sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Parabéns Pai

Hoje é aniversário do meu velho.
Já tentei ligar pra ele umas mil vezes e ele nunca esta em casa. (desisto, não ligo mais. rsrsrs)
Velho te amo muito, você é tudo na minha vida.
Pai sem você eu não seria nada.
Felicidades.
Te amo.
Sua filha preferida e única.
Teny.
Essa foto é do ano passado. Ele deve estar mais velho hoje.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Simplesmente não

Se o seu filho está prestes a completar 3 anos de idade, prepare-se para a fase do não. Isso mesmo, aquele pequeno ser humano que já recebeu seus aplausos por atender aos pedidos da mamãe está prestes a mudar. Mesmo assim, não há motivos para se preocupar. Como tudo na vida, essa fase passa e deixa com ela uma criança mais confiante e ciente de seus limites.
Na fase do “não” aceitar as ordens, as frases mais comuns são: “Não quero, não vou, não faço, não estou com vontade”. Tudo isso porque a criança está construindo sua identidade, quer ter controle sobre sua vidinha, determinar quando, como e aonde ela vai. Nessa idade, não é só rebeldia, como muitos pensam ser. O sentimento de ter a vontade própria é intenso a partir desse período, que vai até o final da primeira infância, quando conquistou seu espaço, e volta a se intensificar na adolescência. Em mais uma das dezenas de etapas da transição pelas quais a criança vai passar ao longo da vida, é nessa que ela deixa de ser bebê para entrar na infância, um período delicado do ponto de vista emocional.
A orientação dos especialistas para superar essa fase é que os pais ouçam os seguidos “nãos”, sem deixar que todas as vontades imperem. Pessoas muito rígidas ou pouco sensíveis para essa questão podem não notar que o maior desejo dessa criança é o de ser percebida. Nesse sentido, os pais não podem ter um comportamento rígido nem ceder à primeira manha. O segredo é ponderar, sempre.

VIA: Boletim Crescer

sábado, 1 de outubro de 2011

A criança de 2 anos e 9-10 meses

Escrito para o BabyCenter Brasil


Desenvolvimento físico: ainda os dentes...

Os últimos dentes-de-leite, quatro segundos molares, geralmente aparecem entre os 2 e quase 3 anos, e sua chegada costuma ser bastante dolorida devido ao tamanho maior e ao "estrago" para irromper a gengiva. Às vezes a criança fica até febril e volta a acordar no meio da noite, depois de já ter superado essa fase.

Felizmente, a dor não dura mais que um ou dois dias para cada dente. Enquanto o incômodo não passa, é possível que seu filho queira morder ou chupar alguma coisa em busca de alívio, então tenha à disposição mordedores gelados ou até uma toalhinha úmida congelada ou quente (não excessivamente).

Se os sintomas estiverem muito ruins, converse com seu pediatra sobre o uso de alguma pomada tópica para ajudar. Felizmente, na maioria das crianças a fase chata passa logo.

Peso e altura

Com a aproximação dos 3 anos, o corpo da maioria das crianças já não tem mais aquela aparência gordinha e o tronco fica mais longilíneo, "fininho". Com isso, dá para saber se o peso do seu filho está adequado? Provavelmente, o pediatra terá como mostrar a você uma tabela ou um gráfico com o progresso do peso e da altura ao longo dos anos e comparado à média das outras crianças. Outro fator que levará em conta é a herança genética da família.

Mesmo assim ainda é cedo para se preocupar demais com excesso ou falta de gordura. Uma criança gordinha ou magrinha não necessariamente indica que tipo de corpo terá quando adulta. O mais importante é se certificar que a alimentação do seu filho seja saudável e variada e que ele tenha oportunidade de correr e brincar bastante.

É verdade que, dada a crescente taxa de obesidade infantil no mundo, mesmo em países antes mais marcados pela desnutrição, como o Brasil, os médicos têm buscado identificar cada vez mais cedo crianças em risco e realizar intervenções no estilo de vida para evitar o ganho de peso além da conta.

Um dos vilões do sobrepeso nesta idade geralmente é o acesso irrestrito a leite, sucos e refrigerantes. Crianças de 2 anos não precisam de mais que 500 ml de leite e 250 ml de suco (de preferência natural) por dia -- e, quanto aos refrigerantes, eles não trazem nenhum benefício à saúde.

Doces e salgadinhos também têm de ser limitados. Além de contribuir para o aumento de peso, acabam "deseducando" a criança em termos alimentares.

Desenvolvimento emocional e social: medos

Uma imaginação fértil, marco de crianças desta idade, é terreno ideal para criar monstros, fantasmas, dragões e outras criaturas misteriosas que costumam aparecer na calada da noite. O medo do escuro é também comum de ocorrer quando a mente de uma criança se torna capaz de inventar suas próprias histórias. Dá pena de ver seu filho tão assustado, mas saiba que esses medos são na verdade sinal de um sofisticado desenvolvimento cognitivo.

