida dos nossos filhos”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler. Para a terapeuta familiar Juliana Morillo, o medo de não ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa profissional, uma boa filha, traz como resultado o chamado “complexo da perfeição”. “Após a chegada do filho, as tarefas só aumentam e a ‘mulher perfeita’ se sobrecarrega até o ponto de não aguentar mais, que geralmente é caracterizado por um quadro de depressão ou de estresse intensos.” Perfeição não existe. Portanto, assuma que pode errar, que pode ficar cansada, que pode não querer algo. Tudo isso é sinal de maturidade. E não se acanhe: peça ajuda ao marido, mãe, sogra ou alguém de confiança. É um primeiro passo para livrar-se da busca da perfeição.

10 coisas que você ensina ao seu bebê todos os dias e nem percebe

ÀS VEZES A GENTE NEM SE DÁ CONTA DE TUDO O QUE OS BEBÊS APRENDEM COM AS ATIVIDADES DO DIA-A-DIA. VEJA COMO APROVEITAR CADA MOMENTO PRA ENSINAR COISAS BACANAS AO SEU FILHO


1. Que ele pode contar sempre com você
Cada vez que você responde ao choro do seu bebê por comida, atenção ou troca de fraldas, ele aprende que tem alguma importância na sua vida e que pode contar com a sua ajuda.

2. Que ele pode contar consigo mesmo
Em vez de entrar no quarto cada vez que ouvir um barulhinho, experimente esperar alguns segundos pra ver se ele volta a ficar em silêncio. Uma hora, o bebê vai achar uma posição confortável e pegar no sono sozinho. Sem ter que levantar da cama, você ensinou ao seu filho que ele pode se virar de vez em quando. E você também aprendeu algo: que às vezes, ser uma boa mãe significa fazer menos pelo seu bebê, não mais.

3. Que ele pode se equilibrar
Carregar seu filho nos braços ou no sling estimula o desenvolvimento do equilíbrio do corpo dele. Quando já souber sentar, passeie com o carrinho sobre lugares com superfícies diferentes, como o piso de cascalho, uma calçada lisinha ou um gramado. Isso vai desenvolver o equilíbrio e fortalecer os músculos que o mantêm sentado.

4. Que ele pode se movimentar
Quando seu bebê finalmente levou os pezinhos à boca, pegou uma bolacha no pote ou deu seus primeiros passinhos, você com certeza sorriu e aplaudiu, mostrando que ele tem um motivo para se orgulhar. Ser reconhecido é essencial no aprendizado da criança, e não existe nenhum segredo para seu fazer seu filho desenvolver as habilidades motoras. Tirar os obstáculos do chão já é quase o suficiente. O que mais falta? Comemorar!

5. Que ele pode aprender como funcionam as palavras
Ler o jornal em voz alta, conversar com o bebê como se fosse gente grande, contar pra ele como foi seu dia e até cantar são atitudes que ajudam no desenvolvimento verbal do seu filho, conforme ele percebe o tom de voz e ritmo em que você fala. Palavras curtas e assuntos infantis são agradáveis, mas não necessários.

6. Que cada um tem sua vez
Sabe brincadeira de esconder? Primeiro você esconde o rosto, depois é a vez do seu bebê. Quando você e seu filho se revezam nas brincadeiras e atividades do dia-a-dia, você está ensinando a ele a importância de dividir, sociabilizar e cooperar com os outros.

7. Que é saudável fazer bagunça
Enquanto estiver cozinhando, experimente deixar seu bebê brincar com uma tigela de plástico e uma colher. Ele vai fazer um montão de descobertas: “Será que a colher vai caber na tigela?” “Com que força eu preciso bater a colher até fazer barulho?” “Quanto barulho eu posso fazer até a mamãe se irritar?”

8. Que você entende o que ele está sentindo
Você fez cócegas nos pezinhos do seu filho e ele deu risada. Mas depois de um tempo, ele ficou irritado, e você logo parou. Nesse momento, você o ensinou que sabe ler e respeitar seus sentimentos. Como o bebê não sabe falar, ele depende de como você interpreta os gestos e expressões faciais. Com um pouco de dedicação você entende o que ele quer dizer, e ele ao mesmo tempo, se esforça para se comunicar.

9. Que ele tem um mundo inteiro para explorar
Hoje você levou seu filho para a lavanderia, o parque e o banco. Pode ter sido um dia qualquer pra você, mas para os bebês, cada dia é uma aventura. Eles ainda não têm memória de longo prazo, então toda vez que vão ao parque, é quase como se estivessem indo pela primeira vez.

10. Que a vida tem uma rotina
Você trocou a fralda do bebê, deu almoço, colocou ele no carro e levou a irmã mais velha à escola, e mais tarde, quando estava escurecendo, começou a fazer o jantar. Fazendo as atividades casuais, você ensinou ao seu bebê que o mundo dele é consistente, previsível e estável. Percebendo essa rotina, ele vai tentar adivinhar o que vai acontecer em seguida e esperar ansioso pela próxima atividade.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ninguém pode ficar doente.

Definitivamente na vida de uma criança, ninguém pode ficar doente, principalmente quem é filho de mãe solteira!!

Hoje aconteceu o maior caos, minha babá esta com a garganta inflamada então não foi trabalhar, consequentemente eu não vim trabalhar na parte da manhã. E pra melhorar choveu praticamente o dia inteiro. Resuldado, tive que trazer a Cecília para a agencia, tinha 51 emails na minha caixa de entrada, e quem disse que eu estou conseguindo fazer alguma coisa?!

A sonequinha da Cecília foi tão rápida, nem deu pra eu adiantar algum trabalho. E ela não pára 1 minuto, mas ela tá achando um barato trabalhar com a mãe e a avó. Sim, eu trabalho com a minha mãe, nem o luxo de deixar aminha filha na avó pra eu ir trabalhar eu tenho... rsrs

Ela aprendeu a estalar a língua!! A coisa mais fofa!!!
E hoje ela esta fazendo 11 meses!!!
Faltam exatamente 30 dias para o aniversário dela! Meu Deus tenho que correr com a organização, comprar enfeites, balões e tem muita coisa que eu mesma quero fazer, esse mês vai ser de loucura total.

Filha feliz mesversário!! Mãe te ama.