Procure acalmá-lo sem fazer pouco do que ele está sentindo ou contando. Não há nenhuma lógica, então embarque na fantasia dele e vá para o quarto em busca de algum objeto real que possa estar fomentando o medo. Às vezes uma sombra esquisita fica com cara de monstro e uma pequena fonte de luz no quarto ou corredor já resolve o problema.

Além de muito carinho e atenção, uma boa rotina da hora do sono ajudará seu filho a se desligar mais facilmente de todas as emoções do dia.

Quem manda aqui sou eu!

De repente, junto com todas aquelas novas palavras tão engraçadinhas pode aparecer também um novo traço de personalidade: a criança mandona! "Limpa aqui, mamãe!" ou "Papai, senta" são frases típicas.

A criança tem a percepção de que é o centro do universo, então nada mais natural do que acreditar que todos vivem em função dela. Embora não dê para argumentar contra isso neste momento, você pode e deve mostrar como é o jeito educado de tratar as pessoas, sempre incentivando seu filho a dizer "por favor", em um tom de voz gentil, quando quer alguma coisa.

Em algumas circunstâncias, tais atitudes servem mais como tentativas de obter atenção. Pode ser que uma exigência seja só uma maneira de indicar que ele quer ser ouvido ou quer que alguém brinque com ele naquele instante. De novo vale a ocasião para ensinar boas maneiras e para explicar que nem sempre você pode atendê-lo imediatamente, mas que o fará assim que possível (e faça!).

Desenvolvimento da linguagem: palavras ofensivas e palavrões

Você nem se cabia de tanto orgulho pelas gracinhas que seu filho vinha falando até que um belo dia ouviu uma coisa chocante: ele chamou você de burra! Pense bem, era inevitável que isso acontecesse, já que ele está cercado por adultos que xingam no trânsito, irmãos e colegas mais velhos trocando insultos e programas de TV não necessariamente indicados para a sua faixa etária. Além disso, quando chama alguém de "cabeça-de-cocô", acaba provocando risadas na família.

O jeito mais rápido de acabar com esse tipo de linguagem é ignorá-la. Se você ficar muito brava, vai acabar mostrando como certas palavras são poderosas e só levando-o a repeti-las sem parar. E prepare-se também, porque às vezes antes de a palavra morrer de vez ela vai ser falada mais do que nunca!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O bafão de jacaré

Reparei nesses ultimos dias que a Cecília está com mau hálito. E olha que ela escova os dentes pelo menos 3 vezes por dia e antes de dormir.
Nunca levei a Cecília no dentista, mas vou marcar para proximo mês uma consulta pra ela, pra ver o porque do mau cheiro na boquinha. Também vou leva-la na pediatra porque pode ser a alimentação ou digestão.
Ela também costuma respirar um pouco pela boca, o tempo seco e muito quente daqui também não está ajudando na respiração.

Mau hálito (1 a 3 anos)
Meu filho anda com mau hálito. O que pode estar causando isso?
Crianças saudáveis (e adultos também!) podem às vezes apresentar mau hálito ou halitose. Veja a seguir alguns dos principais motivos que levam a isso:

• Higiene bucal ruim: é normal que bactérias vivam na nossa boca e interajam com partículas de comida localizadas entre os dentes, na gengiva, na língua e até na superfície das amígdalas. Isso pode levar ao mau hálito, especialmente se a comida ficar parada nesses lugares por muito tempo (na falta de uma boa escovação para removê-la).

Cáries, tártaro e abscessos dentários podem provocar mau hálito em crianças de qualquer idade, ao contrário da gengivite, mais comum de causar o problema em adultos.

• Boca seca: se seu filho respira pela boca -- por causa de um nariz entupido, por exemplo --, as bactérias na região tendem a crescer mais livremente.

• Corpo estranho: uma ervilha, feijão, pequeno brinquedo ou qualquer outro objeto estranho que seu filho tenha colocado no nariz pode causar mau hálito. Isso é especialmente comum entre crianças pequenas, que adoram colocar coisas onde não devem!

• Chupar dedo ou chupeta: eles podem acabar com mau cheiro, que passa para a boca, por causa da exposição contínua a saliva e bactérias bucais. Chupetas também podem acumular resíduos alimentares.

• Doença ou alergia: às vezes sinusite, amigdalite ou até alguma reação alérgica podem levar ao problema. Crianças com refluxo também tendem a ter um hálito com odor forte. Se esse for o caso, a criança provavelmente terá outros sintomas, como desconforto depois de comer.

• Alimentos fortes: cebola e alho, por exemplo, podem temporariamente causar mau hálito enquanto estão sendo processados pelo corpo.

Mais aqui:
Mau Hálito - Pais e Filhos
E criança tem mau hálito - Blog do tio dentista

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Desenvolvimento, Terrible Two ou é"tudo normal"?

Olá pessoal.
Estou em terras desconhecidas, naveguei... naveguei e não quero morrer na praia.
Cecília com seus 2 anos e quase 9 meses, tem me pegado com umas coisas que eu tô ficando cheia de cabelos brancos!

-A Mentira
A Cecília tem falado umas mentirinhas, nada grave e nada tão cabeludo. Mas eu acho ela tão nova pra começar a mentir! Afinal quando a gente "aprende" e começa a mentir? Ou porque ela começou a mentir?
São sempre coisas bobas, e eu sempre converso com ela, e falo que é errado, que ela não pode mentir.
Um caso, foi quando a tia estava tomando banho e a cecília entrou no banho também, ai ela cansou e começou a chorar, fui tirar a Cecília do banho, estava secando ela e perguntei (segue dialogo):
-Filha porque você tá chorando?
-Porque a dinda me pegou. (aos prantos)
-Mas filha ela te pegou lá no quarto e veio te dar banho?
-Fooooooooiiiiii!
(só que a Cecília que foi sozinha por livre e espontanea vontade.)
Ou quando ela fala que alguém brigou com ela, sem ter brigado..
São essas mentiras...

Via site Crescer: A habilidade de mentir 
1 . Com quantos anos as crianças começam a mentir?

Algumas antes dos 2 ou 3 anos. Quando chega aos 4, a maioria diz mentiras ocasionais. Isso parece se desenvolver mais ou menos ao mesmo tempo que outros sinais cognitivos, uma consequência da sofisticação desse crescimento.
2. Existe um período no qual mentir é normal?
Sim. Por nossas vidas inteiras. Estudos feitos com adultos sugerem que nós contamos cerca de sete mentiras por dia. A maioria delas, pequena. Por exemplo, quando uma amiga pergunta se você gostou do vestido dela, mesmo achando a cor feia, você diz que gostou, para não a ofender. O que não é normal é mentir cronicamente e, quando chega aos 10 anos, a maioria das crianças mente desse modo. Já as bem novinhas vão mentir mais indiscriminadamente, como negar que bateu no cachorro, quando você estava lá e viu que foi ela. É assim que aprendem o que podem ou não fazer.

-A Perereca
A Cecília esta mexendo muitooooo na perereca dela. Sei que é normal, evito brigar. Sei que ela esta conhecendo o corpo, mas as vezes ela mexe tanto que machuca. E eu não sei mais como explicar. Alguém que já passou por isso, pode me ajudar? Como lidar?

Via site Crescer: Curiosidade sobre o próprio corpo
Desde cedo, as crianças têm curiosidade sobre o próprio corpo. Por volta dos 3 anos de idade, época que coincide com a retiradas das fraldas, o “autodescobrimento” aumenta.
Surpresos, os pais tendem a repreendê-las de imediato, com frase do tipo “Não mexe ai!”. Acontece que a masturbação faz parte do desenvolvimento da criança tanto quanto andar e falar. “Só pode ser considerada um problema se for freqüente, um indicativo de que a criança não está sentindo prazer em outras atividades”, alerta o sexólogo Marco Ribeiro, autor de Sexo, como Orientar seu Filho (Editora Planeta). No lugar de recriminar o ato, relacionando sexo a algo ruim e proibido, ele recomenda que os pais aproveitem a oportunidade para falar sobre o assunto. “Em primeiro lugar, devem explicar a diferença sobre público e privado. Podem dizer, por exemplo, que assim como o xixi, a masturbação é um momento íntimo”, sugere. Para o alívio dos pais, a curiosidade dos pequenos, em geral, passa logo e só vai reaparecer na adolescência. 

-Coisas de meninos e meninas
Cecília começou a me questionar sobre coisas de meninas e coisas de meninos, tipo, se ela pode brincar de carrinho, ou se ela pode gostar de azul (que "sao coisas de meninos"),ou quando passa o comercial de um jogo (brinquedo) ela pergunta se ela pode brincar com aquele tipo de brinquedo, sempre digo que sim, porque eu realmente acho que ela pode, acho ela muito nova pra fazer esse tipo de questionamento.

Desenvolvimento Infantil
As características mostradas são as mais comuns para cada faixa etária. É normal que a criança apresente um ou outro aspecto adiantado ou atrasado em relação à tabela de desenvolvimento, e isto vai depender essencialmente dos estímulos que a criança recebe no seu dia a dia.